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quer_o que é a economia do ódio?

 

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Você já parou pra pensar no porquê do ódio viralizar tanto na internet?

Mais do que iniciativas positivas, memes engraçados ou gifs de gatinho, o ódio tem sido o principal elemento para viralizar no digital nos últimos anos. São centenas de milhares de compartilhamentos, menções, visualizações e comentários em textos, vídeos ou tweets ofensivos e violentos. Mesmo que parte significativa das interações com esses conteúdos seja de reprovação e repúdio, ainda existe um mecanismo que monetiza essas ações e faz com que esse material alcance cada vez mais pessoas: a economia do ódio. 

A lógica não é tão complicada: movimentos de ódio em massa na internet se alimentam de alcance e interação, aquele conteúdo precisa furar determinada bolha para que seja visto pelo maior número de pessoas possível e enfim se tornar viral. No meio desse caminho existem dezenas de anunciantes prontos para injetar dinheiro de publicidade online nos assuntos que estão em alta nas redes sociais, e é aqui que a economia do ódio entra em jogo: quando usamos o nosso capital simbólico (curtidas, comentários, compartilhamentos) para interagir com essas postagens, ainda que demonstrando insatisfação, contribuímos para a viralização delas e para a lucratividade de todo um esquema de anúncios. 

Como podemos deixar de engajar a economia do ódio e ainda assim expressar a nossa discordância frente a determinados conteúdos? No albúm separamos algumas dicas para não monetizarmos a nossa insatisfação a favor do ódio. 

Você já conhecia o termo “economia do ódio”? Para além do que abordamos, qual a sua hipótese sobre esse tipo de conteúdo viralizar tanto na internet? Vai ser super interessante ler as impressões de vocês sobre o tema.

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