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	<title>A internet que a gente quer</title>
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	<description>Um site sobre como utilizar a internet com inteligência e respeito</description>
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		<title>Amor de algoritmo</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2020 10:24:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Amor de algoritmo: como lidar com expectativas amorosas online? </p>
<p>O post <a href="https://www.ainternetqueagentequer.com/amor-de-algoritmo/">Amor de algoritmo</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ainternetqueagentequer.com">A internet que a gente quer</a>.</p>
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					<h4 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Amor de algoritmo: estamos romantizando migalhas virtuais?</h4>				</div>
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									<p>Leia em tom romântico: “ele/ela olha todos os meus stories!”, “sempre curte as minhas fotos”, “me responde tão rápido…”. Quem nunca ouviu &#8211; ou falou, rs &#8211; frases como essas pra tentar justificar um suposto flerte ou interesse de alguém, com base em interações nas redes sociais? O que na nossa cabeça seria uma troca romântica pode ser apenas a plataforma fazendo o que sabe de melhor: usando o algoritmo para mapear suas interações favoritas e mais comuns. É sobre isso que queremos conversar: o “amor de algoritmo&#8221; tem nos feito romantizar migalhas virtuais? Como medimos o afeto por aqui?<br />⠀⠀⠀⠀<br />Em 2019, uma pesquisa realizada com jovens de 14 a 24 anos pela Royal Society for Public Health, organização de saúde pública do Reino Unido, apontou que o Instagram é a rede social que mais influencia no sentimento de pertencimento e afetividade para esse grupo, ao mesmo tempo que também é a que mais desperta as sensações de ansiedade e solidão. Se estamos tão conectados e recebemos tantos estímulos de “afeto”, como ainda podemos nos sentir sozinhos e ansiosos quando o assunto é relacionamento? A resposta está no algoritmo, que lê as nossas interações mais frequentes e garante que elas mantenham um padrão constante e pareçam espontâneas &#8211; e a resposta também está em como a nossa mente interpreta essas interações. Apesar de likes, comentários e “Oi, sumida!” despertarem no nosso cérebro sensações muito semelhantes a uma interação real, elas nem sempre são capazes de construir segurança e reciprocidade.<br />⠀⠀⠀⠀<br />Isso não significa que todas as trocas afetivas por aqui são uma farsa. A internet pode ser um lugar incrível para conhecer gente nova e desenvolver relações sólidas de amor e amizade. Para que isso aconteça, precisamos aprender a diferenciar migalhas virtuais de conexões genuínas. </p>								</div>
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					<h4 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Like mede afeto?</h4>				</div>
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									<p>Com certeza você já leu a célebre máxima: “Vivemos em tempos líquidos. Nada é pra durar”. Nela, o sociólogo Zygmunt Bauman faz uma analogia às novas dinâmicas de relacionamento impulsionadas pela modernidade e pelas mídias digitais de interação. Na tese, ele ressalta que os relacionamentos foram substituídos por conexões em que, na maioria das vezes, o foco é a instantaneidade e o esvaziamento do sentido.<br />⠀⠀⠀⠀<br />Para provar que o pensamento de Bauman não se distancia tanto da nossa realidade, propomos um exercício. Responde pra gente: quantas vezes você já teve a impressão de se sentir mais amado, querido ou validado depois de uma série de likes, comentários positivos ou qualquer outra interação virtual, por mais líquida/passageira/comum que ela fosse?<br />⠀⠀⠀⠀<br />Nas redes sociais o like é moeda pra muita coisa. Nos diz sobre o nosso engajamento e a nossa audiência, pode ser um ativo interessante na hora de fazer negócios e pode, inclusive, ditar a forma como lidamos com a nossa própria autoestima. E quando o assunto é sentimento, será que o like é capaz de medir o nosso afeto?<br />⠀⠀⠀⠀<br />Na <a class=" xil3i" tabindex="0" href="https://www.instagram.com/explore/tags/ainternetqueagetequer/">#ainternetqueagetequer</a> nós gostamos de imaginar que o que fazemos online é sempre um chamado para um mergulho mais profundo: e se o “curtir” fosse apenas um convite para novas conexões, e não um fim em si mesmo? Será que se nós conseguíssemos demonstrar afeto de forma mais concreta e transparente por aqui deixaríamos de dar tanta bola pra migalhas virtuais? No álbum separamos alguns insights sobre como demonstrar afeto online pra você levar em conta na hora de assumir que só um like &#8211; ou a falta dele &#8211; significa, necessariamente, demonstração ou falta de carinho.<br />⠀⠀⠀⠀<br />Queremos saber: você já se pegou questionando algum relacionamento pela falta de interações nas redes sociais? Pra você, like mede afeto?</p>								</div>
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					<h4 class="elementor-heading-title elementor-size-default">4 princípios da responsabilidade afetiva na internet</h4>				</div>
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									<p>Há quem acredite que as redes sociais fizeram a gente desaprender a flertar, mas por aqui nós temos outra hipótese: as inúmeras possibilidades da internet e a superficialidade de como encaramos as nossas conexões nos fizeram afrouxar as regras de responsabilidade emocional com o outro. E já diria o meme: “Essa boquinha aí só beija ou também tem responsabilidade afetiva e deixa tudo claro desde o início?”.<br />⠀⠀⠀⠀<br />Além da perspectiva romântica, a responsabilidade afetiva é imprescindível em todos os contextos de relacionamento: no trabalho, nas amizades, com a família. E não seria diferente na internet, especialmente porque nesse espaço nossas interações se desenvolvem em um outro ritmo, quase sempre mais acelerado.</p>								</div>
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									<p>De maneira geral, ser responsável afetivamente é manter a transparência, a empatia e a honestidade nas nossas relações interpessoais &#8211; dentro e fora da internet. Para ajudar, separamos no álbum alguns princípios da responsabilidade afetiva inspirados pelo livro “A reinvenção da intimidade: políticas do sofrimento cotidiano”, do psicanalista Christian Dunker.</p>								</div>
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		<title>Impactos do trabalho remoto</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2020 22:59:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Corremos em busca de definições, tentando saber logo como será nossa vida daqui pra frente. Ansiedades à parte, passados mais de 6 meses em que muitos de nós priorizamos o mínimo de contato possível, já conseguimos observar sim algumas mudanças, principalmente em algo que teve que se adaptar da noite para o dia: o trabalho. [&#8230;]</p>
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									<p>Corremos em busca de definições, tentando saber logo como será nossa vida daqui pra frente. Ansiedades à parte, passados mais de 6 meses em que muitos de nós priorizamos o mínimo de contato possível, já conseguimos observar sim algumas mudanças, principalmente em algo que teve que se adaptar da noite para o dia: o trabalho. Por aqui vamos falar mais especificamente sobre o trabalho que pode ser realizado remotamente, pela internet. Com a consciência de que, no Brasil, somente uma pequena minoria trabalha assim: 10% da população (segundo a pesquisa Pnad Covid-19 do IBGE). </p><p>Será que o trabalho nunca mais será como antes?</p>								</div>
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					<h4 class="elementor-heading-title elementor-size-default">E se o trabalho se tornar algo que você faz - e não um lugar pra onde você precisa ir?</h4>				</div>
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									<p>Trabalhadores remotos do Brasil: pela primeira vez (muitos de nós) estamos experimentando o trabalho, na maior parte do tempo, fora do escritório. Os desafios foram e são grandes: readaptação da comunicação em equipe e dos processos internos, desconforto que um ambiente de trabalho não adequado traz para o corpo, acúmulo de funções da casa, dos filhos… Mas e os benefícios? Queremos saber o que mudou para melhor por aí e &#8211; principalmente &#8211; o que você descobriu que não precisa ser mais presencial. Conta pra gente a sua experiência: o que deu super certo remotamente? E o que definitivamente precisa que as pessoas estejam juntas para que aconteça?</p>								</div>
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					<h4 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Como seria se você pudesse desenhar a sua experiência de trabalho?</h4>				</div>
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									<p>Não é simples perguntar como está sendo trabalhar de casa, pois a verdade é que não estamos trabalhando em condições usuais. Geralmente, ao trabalhar de casa, se você tem filhos, em algum momento eles iriam para a escola. Talvez você tivesse um pouco mais de ajuda, seja de funcionários, seja de familiares, de vizinhos, de amigos. Você também não viveria com o impacto tão grande que a situação atual causa na nossa saúde mental e nem com todos os moradores constantemente habitando (e disputando) os mesmos ambientes. Mas, mesmo vivendo sob condições não ideais, não deixamos de aprender &#8211; e também de nos beneficiar com algumas das vantagens que o trabalho pelo meio digital pode trazer. Hoje o post é sobre elas.<br />⠀⠀⠀⠀<br />Em um ambiente compartilhado de trabalho, poucas coisas estão ao seu controle. Você normalmente não escolhe com quem você convive, se pode ou não levar seu bichinho, a localização, o ambiente, os horários, sua mesa… Já com o trabalho remoto a situação muda um pouco. De repente você se vê com um pouco mais de autonomia &#8211; e pode fazer proveito disso. Se trabalhamos em grandes cidades, muitas vezes nos sacrificamos para morar mais perto do trabalho, mesmo que isso signifique morar com menos qualidade.<br />É certo que muitos de nós não temos as condições ideais em casa também &#8211; essa conversa não deixa de ser sobre privilégio, e sabemos que em um país como o nosso ele é para poucos.<br />⠀⠀</p>								</div>
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									<p>Mas, mesmo diante deste cenário que sabemos ser tão desigual, existe espaço para você exercitar fazer o design da sua experiência profissional. Bora tentar? Colocamos algumas dicas no álbum. O que mais você acrescentaria a essa lista?</p>								</div>
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					<h4 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Como tentar suprir o digital?</h4>				</div>
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									<p>Quando estamos juntos presencialmente, tanta coisa acontece que não é verbal: um sorriso, um olhar, um jeito de falar… Quando trabalhamos quase que exclusivamente pelo digital perdemos bastante dessa parte mais sutil da comunicação que é tão importante. E isso infelizmente pode abrir espaço para desentendimentos desnecessários, que geralmente moram na distância entre o que uma pessoa disse eo que a outra entendeu. Ok, e o que a gente faz com isso? Na Contente trabalhamos remotamente há 10 anos! Já testamos, erramos e acertamos um monte em relação a esse tema. E apresentamos no álbum o que mais funciona pra gente.</p>								</div>
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									<p>Se você é responsável por uma equipe e está trabalhando remotamente, com certeza em algum momento já deve ter feito essa pergunta da imagem. Não é fácil não ver fisicamente a equipe toda sentada em suas cadeiras durante o expediente. Mas a verdade é que bunda na cadeira não é sinônimo de produtividade. Na verdade, pode até ser mais difícil medir a quantidade de produção presencialmente. Quando estamos juntos fisicamente, muitos outros fatores entram em jogo: se a pessoa chega na hora, se é participativa nas reuniões e até fatores mais subjetivos como sua educação, a forma como se veste, se é agradável no convívio… Tudo isso pode disfarçar o fato de que a pessoa não está entregando como foi combinado. Quando estamos trabalhando remotamente, o que nos sobra é só a entrega. E , na nossa experiência, é nisso que gestores e líderes deveriam focar. Se os combinados estão sendo cumpridos, faz diferença como ou quando o funcionário está produzindo? A gente acha que não. É um exercício de criar acordos claros entre as partes e de exercitar a autonomia do seu time. </p>								</div>
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					<h4 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Deu vontade de mudar?</h4>				</div>
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									<p>Se não precisamos estar fisicamente próximos dos nossos escritórios, o que acontece com a forma como moramos? Deu vontade de mudar de casa? Ou até mesmo de mudar de cidade? Buscar um pedacinho de chão e outro de céu? Estamos experimentando um momento de olhar para como vivemos e de refletir que os custos imobiliários podem ser reduzidos para todos &#8211; tanto para empresários quanto para funcionários. Outro ponto importante a se considerar é que em um momento como este as empresas podem buscar mais diversidade em seus funcionários, encontrando pessoas que moram fora dos grandes centros e que não queriam se mudar para cidades grandes. E vale refletir que, mesmo depois que a curva achate e que os escritórios voltem a funcionar, algumas pessoas podem não querem voltar. A ideia de encarar diariamente trânsito, elevadores lotados, escritórios fechados e pessoas amontoadas pode não ser mais tão atrativa. E você, tá com vontade de mudar?</p>								</div>
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					<h4 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Quais mudanças deveriam ser permanentes?</h4>				</div>
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									<p>A ideia de pegar um avião ou até mesmo um trânsito de 30, 40 minutos para fazer uma reunião já parece meio antiga pra você? À medida que o tempo passa, podemos até nos perguntar o que é mais maluco: ser forçado a trabalhar de casa, encarando uma tela o dia todo, ou a maneira de antes, com todo transporte e consumo envolvidos?<br />⠀⠀⠀⠀<br />Não é difícil pensar também no tamanho do impacto ambiental. Fica então a questão: quem pode deveria optar pelo remoto mesmo em um melhor cenário? Estudiosos defendem que alcançamos o melhor resultado se abordamos uma forma parcialmente remota, espécie de meio termo no qual as empresas obtêm os benefícios da produtividade sem perder sua coesão ou criatividade.<br />⠀⠀⠀⠀<br />Timothy Golden, um estudioso do trabalho remoto, fazia parte de uma equipe que estudava a satisfação no trabalho e descobriu que a felicidade dos trabalhadores aumentava em correlação ao número de horas que trabalhavam remotamente &#8211; até 15 horas por semana. A partir disso, a felicidade &#8220;estabilizou-se&#8221;. Isso significa que passar ao menos dois dias por semana trabalhando remotamente pode permitir que um trabalhador ganhe todos os benefícios antes que uma “sensação de isolamento” ou talvez “um aumento na dificuldade de comunicação” comece a consumir os ganhos.<br />⠀⠀⠀⠀<br />Camila Magnus, sócia da Maíz, consultoria que desenvolve treinamentos e ferramentas de aprendizagem para empresas, acredita na mistura. “Pensando em um contexto não pandêmico, o maior ganho do trabalho remoto é ter a flexibilidade de poder escolher onde trabalhar a cada dia, o que nos permite uma rotina mais respeitosa em relação a diversas necessidades. Tenho uma tarefa que demanda silêncio e concentração? Preciso levar o filho no médico em algum horário? Fico em casa. Estou precisando de ajuda para desempacar em um projeto? Tenho um dia cheio de reuniões e trocas? Vou para o escritório.”<br />⠀⠀⠀⠀<br />Qual é a sua opinião? Combina com a sua realidade profissional?</p>								</div>
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					<h4 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Pra quem não consegue descansar</h4>				</div>
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									<p>Desde que os smartphones passaram a habitar nossa mão e nosso bolso, o trabalho passou a fazer parte também dos nossos momentos mais íntimos e de descanso: noites, refeições, fins de semana e até férias. Agora com o contexto da pandemia a impressão é de que o trabalho engoliu nossa vida por completo: quem aí está com mais dificuldade de descansar?<br />⠀⠀⠀⠀<br />Se inicialmente parecia que iríamos ter mais tempo, percebemos que estamos trabalhando bem mais, e estudos mostram que trabalhadores remotos podem ser até 13% mais produtivos. Nicholas Bloom, professor de economia da Universidade de Stanford, afirma que “o aumento na produtividade aparentemente veio da capacidade dos funcionários de trabalharem com mais eficiência, sem interrupções. As pessoas também trabalhavam mais horas: não havia deslocamento para atrasá-las para seus turnos, e até mesmo suas pausas foram mais breves”.⠀⠀⠀⠀<br />⠀⠀⠀⠀<br />Por que acabamos oferecendo as horas livres que ganhamos trabalhando remotamente para o trabalho? “A principal razão reside nas ​​normas sociais que enfatizam a importância de estar no local, disponível”, diz Kristina Trygg, pesquisadora em geografia cultural da Universidade de Estocolmo.<br />⠀⠀⠀⠀<br />Ficamos disponíveis mesmo após o expediente, e isso está eliminando as fronteiras entre trabalho e lazer. Acabamos trabalhando mais do que antes, muitas vezes sem remuneração extra. E o mais surpreendente é que muitas vezes não fazemos isso por obrigação: pelo menos os funcionários que participaram do estudo afirmaram que geralmente é uma escolha deles. Existe um interesse em se manterem atualizados e ter algum controle sobre o que está acontecendo. “Há também a questão da expectativa de colegas de trabalho, chefes e clientes de que eles permaneçam acessíveis fora do horário de trabalho. Isso envolve expectativas percebidas, bem como expectativas reais”, diz Trygg.<br />⠀⠀⠀⠀<br />Se identificou ou a sua experiência está sendo diferente? Queremos saber!</p>								</div>
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		<p>O post <a href="https://www.ainternetqueagentequer.com/impactos-do-trabalho-remoto/">Impactos do trabalho remoto</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ainternetqueagentequer.com">A internet que a gente quer</a>.</p>
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		<title>Crianças e telas: como encontrar um equilíbrio?</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Oct 2020 03:40:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Crianças e telas: existe um equilíbrio? Como encontrá-lo? </p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="1865" class="elementor elementor-1865">
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<p>Crianças e telas: uma conversa necessária e um tanto complexa, ainda mais no período que vivemos. Se até o ano passado a discussão girava em torno dos protocolos recomendados pelas associações de pediatria no mundo sobre esse assunto, a pandemia veio para chacoalhar tudo: entre a recomendação e a realidade dos lares que também viraram escola e lazer, tudo isso enquanto os pais e cuidadores &#8211; principalmente mulheres &#8211; tentam equilibrar outros inúmeros pratinhos, como podemos pensar em uma relação mais saudável das crianças com o digital?</p>



<h4 class="wp-block-heading">Se você não deixaria uma criança sozinha na rua, também não deveria deixar na internet</h4>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/10/0910_-1-819x1024.png" alt="" class="wp-image-1870" width="369" height="363"/></figure></div>



<p>Conversar sobre tempo de tela é falar de privilégio. &#8220;Distribuição de tempo de tela traduz uma inequidade social absurda. O uso fortalecedor da tecnologia é proporcional ao privilégio social. Quanto mais você sobre na escala social, mais chance de a criança ter repertório, de ter uma experiência esclarecedora na internet&#8221;, diz Mariana Ochs, coordenadora do <a href="https://www.instagram.com/educamidia/">@educamidia</a>, programa do Instituto Palavra Aberta criado para capacitar e engajar a sociedade no processo de educação midiática dos jovens.<br>⠀⠀⠀⠀<br>Para pensar na relação dos pequenos com a internet, um bom questionamento a se fazer é: você deixaria uma criança sozinha na rua? &#8220;Precisamos ajudar a criança a construir autonomia. Para isso, você vai junto, orienta, constrói passo a passo, vai soltando aos poucos a criança no ambiente público. A internet também é um ambiente público.&#8221; E, claro, dá trabalho fazer isso, mas é nosso papel. &#8220;Não adianta proibir uso de telas, precisamos transformar em conversa. A gente não pode terceirizar a responsabilidade dessa bagunça que a gente está vivendo. Tudo bem que o design e a governança são importantes, mas precisamos formar leitores melhores para esse ambiente&#8221;, diz.<br>⠀⠀⠀⠀<br>Não vale, também, culpar pais, mães e cuidadores. &#8220;Agora que não temos muita escolha, entendo que tempo de tela está liberado.&#8221; De novo, não é sobre tempo, mas sobre bom senso, qualidade e finalidade da experiência. &#8220;É olhar para a tecnologia como possibilidade de colaboração. Tem idades apropriadas pra poder falar de certas coisas. Se você não ensina, se não media a entrada das crianças no ambiente digital, cria um consumidor passivo e perde uma oportunidade de educar para um uso consciente e educador da tecnologia.&#8221; Estamos prontos para incluir a conversa sobre internet no dia a dia dos pequenos?</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que as crianças acham mais legal na internet?</h4>



<p>Ouvimos crianças e pré-adolescentes sobre o que eles acham da internet: o que é mais legal? O que é mais cato? Reunimos as respostas neste vídeo no nosso post do insta!</p>



<figure class="wp-block-embed-instagram wp-block-embed is-type-rich is-provider-instagram"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/tv/CGQofpTnGHr/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="12" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/tv/CGQofpTnGHr/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; 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font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;"> View this post on Instagram</div></div><div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"><div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div></div><div style="margin-left: 8px;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style=" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; 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E o mais chato? Como tem sido fazer aula pelo computador? O que gostam de fazer além das telas? Qual é a internet que elas querem? E como elas querem que a gente use a rede no futuro? Neste dia 12 de outubro, ouvimos crianças e pré-adolescentes. Reunimos as respostas neste vídeo. Esperamos que gostem! #ainternetqueagentequer #criançasetelas</a></p> <p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;">A post shared by <a href="https://www.instagram.com/contente.vc/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px;" target="_blank"> Contente.vc</a> (@contente.vc) on <time style=" font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px;" datetime="2020-10-12T22:16:20+00:00">Oct 12, 2020 at 3:16pm PDT</time></p></div></blockquote><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script>
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					<h4 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Você sabe o que o seu filo está acessando?</h4>				</div>
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									<p>Navegar junto é preciso. Saber o que seu filho acessa é fundamental para que o diálogo se estabeleça &#8211; e também para que a orientação seja feita de forma mais próxima, sem tantos dogmas, e sim com conversa.<br />⠀⠀⠀⠀<br />&#8220;Crianças de 9/10 anos que consomem YouTube freneticamente não sabem que aquilo é monetizado. Não distinguem o que é propaganda do o que é conteúdo, não entendem quanto vale seu like. É muito importante você saber o que o seu filho está vendo. Ali existe um universo de coisas a serem discutidas&#8221;, diz Mariana Ochs, do <a class="notranslate" tabindex="0" href="https://www.instagram.com/educamidia/">@educamidia</a>.<br />⠀⠀⠀⠀<br />Ela acrescenta que, mesmo com os mais velhos, vale sentar junto e assistir a uns vídeos. &#8220;Sei que é uma coisa chata de se fazer, mas acompanhando, dá para conversar sobre o que é fortalecedor, sobre o que promove preconceito. Quanto mais porcaria seu filho estiver vendo, mais os algoritmos vão entregar porcaria. Temos um papel importante de tentar influenciar recomendações.&#8221;<br />⠀⠀⠀⠀<br />Citando a Common Sense, organização que estimula um uso seguro da tecnologia pelas crianças, ela recomenda ver o histórico de navegação. &#8220;Um dos maiores problemas com pré-adolescentes é eles caírem num buraco de que uma hora estão vendo um vídeo de música, depois estão vendo teoria da conspiração. Crie uma conta para cada pessoa da família. Influencie o histórico do seu filho, puxe coisas da sua infância. É um hack, uma coisa de guerrilha. Quanto mais coisa bacana você inserir, mais chance de influenciar. É muito importante a criança ter ferramentas para decidir no que vai acreditar, no que não vai acreditar. Que discursos ela vai considerar adequados ou desrespeitosos?&#8221;<br />⠀⠀⠀⠀<br />Toda a discussão, diz Mariana, é importante para que as crianças e os adolescentes possam aprender a eles mesmos fazerem esses julgamentos. &#8220;A gente sabe que na vida precisamos educar as crianças e dizer que não pode tratar mal os colegas, que isso é desrespeitoso. A gente não pode achar que vai se eximir dessa discussão no digital.&#8221;</p>								</div>
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					<h4 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Você sabe quem são os ídolos do seu filho?</h4>				</div>
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									<p>&#8220;Vamos parar de fingir que as crianças não usam telas? Que só pode depois dos dois anos? Na vida real isso já acontecia, mas só na pandemia que virou uma conversa. E isso deu uma acalmada no coração de muitos pais e mães.&#8221; Quem diz é Deh Bastos, comunicadora, mãe do José, de dois anos, e criadora do perfil <a class="notranslate" tabindex="0" href="https://www.instagram.com/criandocriancaspretas/">@criandocriancaspretas</a>. &#8220;É open bar de tela. É o que está dando para fazer, para administrar&#8221;, ri.<br />⠀⠀⠀⠀<br />Admitir o exagero pode funcionar como um primeiro passo para fazer um uso mais consciente. &#8220;É mais fácil agir se você trabalha ao lado do seu filho e consegue ver o que ele está acessando.&#8221; No seu caso, o seu filho ainda é muito pequeno e troca o celular por qualquer brincadeira. Na experiência com a página, Deh recebe inúmeros relatos, inclusive sobre as dificuldades de ver a casa virar escola.<br />⠀⠀⠀⠀<br />&#8220;Me incomoda quando a gente está na internet mas não se dá conta de que o filho está vendo vídeos de crianças abrindo brinquedos, de coisas sendo destruídas. E eles fascinados. Tem um excesso de publicidade, de personagem. Você está mandando um textão e não se dá conta que a criança está ali do lado consumindo o que você condena.&#8221;</p>								</div>
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									<p>Ela aproveita para deixar uma provocação: você sabe quem são os ídolos do seu filho? &#8220;A gente está muito preso em um conflito com as gerações mais velhas, mas ainda não se deu conta de que a internet está trazendo um conflito de geração com os mais novos. Quem se considera &#8216;descontruidão&#8217; está sabendo do que os ídolos dos nossos filhos falam?&#8221; Sem contar que nenhum desses ídolos é uma criança preta, acrescenta. &#8220;No Tik Tok existem crianças negras que fazem sucesso se autodepreciando. Tem muito adolescente se colocando como alvo de piada. Quais os impactos disso na autoestima deles?&#8221;<br />⠀⠀⠀⠀<br />É preciso se aproximar da relação dos pequenos com a internet. &#8220;Precisamos entender melhor quais são os signos que interessam a eles. É música no Tik Tok? Então vamos lá. Ficar perto, para aí sim orientar na construção de um uso melhor.&#8221;</p>								</div>
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					<h4 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Seja você o piloto desse avião!</h4>				</div>
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									<p>Na casa de Roberta Ferec (<a class="notranslate" tabindex="0" href="https://www.instagram.com/robertaferec/">@robertaferec</a>) as crianças sabem que “tempo de tela” é o tempo que sobra, e não pode roubar o tempo que seria destinado a atividades absolutamente essenciais para a saúde e o bem-estar deles, diz a autora do livro &#8220;Tela com cautela&#8221; (<a class="notranslate" tabindex="0" href="https://www.instagram.com/editoramatrescencia/">@editoramatrescencia</a>). &#8220;Quando comecei a estudar o assunto fui mais guiada pelo que estava acontecendo com os adultos, a minha relação com tecnologia, a do meu marido, das minhas alunas e seguidoras. Percebi o excesso de uso como algo que impedia que elas fizessem o essencial: o tempo com a família, o sono, o autocuidado.”<br />⠀⠀⠀⠀<br />Seus filhos têm 6, 8 e 11 anos e sabem que existem coisas na vida que a tela não pode fornecer, como tempo junto, o olho no olho, sono de qualidade, brincadeira e atividade física. É por isso que a família criou seus limites e combinados quanto ao tempo, o conteúdo, os locais e momentos em que as telas são ou não são bem-vindas. Ninguém está autorizado a usar na mesa de refeições. &#8220;No quarto é inaceitável. Existe bastante pesquisa que indica que aumentam riscos de cyberbullying, de se tornarem vítimas de predadores sexuais e de piorar a qualidade do sono. Acontece muito de adolescentes adiarem a hora de dormir num momento em que dormir é essencial.&#8221;<br />⠀⠀⠀⠀<br />Além dos combinados, é importante o diálogo aberto sobre o bom uso. “Sobretudo para crianças e adolescentes que já fazem uso de smartphones, temas como sexting, fake news, distração, selfies, conteúdos impróprios e redes sociais precisam fazer parte dos novos diálogos e da mediação digital.”<br />⠀⠀⠀⠀<br />Por outro lado, ela destaca os benefícios, como as crianças ficarem mais próximas da família, principalmente durante a pandemia, e terem acesso a apps de qualidade. Ela acrescenta que a maioria dos especialistas concorda que nós, sociedade, não temos um problema de vício, mas de maus hábitos. &#8220;Se é hábito você tem controle e possibilidade de mudar.&#8221; </p>								</div>
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					<h4 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Não basta proibir, é preciso ensinar</h4>				</div>
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									<p>89% das crianças e adolescentes entre 9 e 17 anos são usuárias de internet no Brasil &#8211; isso corresponde a 24,3 milhões de pessoas. Os números são altos, mas ainda há muita desigualdade. &#8220;Nesse momento de pandemia precisamos falar dos números. A gente tem que considerar aqueles que não têm acesso quando a educação está sendo feita de forma remota. Uma parcela da população está totalmente excluída: ou pela má qualidade, ou por não estar conseguindo se adaptar da mesma maneira&#8221;, diz Luísa Adib, coordenadora da pesquisa TIC Kids Online 2019, divulgada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (<a class="notranslate" tabindex="0" href="https://www.instagram.com/nicbr/">@nicbr</a>).<br />⠀⠀⠀⠀<br />O celular é o principal dispositivo de acesso à internet. Atividades multimídia, de comunicação, educação e busca por informações estão entre as mais realizadas. Outro dado que chama a atenção é que 29% desse público de 9 a 17 anos ajudaram seus pais ou responsáveis a fazer algo na internet todos os dias ou quase todos os dias.<br />⠀⠀⠀⠀⠀<br />&#8220;Você precisa conhecer o ambiente para orientar. Se os pais têm escolaridade mais alta, as proporções de atividades de orientação e verificação são mais altas também.&#8221; Principalmente nas classes C, D e E, aumenta o número de crianças que ajudam os pais a fazerem algo na internet. &#8220;É super importante que a mediação parental seja valorizada e que os pais compreendam a influência sobre um uso consciente e responsável da internet. O diálogo é fundamental. Atividades restritivas não são as mais eficientes. Em algum momento a criança pode se deparar com um risco e não ter desenvolvido a habilidade para aquilo&#8221;, diz ela, completando que não só pais e responsáveis precisam orientar, mas escolas, onde ainda é baixo o uso de internet, Estado, empresas. &#8220;Se a gente informa e orienta uma criança, ela tem o potencial de propagar o uso mais seguro e responsável entre os pares. Todos os atores com quem a criança convive são importantes nessa equação.&#8221;</p>								</div>
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					<h4 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Você já leu um livro digital para o seu filho? </h4>				</div>
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									<p>A qual conteúdo as crianças ao seu redor têm acesso? Seja na internet, seja na TV, seja em qualquer meio? Fomos conversar com a Isabel Malzoni, criadora da <a class="notranslate" tabindex="0" href="https://www.instagram.com/editoracaixote/">@editoracaixote</a>, para saber como os livros digitais podem entrar na gincana do entretenimento. &#8220;Há os apps literários, que são livros digitais interativos, e também os e-books e PDFs. Os apps propõem uma leitura multimodal. Ou seja, eles apresentam o texto e a imagem, como em um livro ilustrado, mas também movimento, interatividade, trilha e efeitos sonoros. Para ler esses livros, o leitor precisa fazer sentido de todos esses modos juntos, e isso pressupõe e exercita uma leitura mais complexa, que lida com muito mais elementos&#8221;, diz ela.<br />⠀⠀⠀⠀<br />Ela acrescenta que interatividade com propósito convida a a criança para uma participação ativa, e isso é muito positivo. &#8220;Interatividade não é oferecer um grande número de gatilhos para serem clicados aleatoriamente. Há vários apps assim, que realmente distraem, porque há às vezes uma concepção superficial sobre o uso do digital para as crianças, que acredita que &#8216;criança gosta de clicar em tudo&#8217;.&#8221;<br />⠀⠀⠀⠀<br />Pra finalizar, questionamos: por que ainda é mais fácil ver crianças no iPad ou no YouTube do que consumindo apps literários? &#8220;Ler pede um esforço. Você precisa decifrar aqueles símbolos, fazer sentido deles. É uma atividade intelectual, que se relaciona com as seu repertório. Não é à toa que há tanto empenho em se formar leitores. É claro que depois, leitor formado, é uma delícia. Jogar e ver vídeos não pede esse esforço. Os jogos, em sua maioria, são feitos com a intenção de &#8216;fisgar&#8217; o usuário, com uma série de estímulos-recompensas difíceis de largar. Acontece com os adultos, por que não aconteceria com as crianças? O livro não faz isso porque se baseia em um arco narrativo, tem começo, meio e fim. Não fica pedindo &#8216;de novo, de novo&#8217;.&#8221; Veja uma lista com sugestões no álbum.<br />⠀⠀⠀⠀⠀<br />Como anda a relação com leitura na sua casa?</p>								</div>
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		<title>É possível ter saúde mental na internet?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Contente]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Sep 2020 22:06:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É possível manter a saúde mental na era do digital?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4>Vamos falar sobre saúde mental?</h4>
<p>Não é adequado do ponto de vista emocional não sentir medo diante de uma ameaça. &#8220;Estamos todos de certa forma adoecidos, principalmente nos últimos seis meses. Nós estamos sim suscetíveis, muito mais propensos a sentir as dores da existência do que estávamos antes de ficarmos isolados, com medo de contágio&#8221;, diz a psicóloga Louise Madeira, em entrevista para a Contente.</p>
<p>Ainda assim, ao acessar a internet às vezes pode parecer que tudo continua funcionando, que todo mundo &#8220;está bem&#8221;, menos você. Se identifica?</p>
<p><img decoding="async" src="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/09/0109_2-819x1024.png" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" srcset="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/09/0109_2-819x1024.png 819w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/09/0109_2-240x300.png 240w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/09/0109_2-768x960.png 768w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/09/0109_2-1229x1536.png 1229w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/09/0109_2-1638x2048.png 1638w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/09/0109_2-600x750.png 600w" alt="" width="819" height="1024" /></p>
<p>Por isso precisamos falar sobre saúde mental. &#8220;Esse assunto repercute na internet porque é uma dor coletiva, porque está todo mundo buscando um caminho para se salvar dessa existência, das relações, da pandemia, se adaptar à falta de dinheiro. Repercute porque é vida&#8221;, diz Louise, que faz falas terapêuticas curtas no ótimo podcast New Me (@newme.app). &#8220;A pandemia traz uma experiência novíssima de dar espaço para as dores e oferecer uma sustentação. É preciso dizer: eu sei que está doendo.&#8221;</p>
<p>Na internet podemos nos deparar com posts que dizem &#8220;vai ficar tudo bem&#8221;. E eles são válidos, claro. Mas como podemos aprofundar mais nesse turbilhão de ansiedade, angústia, por vezes depressão e outros transtornos? &#8220;Temos uma cultura que por algumas razões diz que não deveríamos ter dores e angústias. É saudável ter medo diante da ameaça, ter angústia diante do que é angustiante, ficar triste quando a gente tem uma perda.&#8221;</p>
<p>&#8220;A vida é uma total incerteza, mas sempre mascaramos isso com algumas certezas fictícias. A pandemia esfregou na nossa cara: você não tem certeza de nada, você não sabe do seu futuro. Não dá para fugir de nós mesmos, dos nossos relacionamentos. Acho que a pandemia não é boa para nada, mas acho que talvez a gente possa encontrar um eixo para pensar em fazer algo que seja bom para nós.&#8221;  </p>
<h4>A primeira coisa do seu dia é o celular?</h4>
<p>Você mal abre o olho e já pega o celular para dar aquela olhadinha, que logo viram uns 20 minutos. Qual o impacto disso na sua saúde mental?</p>
<p>&#8220;Você acorda já cheio de informação, de angústias&#8221;, aponta a psicóloga Louise Madeira, acrescentando que estamos todos, com algumas exceções, compulsivos por internet. &#8220;Quando uma pessoa me diz que precisou tirar o telefone do recinto para conseguir estudar, ou outra diz que precisou colocar o celular no modo avião para poder funcionar é porque já foram atropeladas pela internet.&#8221;</p>
<p><img decoding="async" title="0309" src="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/elementor/thumbs/0309-ow1wfn6bnrwxht33655cofz891g6nppza0nn64imlw.png" alt="0309" /></p>
<p>Estamos todos com possibilidade de não ver mais graça no que não tem uma tela no meio, ela acrescenta. &#8220;Estamos almoçando e pegamos o celular para checar os nutrientes daquele prato. Se temos uma dúvida no meio de uma conversa, já pegamos o celular para conferir. Você vai contar uma história, procura o vídeo para mostrar. É como se a gente não tivesse mais narrativa. Era tão bonito quando a gente contava uma história com os sentimentos da gente, e não só mostrando coisas.&#8221;</p>
<p>Para revertermos essa fase de intoxicação, precisamos aprender a administrar o tempo que a gente passa por aqui. É menos sobre controle e mais sobre consciência. &#8220;Até uma criança está tendo dificuldade de interpretar o sentido da tela. Antes a tela era o jogo, mas agora a tela é a aula também.&#8221; </p>
<p>O que você tem feito para não ficar por aqui horas sem nem se lembrar mais o motivo que te fez pegar o celular?</p>
<h4>Duas propostas para usar a internet e preservar sua saúde mental:</h4>
<p>Se antes questionávamos quanto tempo passávamos na internet, hoje ela se instaurou na nossa vida em outra perspectiva. Passamos mais tempo, afinal muito da nossa vida acontece por aqui, por essa tela que é, ao mesmo tempo, trabalho, encontro, informação, distração. </p>
<p>&#8220;A internet é boa, a forma como a gente usa a internet pode ser péssima&#8221;, diz a psicóloga Louise Madeira. &#8220;Uma criança de um ano, se você coloca vários brinquedos e um celular, ela vai perseguir a luz da tela. Tiro o chapéu para quem faz esse projeto de vício coletivo da humanidade.&#8221;</p>
<p>Como lidar melhor com essa ferramenta onipresente nas nossas vidas? &#8220;Quando a internet está muito dissociada da vida, quanto mais distantes forem os conteúdos da minha própria   vida, tanto o que produzo quanto o que consumo, maior minha ansiedade. Uma menina jovem que está com problema de autoimagem corporal, que não está feliz com seu corpo, quando consome imagens de corpos &#8216;perfeitos&#8217; vai sentir ainda mais angústia. Se ela consumir postagens que mostram &#8216;imperfeições&#8217;, entre aspas porque somos todos imperfeitos, ela pode melhorar na dificuldade.&#8221;</p>
<p>O mesmo vale para quem produz conteúdo. &#8220;Quanto mais o que você está dizendo é parecido com o que você realmente pensa, mais você se realiza, fica feliz com sua relação com a internet.&#8221; Nada como ser mais a gente e menos personagem, né?</p>
<p>A chave para essa autenticidade que contribui para a nossa saúde mental? Curadoria. Escolher bem o conteúdo, o que vamos consumir de informação, quem vamos seguir. &#8220;Existe um apelo de consumo que mostra o que a gente não pode, o que não tem, o que a gente não é. Isso gera consumo de muitas outras coisas, que reforça a falta e dá a sensação de que vai suprir sua falta. Como se a falta humana fosse suprível. E não é. É preciso saber da sua falta, sustentar também sua angústia de viver&#8221;, completa.</p>
<p>Você tem conseguido lidar bem com o que falta? Tem conseguido pensar no que preserva e no que divide na internet?</p>
<h4>4 perguntas para se fazer ao usar a internet e cuidar da sua saúde mental</h4>
<p>A internet é sedutora, conquistadora, incansável &#8211; e desperta todo tipo de emoção na gente. Nos acostumamos a um ciclo que se repete todos os dias, nas inúmeras horas que passamos por aqui. &#8220;Mesmo um conteúdo incômodo pode dar um barato, tem aquela tela colorida… Quando você vê outra pessoa esnobando riqueza no Caribe, para ficar numa imagem clichê, você quer ver mais daquilo&#8221;, aponta Louise Madeira (@newme.app), psicóloga, nossa convidada especial desse mês de setembro em que falamos de saúde mental.</p>
<p><img decoding="async" title="1109-2" src="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/elementor/thumbs/1109-2-ow1x7sgjzgtkavlrmgljnmzt5n94phpnjmtn98sqhc.png" alt="1109-2" /></p>
<p>A internet é sobre excessos. &#8220;O grande convite da internet é deixa eu te mostrar uma coisa. E quando eu te mostro uma coisa, a internet diz: deixa eu te mostrar outra coisa&#8221;, diz ela, citando o comportamento das pessoas mais velhas no Whatsapp. &#8220;O tempo inteiro elas querem mostrar. Não é à toa que a gente vai abrindo coisa, coisa, coisa. Posso ficar todo dia compelido a ver mais, e isso gera compulsão. Compulsão é querer repetir, repetir, repetir, e não mais me sentir bem quando estou fazendo aquilo&#8221;, explica, acrescentando que a internet pode tirar muito dos nossos relacionamentos com outras pessoas. &#8220;Atendo casais, e o telefone celular é um catalisador de uma crise que já está ali.&#8221;</p>
<p>A gente precisa aprender a administrar esse tanto de estímulo. &#8220;Precisamos dizer assim: não, internet, eu não quero ver nada agora, só o que eu vim buscar.&#8221; Por isso, mais do que apontar quantas horas é saudável navegar por dia, Louise bate na tecla da consciência. Veja no álbum algumas perguntas para você passar melhor seu tempo por aqui.</p>
<p>Que tal experimentar respondê-las antes de voltar a navegar?</p>
<h4>Não é natural sentir ansiedade o tempo inteiro.</h4>
<p>Viver em 2020 traz inúmeros motivos para ficarmos ansiosos &#8211; e passar horas na internet contribui também. Como identificar quando um quadro de ansiedade precisa de ajuda? E, ainda, o que fazer para não deixar o digital ter influência nisso?</p>
<p>&#8220;É hora de procurar ajuda quando os sintomas são muito intensos e perduram por muito tempo, sem uma questão mais específica, como uma mudança de vida (mudar de escola, casar, sair do país, por exemplo), que naturalmente gera movimentos de ansiedade. Quando os sintomas perduram, a pessoa precisa retomar os mecanismos de enfrentamento que ela tem e que não estão sendo suficientes naquele momento&#8221;, diz Cibele Marras (@cibelemarraspsicologia), especializada em psicologia das emergências e desastres.</p>
<p>A era digital nos ajuda a nos aproximar das pessoas, a ter acesso a conhecimento e informação em abundância, lembra Cibele. Por outro lado, traz excessos. &#8220;Achamos que precisamos dar conta de tudo, e isso vai causando uma ansiedade. Mas a gente não tem como dar conta de tudo que está nossa realidade digital.&#8221; Nem precisamos ser produtivos o tempo todo, acrescenta. &#8220;Produtividade não significa necessariamente entregar mais. É fazer o que você sabe de um jeito bom, que também traga resultados para você na sua vida pessoal. Não adianta você estar bem no trabalho e sua vida pessoal não estar boa. É uma busca de cada pessoa de entender como vai equilibrar a balança.&#8221;</p>
<figure></figure>
<figure></figure>
<figure><img decoding="async" src="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/elementor/thumbs/18093-ow1xj4eap9yh47qon7h9ehc6fmv5y2g4pf1sshzd9w.png" alt="18093" /></figure>
<p>Para lidar com esse momento que é desafiador por si só, Cibele recomenda: &#8220;A gente tem que buscar não ficar só conectado. Ir para a vida real, para as relações. Não ficar absorvendo notícia o tempo inteiro, aprender a filtrar. O mundo virtual está aí para apoiar a gente na vida real&#8221;. Acrescentando que precisamos buscar pequenas pílulas de autocuidado no nosso cotidiano. &#8220;Entender o que é importante para você, o que te faz relaxar, se sentir bem &#8211; e dar um pouco disso para você todos os dias. Para se sentir recarregado.&#8221;</p>
<h4>Resista ao impulso de aconselhar quem divide um problema com você.</h4>
<p>É quase inevitável: você ouve de um amigo que ele está se sentindo mal, na sequência já dá aquela vontade de apontar alternativas. “Por que você não faz isso? Já experimentou aquilo?” A princípio, um conselho pode ser uma forma de acolhimento, mas será que é a melhor? </p>
<p>&#8220;A gente tem uma educação de crítica, de dar pitaco sem ninguém ter pedido. Somos condicionados a sempre julgar o outro, e isso não ajuda nossas relações&#8221;, diz Eliane Soares, porta voz do CVV (Centro de Valorização da Vida, @cvvoficial), uma das instituições que divulga o Setembro Amarelo, iniciativa que começou em 2015 para disseminar informação sobre prevenção do suicídio. </p>
<p>&#8220;No telefone, quando a gente atende alguém, do que uma pessoa precisa? De alguém que a respeite, a compreenda, a aceite como é. Quando a gente vai pro conselho é aquele ditado: se fosse bom, a gente vendia. O que é bom pra mim, como um simples chá de boldo, pra outra pessoa pode ser ruim, ela pode ter intolerância a um componente. No íntimo, cada um de nós sabe o que é bom para si mesmo. Às vezes o que falta é a coragem de assumir as responsabilidades e as rédeas das nossas vidas. Precisamos de tempo de elaboração, precisamos nos preparar internamente para tomar uma ação&#8221;, completa. </p>
<p>E como fazer isso no dia a dia? &#8220;Exercendo empatia, tentando se colocar no lugar do outro para entender o que ele está vivenciando. Quando fazemos isso, podemos ser quem somos, vamos aceitando as imperfeições também, as nossas e as dos outros.&#8221; Vale, inclusive, aplicar sempre um filtro aqui na internet. &#8220;Muita gente publica um mundo ideal. Quando não me encaixo, dá ansiedade e sofrimento. Às vezes o jovem fala disso no telefone. Como dosar? Entendendo que nem tudo é verdadeiro, que aquela pessoa sente tristeza, que quem é perfeito nas redes fica doente também.&#8221;</p>
<p>O CVV realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo por telefone, e-mail e chat 24 horas todos os dias. Para conhecer, acesse <a href="http://www.cvv.org.br">www.cvv.org.br</a>.</p>


<h4 class="wp-block-heading">É possível criar sem ansiedade?</h4>



<p>A produção de conteúdo foi de diversão para a maior pressão. Será que dá pra gente sair do frenesi das fórmulas de sucesso e criar com mais presença, autenticidade e alegria?</p>



<p>Separamos no vídeo algumas dicas sobre como o processo de criação pode ser mais saudável. Confira:</p>



<figure class="wp-block-embed-instagram wp-block-embed is-type-rich is-provider-instagram"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://www.instagram.com/p/CFrX7KAnv78/
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Que super poder você vai usar para contar a sua istória?</h2>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/10/3009b-819x1024.png" alt="" class="wp-image-1884" width="363" height="453" srcset="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/10/3009b-819x1024.png 819w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/10/3009b-240x300.png 240w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/10/3009b-768x960.png 768w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/10/3009b-600x750.png 600w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/10/3009b.png 1080w" sizes="(max-width: 363px) 100vw, 363px" /></figure></div>



<p>O&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/euestou/">@euestou</a>&nbsp;é um projeto sobre saúde mental. Foi criado em 2018 e mudou a vida de MM Izidoro (<a href="https://www.instagram.com/mmizidoro/">@mmizidoro</a>), um de seus criadores. &#8220;O teaser foi ao ar, dois dias depois recebemos mensagem de menina de 13 anos dizendo: &#8216;Conheci vocês no que seria o último dia da minha vida, e o vídeo me salvou&#8217;. Pirei. Se faço um comercial que não dá certo, vendo menos xampu. No projeto, a mensagem toca a menina, a família, a escola… É tão maior.&#8221;<br>⠀⠀⠀⠀<br>Marcel, que é escritor, diretor e roteirista, entendeu ali muito do poder da internet: onde chegam nossas mensagens? E mudou sua relação. &#8220;Precisava me alimentar de coisa boa. Se ficasse só consumindo conteúdo de fofoca seria como ter uma alimentação só de hambúrguer.&#8221;<br>⠀⠀⠀⠀<br>O auge da reflexão foi a direção do áudio documentário e do podcast&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/explore/tags/amareloprisma/">#AmarEloPrisma</a>, do&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/emicida/">@emicida</a>. &#8220;Criamos um conteúdo extenso em áudio, em um momento em que muita gente faz conteúdo de 15 segundos.&#8221; Tudo com base no diálogo e no entendimento de usar o superpoder da narrativa para disseminar mensagens. &#8220;A criação da comunidade é muito mais importante do que o conteúdo. Para fazer isso você precisa ser um lugar de escuta. E escutar você também. Quantas vezes você se pega dando scroll no feed pra nada?&#8221;. Nessa reflexão, invoca tempo e processo. &#8220;Produzo muito porque trabalho pouco. Para escrever um Prisma, tenho que estar na horta, lendo Budismo, ouvindo música africana, falando com meu avô. Porque aí um dia sento 8 horas no computador e tudo sai.&#8221;<br>⠀⠀⠀⠀<br>Em uma internet frenética, Marcel finaliza com a ideia de que a gente precisa se acessar, saber quem abriu caminho, dividir nossa potência. &#8220;Se todo mundo brilhar um pouquinho, a gente vira uma constelação. Não importa a maneira, faça algo. Tem quem vai fazer um bolo, cuidar do vizinho, quem vai criar conteúdo que vai falar com milhões de pessoas. Se cuidar do um, cuida do outro, se cuidar do outro, cuida de todos. Que superpoder você vai usar para contar sua história?&#8221;</p>
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		<title>O que é a Economia do ódio?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Contente]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2020 02:33:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[Efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade de expressão]]></category>
		<category><![CDATA[economia do ódio]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
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		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabe o que é economia de ódio e como você pode estar apoiando esse movimento? </p>
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									<p><strong>Você já parou pra pensar no porquê do ódio viralizar tanto na internet?</strong></p><p>Mais do que iniciativas positivas, memes engraçados ou gifs de gatinho, o ódio tem sido o principal elemento para viralizar no digital nos últimos anos. São centenas de milhares de compartilhamentos, menções, visualizações e comentários em textos, vídeos ou tweets ofensivos e violentos. Mesmo que parte significativa das interações com esses conteúdos seja de reprovação e repúdio, ainda existe um mecanismo que monetiza essas ações e faz com que esse material alcance cada vez mais pessoas: a economia do ódio. </p><p>A lógica não é tão complicada: movimentos de ódio em massa na internet se alimentam de alcance e interação, aquele conteúdo precisa furar determinada bolha para que seja visto pelo maior número de pessoas possível e enfim se tornar viral. No meio desse caminho existem dezenas de anunciantes prontos para injetar dinheiro de publicidade online nos assuntos que estão em alta nas redes sociais, e é aqui que a economia do ódio entra em jogo: quando usamos o nosso capital simbólico (curtidas, comentários, compartilhamentos) para interagir com essas postagens, ainda que demonstrando insatisfação, contribuímos para a viralização delas e para a lucratividade de todo um esquema de anúncios. </p><p>Como podemos deixar de engajar a economia do ódio e ainda assim expressar a nossa discordância frente a determinados conteúdos? No albúm separamos algumas dicas para não monetizarmos a nossa insatisfação a favor do ódio. </p>								</div>
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									<p>Você já conhecia o termo “economia do ódio”? Para além do que abordamos, qual a sua hipótese sobre esse tipo de conteúdo viralizar tanto na internet? Vai ser super interessante ler as impressões de vocês sobre o tema.</p>								</div>
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		<title>Terapia do Unfollow</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2020 01:33:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Efeitos colaterais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já conhece a terapia do unfollow?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="1830" class="elementor elementor-1830">
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									<p>Você já seguiu perfis que te despertam gatilhos negativos? Ou já se pegou stalkeando e consumindo conteúdos que fazem você se sentir impotente, inferior, inadequado ou potencialmente mal? Se sim, saiba que esses comportamentos são mais comuns do que imaginamos e que o primeiro passo para reverter esse processo está no canto esquerdo da tela do seu smartphone: o botão de deixar de seguir</p><p>Perfis que ostentam um estilo de vida perfeito, corpos inalcançáveis, rotinas irreais de produtividade ou qualquer estímulo utópico de “perfeição online”, costumam ser os principais catalisadores de sentimentos como a necessidade de consumo e a comparação. A longo prazo, dependendo do impacto desse conteúdo, quem está do outro lado da tela pode se ver imerso em dinâmicas ainda mais complexas de ansiedade, baixa estima, dismorfia de imagem  etc. Então porque continuamos seguindo perfis que não nos fazem bem?</p><p>Uma das nossa hipóteses para essa pergunta é baseada em uma das primeiras teorias sobre comparação social, em que o psicólogo americano Leon Festinger defende que todos nós temos uma tendência inerente de nos avaliarmos por meio de outras pessoas. Então, quando nos comparamos ou buscamos validação no outro, há algo que inconscientemente nos faz acreditar que se seguirmos aquele padrão (de corpo, de vida, de consumo) conseguiremos satisfazer as nossas necessidades de pertencimento, inclusão, reconhecimento e amor. </p><p>No digital, a maneira mais eficaz de barrar esse processo é evitarmos estímulos e gatilhos violentos às nossas vulnerabilidades, mesmo que isso signifique acionar o botão deixar de seguir, o de bloquear ou o de “silenciar”. O convite de hoje é para que reflitamos juntos sobre o porquê de ainda consumirmos conteúdos que nos fazem mal e quais as nossas dificuldades em aplicar a terapia do unfollow. No álbum separamos alguns tipos perigosos de “follow” que você deve evitar. O que você considera na hora de deixar de seguir um perfil? </p>								</div>
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									<p>Quantas vezes você continuou seguindo um perfil que não te fazia bem por achar que não era necessário &#8211; ou de bom tom &#8211; dar unfollow? Não existe nenhuma regra de etiqueta digital que nos obrigue a continuar consumindo conteúdos que podem ser violentos para a nossa estadia na internet. Parece óbvio, mas se te faz mal, você não precisa seguir. </p><p>Para muitas pessoas podem surgir dúvidas sobre até que ponto “deixar de seguir” é uma ferramenta de proteção e precaução contra gatilhos &#8211;  e quando se torna um mecanismo que nos fecha em uma bolha. Para entender essa diferença, basta encararmos o unfollow como um filtro, e não como uma barreira: deixar de seguir é uma tentativa de filtrar aquilo que a gente quer ter contato, quer interagir ou engajar na nossa rotina digital. É como escolher o nosso círculo de amizades na vida real ou decidirmos com quem compartilhamos os nossos momentos. Mas isso não é de forma alguma um impeditivo ou uma barreira para que a gente nunca mais precise lidar com aquilo que não gostamos de ver, ler ou consumir. </p><p>Antes de qualquer coisa é preciso lembrar que a terapia do unfollow também é um convite para a auto-observação e para a percepção das nossas vulnerabilidades. Vale a reflexão: o que nesse perfil / conteúdo me desperta determinado sentimento? Qual a origem dessa sensação em mim?</p><p>Como sabemos que nem sempre é fácil perceber o que anda nos fazendo mal no feed, separamos 4 perguntas no álbum para identificar se um perfil ou conteúdo está sendo nocivo pra você. </p><p>E por aí, qual a sua relação com o unfollow? Você sente dificuldade em deixar de acompanhar algum perfil ou conteúdo?</p><p> </p>								</div>
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									<p>Responde pra gente: atualmente o seu feed mais te inspira ou te angustia?</p><p>Não é fácil lidar com todos os estímulos de consumo, comparação e com toda a avalanche de informação disponível na internet. Mas um dos pontos positivos do digital é que podemos selecionar &#8211; ainda que minimamente &#8211; aquilo que queremos ou não acompanhar. </p><p>Para nós o feed ideal é aquele que acolhe e inspira, mas só desenvolvemos a capacidade de construir esse espaço quando estamos dispostos a desconstruir conexões que talvez não nos façam tão bem. Se você quer descobrir como aplicar a terapia do unfollow no seu perfil, dá uma olhada no nosso álbum! </p><p>Queremos saber de você: que tipo de conteúdo ou perfil você deixou de acompanhar ou gostaria de não ver mais no seu feed? Como isso afeta a sua relação com as redes sociais hoje?</p>								</div>
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		<title>Manual de sobrevivência para profissionais da internet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Contente]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Aug 2020 23:10:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Efeitos colaterais]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saúde mental e criação de conteúdo podem coexistir? </p>
<p>O post <a href="https://www.ainternetqueagentequer.com/manual-de-sobrevivencia-para-profissionais-da-internet/">Manual de sobrevivência para profissionais da internet</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ainternetqueagentequer.com">A internet que a gente quer</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="1767" class="elementor elementor-1767">
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									<p></p>
<p>Criadores, comunicadores, influenciadores, designers e demais profissionais da internet: <strong>o papo de hoje é com vocês</strong>. Trabalhar com uma ferramenta tão dinâmica e versátil pode ser maravilhoso, pelo menos até o momento em que esse trabalho invade a sua vida pessoal, sequestra todo o seu tempo, invade o seu horário de almoço e desregula o seu sono. Se identificou?</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Desde que as redes sociais se consolidaram como canais possíveis para o desenvolvimento de relações comerciais e profissionais, nós assistimos a uma guinada de inúmeros novos modelos de negócio que sequer dependem de contratos formais. É ótimo que tenhamos tantas possibilidades, mas ao mesmo tempo em que caminhamos em direção a uma aceleração desses modelos de trabalho, também observamos a desvalorização dos profissionais, caracterizada principalmente pela <strong>carga horária de trabalho infinita</strong>, a <strong>extinção dos limites entre a vida pessoal e a profissional</strong> e o <strong>esgotamento criativo</strong>. Se você identificou pelo menos uma dessas dinâmicas na sua rotina de trabalho, bem-vindo: esse guia é pra você. </p>
<p></p>
<p></p>
<p>Do “início de um sonho” até o “deu tudo certo”, quem trabalha com a internet passa por desafios constantes que envolvem a cobrança para a criação de um conteúdo sem defeitos, a busca pela quantidade perfeita de posts a serem feitos em uma semana e de quebra a pressão para acompanhar todas as oscilações do algoritmo sem perder relevância.<strong> Detox digital e momentos offline? Uma realidade distante demais para ser alcançada.</strong> Não precisamos refletir muito para descobrir que essa é a fórmula perfeita para a exaustão e para um processo de criação não combina com manutenção da saúde mental. </p>
<p></p>
<p></p>
<p>Pensando que #ainternetqueagentequer não pode ser construída se estivermos exaustos, montamos  um manual de sobrevivência para profissionais da internet que desejam continuar criando, mas sem sacrificar a sua saúde e seu bem estar para isso. </p>
<p></p>
<p></p>
<p>Queremos saber de você: qual o seu maior desafio em trabalhar com a internet?</p>
<p></p>								</div>
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					</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Precisamos falar de Burnout</h2>				</div>
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									<p><strong>Como anda a saúde mental de quem trabalha com a internet?</strong></p>
<p>Cerca de <strong>30% dos trabalhadores brasileiros</strong> já sofreram ou sofrem de <strong>Burnout</strong>, a síndrome do esgotamento profissional. A estimativa é da International <strong>Stress Management Association (ISMA)</strong>, e em números totais significa que 1 a cada 3 trabalhadores pode desenvolver o quadro ao longo da vida. Quando falamos de criadores e profissionais da internet a situação pode ser ainda mais complexa, uma vez que a cultura de conectividade faz parecer que nós estamos sempre disponíveis para responder demandas de trabalho, criar, escrever, gravar, postar. Afinal, <strong>parece o emprego dos sonhos, não é mesmo?</strong></p>
<p>O caminho até o <strong>Burnout</strong> é construído a passos curtos: são madrugadas de produção que substituem o sono, adiantamento de jobs que não preveem horários de almoço, junto à pressão por números, métricas e resultados cada vez maiores. O problema desse <strong>“supercomprometimento”</strong> é que a longo prazo ele não é mais só a exceção de um dia difícil de trabalho, mas sim a regra que dita a forma como nós lidamos com a nossa rotina produtiva. Em pouco tempo a curva de acúmulo de tarefas entra em declínio e se converte em stress, sono, cansaço e esgotamento. E aqui vale um alerta: não é normal estarmos esgotados o tempo todo. </p>
<p>O processo de esgotamento generalizado nos provoca questionamentos como: <strong>por que eu estou tão infeliz fazendo aquilo que eu gosto?</strong> Esse sentimento de insatisfação é quantitativo: pelo menos <strong>21% dos criadores de conteúdo do Brasil dizem sofrer de ansiedade ou de algum processo depressivo</strong>, segundo dados de 2018 do portal Criadores Id. </p>
<p>Na segunda parte do manual de sobrevivência para os profissionais da internet, queremos discutir sobre o que é <strong>Burnout</strong>, quais as suas consequências e quando o esgotamento é um sinal de alerta para procurar ajuda. Como anda a sua relação com cansaço e criação? Já se sentiu esgotado em trabalhar com redes sociais?</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Ficar offline é possível: desconectar para não pirar</h2>				</div>
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									<p><strong>Somos o país que mais passa tempo online no mundo:</strong> segundo dados da <strong>GlobalWebIndex de 2019, os brasileiros passam em média 225 minutos por dia</strong> (ou mais de quatro horas) imersos em likes, comentários, stories, tweets, notícias e mensagens instantâneas. Se todo esse tempo gasto já parece absurdo, saiba que essa média pode variar (para mais) quando falamos de criadores, influenciadores e profissionais que dependem das mídias sociais para trabalhar. </p>
<p>Além dos malefícios já conhecidos que os excessos de tempo de tela podem trazer para o nosso corpo, quando nós nos habituamos a uma rotina digital sem limites &#8211; mesmo que por razões de trabalho &#8211; submetemos a nossa mente a um processo vicioso de dependência liderado pela dopamina, hormônio do prazer. Sobre esse ciclo, <strong>Ramsay Brow</strong>, fundador da startup <strong>Dopamine Labs</strong>, explica: <strong>“A dopamina associada ao uso de redes sociais ativa no nosso cérebro receptores de prazer, nos ensinando a associar certos comportamentos a recompensas. Nos tornamos cobaias em jaulas apertando o botão e, às vezes, recebendo curtidas em troca”</strong>. </p>
<p>Esse é um processo a que todos os heavy users de redes sociais estão sujeitos. Mas quando falamos de profissionais da internet o assunto ganha um foco especial: como fugir desse ciclo e fazer um detox digital mesmo trabalhando nesse espaço?</p>
<p>Na terceira parte do manual da sobrevivência para profissionais da internet, trouxemos caminhos para reverter o ciclo e ter uma relação saudável com redes sociais &#8211; principalmente se esse for o seu trabalho. Se você trabalha com a internet, responde pra gente: você já tentou fazer um detox de redes sociais? </p>								</div>
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									<p>Troque sua alfinetada por mais incentivo. Sabemos que a velocidade das redes sociais muitas vezes nos faz &#8220;perder&#8221; um post, uma comunicação, uma novidade. Até mesmo quando o autor ou a autora é próximo de nós. Por outro lado, quem começa a se expressar mais no online também pode ocasionalmente receber alfinetadas como &#8220;só quer ser a blogueirinha&#8221;, colocando todas as pessoas que se expressam dentro de uma mesma caixa, mesmo a internet sendo tão múltipla. Por trás de um feedback assim, que costuma misturar humor com toques de sarcasmo, está a pontuação de que você está diferente: aparecendo mais nos stories, falando mais de trabalho, se mostrando mais mesmo aqui nesse mundão da internet. E o problema nisso está muito mais no outro do que em você.<br />⠀⠀⠀⠀<br />Temos que ficar bem ligados nos nossos censores, tanto o censor interno (que muitas vezes nos impede de fazer o que queremos, como começar a aparecer mais nos stories, por exemplo) quanto o externo (e aí pode ser amigo, família, seguidor: gente que te acompanha, sabe muito do que você faz, mas não perde a oportunidade de soltar uma crítica, nem sempre construtiva). Que os censores não nos impeçam de colocar nossos pensamentos, desejos, criações e negócios no mundo, não é mesmo?</p>								</div>
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		<title>O digital e fadiga pela empatia</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2020 14:50:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabe o que é a fadiga pela empatia e o quais os sintomas dela? No post de hoje conversamos sobre como esse fenômeno é acelerado pelo digital e como isso pode nos atingir. </p>
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<p>Sabe quando você se dá conta do tanto de coisas tristes, injustas e erradas que acontecem no mundo e parece que nada que for feito será o suficiente para mudar alguma coisa? Ou quando você até deixa de sentir emoções diante de notícias ruins, pois elas simplesmente viram &#8220;mais uma&#8221;? Essa sensação tem nome: é a <strong>&#8220;fadiga por compaixão&#8221;</strong>, termo cunhado em 1992 pelo médico e professor <strong>Charles Figley</strong> e uma condição caracterizada por uma diminuição gradual da compaixão ao longo do tempo. Os que a estudam observam que a condição <strong>é comum entre quem trabalha diretamente com vítimas de desastres, traumas ou doenças</strong>, especialmente no setor de saúde. No entanto, há quem argumente que o excesso de informação tem causado um cansaço generalizado de compaixão na sociedade, ao saturar jornais e noticiários com imagens descontextualizadas e histórias de tragédias e sofrimento. O resultado é que <strong>podemos nos tornar insensíveis ou até resistentes a ajudar quem precisa</strong>. Atualmente o termo tem sido ressignificado para <strong>&#8220;fadiga pela empatia&#8221;, </strong>uma vez que excesso de compaixão não causa <strong>burnout</strong>, mas sim excesso de empatia. Alguma parte desse texto ressoou por aí? Será que você pode estar sofrendo dessa fadiga?</p>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-medium">Quais os sintomas da fadiga pela empatia? <br></h2>				</div>
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									<p>Atualmente estamos expostos a todas as notícias do mundo,<strong> o tempo inteiro, o que nos faz sentir que devemos nos preocupar com tudo o tempo inteiro também</strong>. Covid-19, crise climática, crise econômica, desinformação, desigualdade social, discursos e crimes de ódio, só para listar alguns problemas que habitam tanto os noticiários quanto as nossas mentes. É claro que tudo isso importa. Mas não dá pra nos preocuparmos com tudo isso o tempo todo. <strong>Quando abraçamos todas as dores do mundo, podemos passar a sofrer de uma condição chamada &#8220;fadiga pela empatia&#8221;</strong>. Veja se você se identifica com os sintomas no álbum</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Lidando com a fadiga pela empatia</h2>				</div>
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									<p>A todo o tempo tem muita coisa errada acontecendo no mundo. <strong>Agora, além de sofrermos as consequências do que acontece conosco ou perto de nós</strong>, também temos acesso a detalhes dessas injustiças globais. É uma carga muito mais pesada do que qualquer pessoa consegue carregar. <strong>É como ter, o tempo inteiro, 100 abas abertas no seu navegador mental</strong>. Se a gente não escolher fechar algumas, logo vamos travar.</p>
<p><strong>O que podemos fazer então?</strong></p>
<p>E se… Escolhermos algumas coisas com as quais não nos importaremos, em prol da nossa saúde mental? <strong>Não é pra fechar o navegador, só algumas abas</strong>. Vamos ter em mente que, enquanto eu escolho algumas lutas em que serei atento e ativo, outras pessoas escolherão outras em que serão atentas e ativas. Assim, em colaboração, vamos lutando juntos. Não se sinta culpado se você precisar de um tempo para se desconectar um pouco das notícias. Quando voltar, também não se pressione para dar conta de tudo. Experimente escolher estar forte para focar em algo que é realmente importante. Não estamos sozinhos nessa, o mundo é cheio de pessoas e cada luta toca uma pessoa de forma diferente.</p>
<p><strong>Vamos confiar que estamos cuidando uns dos outros. Cada um com sua escolha.</strong> Combinado?</p>								</div>
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		<title>Liberdade de expressão e discurso de ódio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Contente]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2020 20:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade de expressão]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
		<category><![CDATA[discurso de ódio]]></category>
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		<category><![CDATA[liberdade de expressão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quais os limites da liberdade de expressão na internet?</p>
<p>O post <a href="https://www.ainternetqueagentequer.com/liberdadedeexpressao/">Liberdade de expressão e discurso de ódio</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ainternetqueagentequer.com">A internet que a gente quer</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="1751" class="elementor elementor-1751">
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<p>A internet é responsável por uma das maiores revoluções do mundo no que diz respeito à informação e à comunicação. Por aqui trocamos informações em tempo real, nos expressamos das mais diferentes formas, emitimos opiniões em poucos caracteres e estamos a um like de distância do outro. Mas com grandes poderes também ganhamos grandes responsabilidades, principalmente quando falamos de liberdade de expressão online.</p>



<p>Sem dúvidas a internet é a nossa principal ferramenta de exercício da liberdade de expressão, seja ela no âmbito pessoal, seja na garantia dos direitos de uma imprensa livre. Em nenhuma outra época tivemos tantos canais disponíveis para exercer tal direito, e em nenhum outro tempo da nossa história recente tivemos tantos ataques e distorções sobre o tema. </p>



<p>Ao passo que experimentamos uma maior liberdade online, também assistimos a ascensão dos discursos de ódio e da desinformação, sob a justificativa do direito de se expressar. Mas é importante ressaltarmos que na internet e fora dela a liberdade de expressão tem um limite: o direito à honra e à dignidade do outro. No álbum separamos algumas dicas sobre como identificar discursos de ódio na internet e sobre como podemos denunciar essas ações.</p>



<p>Como você exerce e reivindica a sua liberdade de expressão na internet? Como percebe essa liberdade em redes como o Instagram, Twitter ou Facebook? Nós acreditamos que trazer a discussão para o nível pessoal e refletir sobre até onde vai a nossa livre expressão nos ajuda a compreender a sua abrangência e a identificar possíveis violações. </p>
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					<h4 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Na luta contra o ódio e a desinformação, siga o dinheiro</h4>				</div>
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									<p>Uma das principais formas de frearmos a desinformação e os discursos de ódio é desmonetizarmos esses movimentos. Mas o que isso tem a ver com liberdade de expressão e internet? Absolutamente tudo.</p>
<p>A publicidade na internet nos alcança de diversas maneiras: são anúncios em redes sociais, no YouTube, em plataformas de streaming, sites, e-mail etc. Esse conteúdo patrocinado não só atrai mais visualizações para o produto/serviço anunciado, como também gera dinheiro para as plataformas e canais em que são veiculados. Até aqui tudo normal. O problema é que, na publicidade online, muitas empresas não possuem o hábito de checar em que lugar os seus anúncios aparecem. Isso significa que há possibilidades desses materiais serem veiculados em sites ou em redes de promoção de desinformação e discursos de ódio. Entendeu o risco?</p>
<p>Foi pensando nisso que o publicitário americano Matt Rivitz criou em 2016 o movimento Sleeping Giants (gigantes adormecidos, em tradução livre), com foco em mostrar como a publicidade digital de grandes empresas pode financiar – mesmo não intencionalmente &#8211; plataformas de disseminação de ódio e fake news na internet.</p>
<p>O movimento, que chegou no Brasil em Maio deste ano, já alertou mais de 30 marcas em atuação no país. A abordagem é simples: usar a liberdade de expressão de forma consciente por meio das redes sociais (nesse caso por meio do perfil no Twitter @slpng_giantes_pt) para alertar de forma pública as empresas sobre como – e onde – circulam os seus anúncios pagos.</p>
<p>Na #ainternetqueagentequer, acreditamos que frear a rota do financiamento desses discursos é um dos passos mais importantes no combate a essas ações.  </p>								</div>
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					<h4 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Como anda a nossa relação com a liberdade de expressão?</h4>				</div>
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									<p>É ótimo que a internet tenha ampliado tantas vozes. Conseguimos acessar conteúdos de todos os tipos, expor nossos posicionamentos, compartilhar nossos momentos e nos conectar com quem amamos. Maravilhoso, né? Aliás, você só está lendo esse post agora porque por meios dessa ferramenta conseguimos nos expressar e ampliar o alcance daquilo em que acreditamos.</p>
<p>Mas ocupar e produzir conteúdo neste espaço é, antes de tudo, sobre responsabilidade. Se habitualmente falávamos para um público que cabia em uma sala, na internet podemos alcançar estádios ou cidades inteiras de desconhecidos. Então, como podemos promover debates com responsabilidade para um público tão diverso, sem minar o nosso direito à liberdade de expressão?</p>
<p>Segundo o índice V-Dem (variáveis da democracia) feito pela universidade de Gotemburgo, na Suécia, existem alguns pontos que precisamos considerar para construirmos uma cultura de liberdade de expressão com responsabilidade &#8211; na sociedade e na internet. São eles:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;"><strong>Liberdades digitais:</strong> temos a capacidade de nos expressarmos via internet e redes sociais? Se sim, essas trocas costumam respeitar os direitos humanos e a dignidade do outro?;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;"><strong>Mídia:</strong> qual a seguridade e a qualidade do ambiente midiático para jornalistas e comunicadores?;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;"><strong>Proteção:</strong> temos leis e mecanismos de proteção para aqueles que se expressam de forma pública?;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;"><strong>Transparência:</strong> a capacidade de pessoas obterem informações, fiscalizarem e cobrarem ações de interesse público.</span></li>
</ul>								</div>
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		<p>O post <a href="https://www.ainternetqueagentequer.com/liberdadedeexpressao/">Liberdade de expressão e discurso de ódio</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ainternetqueagentequer.com">A internet que a gente quer</a>.</p>
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		<title>Manual do consumo consciente online</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2020 21:58:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Informação]]></category>
		<category><![CDATA[compras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>5 perguntas para se fazer antes de comprar!</p>
<p>O post <a href="https://www.ainternetqueagentequer.com/consumoconsciente/">Manual do consumo consciente online</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ainternetqueagentequer.com">A internet que a gente quer</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="1734" class="elementor elementor-1734">
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<p>Como anda a sua relação com o consumo? Meses atrás fizemos um post refletindo sobre tudo aquilo que não precisávamos comprar e como a pandemia tinha jogado luz sobre o fenômeno do consumismo. Salvos os recortes sociais e de aprofundamento das desigualdades, um estudo da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) mostrou que 61% dos brasileiros aumentaram o volume de compras online devido ao isolamento social. O destaque principal foi para o delivery de alimentos e bebidas de consumo imediato, com um aumento de 79% (impulsionando também pela febre de lives), seguido de serviços de streaming e entretenimento online e por itens ligados à saúde e beleza.<br>⠀⠀⠀⠀<br>A lista do que antes era “essencial” foi aumentando, assim como o ticket médio de gastos com compras online. Afinal, o shopping, os restaurantes e as lojas ficaram mais próximos que nunca: ao alcance do clique. E é justamente por estarmos expostos a tantos estímulos de consumo que precisamos nos questionar sobre o que estamos comprando, de quem estamos comprando e porque sentimos uma necessidade tão grande de consumir.<br>⠀⠀⠀⠀<br>No álbum preparamos um mini manual do consumo consciente com 5 perguntas para se fazer antes de decidir comprar algo. </p>



<p>Como está a sua rotina de consumo a essa altura do campeonato? Você já se arrependeu de alguma compra durante esse período?</p>
								</div>
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