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Você já seguiu perfis que te despertam gatilhos negativos? Ou já se pegou stalkeando e consumindo conteúdos que fazem você se sentir impotente, inferior, inadequado ou potencialmente mal? Se sim, saiba que esses comportamentos são mais comuns do que imaginamos e que o primeiro passo para reverter esse processo está no canto esquerdo da tela do seu smartphone: o botão de deixar de seguir

Perfis que ostentam um estilo de vida perfeito, corpos inalcançáveis, rotinas irreais de produtividade ou qualquer estímulo utópico de “perfeição online”, costumam ser os principais catalisadores de sentimentos como a necessidade de consumo e a comparação. A longo prazo, dependendo do impacto desse conteúdo, quem está do outro lado da tela pode se ver imerso em dinâmicas ainda mais complexas de ansiedade, baixa estima, dismorfia de imagem  etc. Então porque continuamos seguindo perfis que não nos fazem bem?

Uma das nossa hipóteses para essa pergunta é baseada em uma das primeiras teorias sobre comparação social, em que o psicólogo americano Leon Festinger defende que todos nós temos uma tendência inerente de nos avaliarmos por meio de outras pessoas. Então, quando nos comparamos ou buscamos validação no outro, há algo que inconscientemente nos faz acreditar que se seguirmos aquele padrão (de corpo, de vida, de consumo) conseguiremos satisfazer as nossas necessidades de pertencimento, inclusão, reconhecimento e amor. 

No digital, a maneira mais eficaz de barrar esse processo é evitarmos estímulos e gatilhos violentos às nossas vulnerabilidades, mesmo que isso signifique acionar o botão deixar de seguir, o de bloquear ou o de “silenciar”. O convite de hoje é para que reflitamos juntos sobre o porquê de ainda consumirmos conteúdos que nos fazem mal e quais as nossas dificuldades em aplicar a terapia do unfollow. No álbum separamos alguns tipos perigosos de “follow” que você deve evitar. O que você considera na hora de deixar de seguir um perfil? 

Será que vale o Unfollow?

Quantas vezes você continuou seguindo um perfil que não te fazia bem por achar que não era necessário – ou de bom tom – dar unfollow? Não existe nenhuma regra de etiqueta digital que nos obrigue a continuar consumindo conteúdos que podem ser violentos para a nossa estadia na internet. Parece óbvio, mas se te faz mal, você não precisa seguir. 

Para muitas pessoas podem surgir dúvidas sobre até que ponto “deixar de seguir” é uma ferramenta de proteção e precaução contra gatilhos –  e quando se torna um mecanismo que nos fecha em uma bolha. Para entender essa diferença, basta encararmos o unfollow como um filtro, e não como uma barreira: deixar de seguir é uma tentativa de filtrar aquilo que a gente quer ter contato, quer interagir ou engajar na nossa rotina digital. É como escolher o nosso círculo de amizades na vida real ou decidirmos com quem compartilhamos os nossos momentos. Mas isso não é de forma alguma um impeditivo ou uma barreira para que a gente nunca mais precise lidar com aquilo que não gostamos de ver, ler ou consumir. 

Antes de qualquer coisa é preciso lembrar que a terapia do unfollow também é um convite para a auto-observação e para a percepção das nossas vulnerabilidades. Vale a reflexão: o que nesse perfil / conteúdo me desperta determinado sentimento? Qual a origem dessa sensação em mim?

Como sabemos que nem sempre é fácil perceber o que anda nos fazendo mal no feed, separamos 4 perguntas no álbum para identificar se um perfil ou conteúdo está sendo nocivo pra você. 

E por aí, qual a sua relação com o unfollow? Você sente dificuldade em deixar de acompanhar algum perfil ou conteúdo?

 

4 passos para aplicar a terapia do unfollow

Responde pra gente: atualmente o seu feed mais te inspira ou te angustia?

Não é fácil lidar com todos os estímulos de consumo, comparação e com toda a avalanche de informação disponível na internet. Mas um dos pontos positivos do digital é que podemos selecionar – ainda que minimamente – aquilo que queremos ou não acompanhar. 

Para nós o feed ideal é aquele que acolhe e inspira, mas só desenvolvemos a capacidade de construir esse espaço quando estamos dispostos a desconstruir conexões que talvez não nos façam tão bem. Se você quer descobrir como aplicar a terapia do unfollow no seu perfil, dá uma olhada no nosso álbum! 

Queremos saber de você: que tipo de conteúdo ou perfil você deixou de acompanhar ou gostaria de não ver mais no seu feed? Como isso afeta a sua relação com as redes sociais hoje?

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Um comentário

  1. Randall

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