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	<title>Arquivos Emoções - A internet que a gente quer</title>
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		<title>Amor de algoritmo</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2020 10:24:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Amor de algoritmo: como lidar com expectativas amorosas online? </p>
<p>O post <a href="https://www.ainternetqueagentequer.com/amor-de-algoritmo/">Amor de algoritmo</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ainternetqueagentequer.com">A internet que a gente quer</a>.</p>
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					<h4 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Amor de algoritmo: estamos romantizando migalhas virtuais?</h4>				</div>
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									<p>Leia em tom romântico: “ele/ela olha todos os meus stories!”, “sempre curte as minhas fotos”, “me responde tão rápido…”. Quem nunca ouviu &#8211; ou falou, rs &#8211; frases como essas pra tentar justificar um suposto flerte ou interesse de alguém, com base em interações nas redes sociais? O que na nossa cabeça seria uma troca romântica pode ser apenas a plataforma fazendo o que sabe de melhor: usando o algoritmo para mapear suas interações favoritas e mais comuns. É sobre isso que queremos conversar: o “amor de algoritmo&#8221; tem nos feito romantizar migalhas virtuais? Como medimos o afeto por aqui?<br />⠀⠀⠀⠀<br />Em 2019, uma pesquisa realizada com jovens de 14 a 24 anos pela Royal Society for Public Health, organização de saúde pública do Reino Unido, apontou que o Instagram é a rede social que mais influencia no sentimento de pertencimento e afetividade para esse grupo, ao mesmo tempo que também é a que mais desperta as sensações de ansiedade e solidão. Se estamos tão conectados e recebemos tantos estímulos de “afeto”, como ainda podemos nos sentir sozinhos e ansiosos quando o assunto é relacionamento? A resposta está no algoritmo, que lê as nossas interações mais frequentes e garante que elas mantenham um padrão constante e pareçam espontâneas &#8211; e a resposta também está em como a nossa mente interpreta essas interações. Apesar de likes, comentários e “Oi, sumida!” despertarem no nosso cérebro sensações muito semelhantes a uma interação real, elas nem sempre são capazes de construir segurança e reciprocidade.<br />⠀⠀⠀⠀<br />Isso não significa que todas as trocas afetivas por aqui são uma farsa. A internet pode ser um lugar incrível para conhecer gente nova e desenvolver relações sólidas de amor e amizade. Para que isso aconteça, precisamos aprender a diferenciar migalhas virtuais de conexões genuínas. </p>								</div>
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					<h4 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Like mede afeto?</h4>				</div>
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									<p>Com certeza você já leu a célebre máxima: “Vivemos em tempos líquidos. Nada é pra durar”. Nela, o sociólogo Zygmunt Bauman faz uma analogia às novas dinâmicas de relacionamento impulsionadas pela modernidade e pelas mídias digitais de interação. Na tese, ele ressalta que os relacionamentos foram substituídos por conexões em que, na maioria das vezes, o foco é a instantaneidade e o esvaziamento do sentido.<br />⠀⠀⠀⠀<br />Para provar que o pensamento de Bauman não se distancia tanto da nossa realidade, propomos um exercício. Responde pra gente: quantas vezes você já teve a impressão de se sentir mais amado, querido ou validado depois de uma série de likes, comentários positivos ou qualquer outra interação virtual, por mais líquida/passageira/comum que ela fosse?<br />⠀⠀⠀⠀<br />Nas redes sociais o like é moeda pra muita coisa. Nos diz sobre o nosso engajamento e a nossa audiência, pode ser um ativo interessante na hora de fazer negócios e pode, inclusive, ditar a forma como lidamos com a nossa própria autoestima. E quando o assunto é sentimento, será que o like é capaz de medir o nosso afeto?<br />⠀⠀⠀⠀<br />Na <a class=" xil3i" tabindex="0" href="https://www.instagram.com/explore/tags/ainternetqueagetequer/">#ainternetqueagetequer</a> nós gostamos de imaginar que o que fazemos online é sempre um chamado para um mergulho mais profundo: e se o “curtir” fosse apenas um convite para novas conexões, e não um fim em si mesmo? Será que se nós conseguíssemos demonstrar afeto de forma mais concreta e transparente por aqui deixaríamos de dar tanta bola pra migalhas virtuais? No álbum separamos alguns insights sobre como demonstrar afeto online pra você levar em conta na hora de assumir que só um like &#8211; ou a falta dele &#8211; significa, necessariamente, demonstração ou falta de carinho.<br />⠀⠀⠀⠀<br />Queremos saber: você já se pegou questionando algum relacionamento pela falta de interações nas redes sociais? Pra você, like mede afeto?</p>								</div>
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					<h4 class="elementor-heading-title elementor-size-default">4 princípios da responsabilidade afetiva na internet</h4>				</div>
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									<p>Há quem acredite que as redes sociais fizeram a gente desaprender a flertar, mas por aqui nós temos outra hipótese: as inúmeras possibilidades da internet e a superficialidade de como encaramos as nossas conexões nos fizeram afrouxar as regras de responsabilidade emocional com o outro. E já diria o meme: “Essa boquinha aí só beija ou também tem responsabilidade afetiva e deixa tudo claro desde o início?”.<br />⠀⠀⠀⠀<br />Além da perspectiva romântica, a responsabilidade afetiva é imprescindível em todos os contextos de relacionamento: no trabalho, nas amizades, com a família. E não seria diferente na internet, especialmente porque nesse espaço nossas interações se desenvolvem em um outro ritmo, quase sempre mais acelerado.</p>								</div>
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									<p>De maneira geral, ser responsável afetivamente é manter a transparência, a empatia e a honestidade nas nossas relações interpessoais &#8211; dentro e fora da internet. Para ajudar, separamos no álbum alguns princípios da responsabilidade afetiva inspirados pelo livro “A reinvenção da intimidade: políticas do sofrimento cotidiano”, do psicanalista Christian Dunker.</p>								</div>
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		<title>O digital e fadiga pela empatia</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2020 14:50:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabe o que é a fadiga pela empatia e o quais os sintomas dela? No post de hoje conversamos sobre como esse fenômeno é acelerado pelo digital e como isso pode nos atingir. </p>
<p>O post <a href="https://www.ainternetqueagentequer.com/fadigapelaempatia/">O digital e fadiga pela empatia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ainternetqueagentequer.com">A internet que a gente quer</a>.</p>
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<p>Sabe quando você se dá conta do tanto de coisas tristes, injustas e erradas que acontecem no mundo e parece que nada que for feito será o suficiente para mudar alguma coisa? Ou quando você até deixa de sentir emoções diante de notícias ruins, pois elas simplesmente viram &#8220;mais uma&#8221;? Essa sensação tem nome: é a <strong>&#8220;fadiga por compaixão&#8221;</strong>, termo cunhado em 1992 pelo médico e professor <strong>Charles Figley</strong> e uma condição caracterizada por uma diminuição gradual da compaixão ao longo do tempo. Os que a estudam observam que a condição <strong>é comum entre quem trabalha diretamente com vítimas de desastres, traumas ou doenças</strong>, especialmente no setor de saúde. No entanto, há quem argumente que o excesso de informação tem causado um cansaço generalizado de compaixão na sociedade, ao saturar jornais e noticiários com imagens descontextualizadas e histórias de tragédias e sofrimento. O resultado é que <strong>podemos nos tornar insensíveis ou até resistentes a ajudar quem precisa</strong>. Atualmente o termo tem sido ressignificado para <strong>&#8220;fadiga pela empatia&#8221;, </strong>uma vez que excesso de compaixão não causa <strong>burnout</strong>, mas sim excesso de empatia. Alguma parte desse texto ressoou por aí? Será que você pode estar sofrendo dessa fadiga?</p>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-medium">Quais os sintomas da fadiga pela empatia? <br></h2>				</div>
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									<p>Atualmente estamos expostos a todas as notícias do mundo,<strong> o tempo inteiro, o que nos faz sentir que devemos nos preocupar com tudo o tempo inteiro também</strong>. Covid-19, crise climática, crise econômica, desinformação, desigualdade social, discursos e crimes de ódio, só para listar alguns problemas que habitam tanto os noticiários quanto as nossas mentes. É claro que tudo isso importa. Mas não dá pra nos preocuparmos com tudo isso o tempo todo. <strong>Quando abraçamos todas as dores do mundo, podemos passar a sofrer de uma condição chamada &#8220;fadiga pela empatia&#8221;</strong>. Veja se você se identifica com os sintomas no álbum</p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Lidando com a fadiga pela empatia</h2>				</div>
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									<p>A todo o tempo tem muita coisa errada acontecendo no mundo. <strong>Agora, além de sofrermos as consequências do que acontece conosco ou perto de nós</strong>, também temos acesso a detalhes dessas injustiças globais. É uma carga muito mais pesada do que qualquer pessoa consegue carregar. <strong>É como ter, o tempo inteiro, 100 abas abertas no seu navegador mental</strong>. Se a gente não escolher fechar algumas, logo vamos travar.</p>
<p><strong>O que podemos fazer então?</strong></p>
<p>E se… Escolhermos algumas coisas com as quais não nos importaremos, em prol da nossa saúde mental? <strong>Não é pra fechar o navegador, só algumas abas</strong>. Vamos ter em mente que, enquanto eu escolho algumas lutas em que serei atento e ativo, outras pessoas escolherão outras em que serão atentas e ativas. Assim, em colaboração, vamos lutando juntos. Não se sinta culpado se você precisar de um tempo para se desconectar um pouco das notícias. Quando voltar, também não se pressione para dar conta de tudo. Experimente escolher estar forte para focar em algo que é realmente importante. Não estamos sozinhos nessa, o mundo é cheio de pessoas e cada luta toca uma pessoa de forma diferente.</p>
<p><strong>Vamos confiar que estamos cuidando uns dos outros. Cada um com sua escolha.</strong> Combinado?</p>								</div>
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		<p>O post <a href="https://www.ainternetqueagentequer.com/fadigapelaempatia/">O digital e fadiga pela empatia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ainternetqueagentequer.com">A internet que a gente quer</a>.</p>
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		<title>Vamos falar de gatilhos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Contente]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2020 08:00:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Apaga, isso tá me dando gatilho.&#8221; Quem aí já leu ou ouviu essa frase? O termo gatilho pode ser usado para expressar o efeito de quando alguma coisa que vemos ou lemos dispara uma reação emocional dentro de nós. É algo que acontece o tempo inteiro, certo? No entanto, o termo passou a ser usado [&#8230;]</p>
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									<p></p>
<h4 class="wp-block-heading">&#8220;Apaga, isso tá me dando gatilho.&#8221;</h4>
<p></p>
<p></p>
<p>Quem aí já leu ou ouviu essa frase? O termo gatilho pode ser usado para expressar o efeito de quando alguma coisa que vemos ou lemos dispara uma reação emocional dentro de nós. É algo que acontece o tempo inteiro, certo? No entanto, o termo passou a ser usado para avisar previamente sobre a possibilidade de um conteúdo mais duro online. Você talvez já possa ter visto um &#8220;alerta de gatilho&#8221; em conteúdos que abordam algum tipo de violência, por exemplo. Tanto pessoas quanto as próprias redes sociais podem sinalizar, antes de termos acesso a um tipo de conteúdo, que as imagens ou o que relato representado é forte. Quem já sofreu de uma violência similar ou simplesmente não deseja consumir esse tipo de conteúdo pode então escolher seguir adiante ou não.</p>
<p></p>
<p></p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-medium"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="300" height="300" class="wp-image-1307" src="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/gatilhos-1-300x300.png" alt="" srcset="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/gatilhos-1-300x300.png 300w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/gatilhos-1-1024x1024.png 1024w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/gatilhos-1-150x150.png 150w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/gatilhos-1-768x768.png 768w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/gatilhos-1-1536x1536.png 1536w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/gatilhos-1-230x230.png 230w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/gatilhos-1-400x400.png 400w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/gatilhos-1-600x600.png 600w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/gatilhos-1-640x640.png 640w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/gatilhos-1.png 1800w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure>
</div>
<p></p>
<p></p>
<p>O termo virou meme no ano passado, quando uma jovem recebeu um pedido para que ela apagasse um áudio carinhoso do pai, com a justificativa de que milhões de pessoas não tem contato com o próprio pai. O pedido um tanto exagerado virou fonte de infinitas piadas e banalizou o tema. Afinal, se ampliarmos o entendimento da expressão, tudo pode ser um gatilho. Então como lidar com os conteúdos que nos despertam sensações de todos os tipos na internet? Qual é a responsabilidade de cada um de nós sobre esse tema?<br /><br />O que é um gatilho para você? Diante de um conteúdo que você considera um gatilho, o que você faz: alerta quem escreveu, deixa de acompanhar ou lida com aquela emoção internamente?</p>
<p></p>
<p></p>
<p>É absolutamente impossível adivinhar todos os gatilhos possíveis para todas as pessoas&#8221;, afirma a psicóloga @cecilia.dassi em conversa com a Contente. Os gatilhos podem partir de absolutamente qualquer situação. &#8220;Se alguém descobriu que alguém que ela amava muito faleceu enquanto ela tomava sorvete, sorvete pode ser um gatilho pra ela&#8221;, afirma.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Mas é claro que existem alguns temas que, de modo geral, podem ser um gatilho negativo para um grande número de pessoas, como as violências &#8211; sexuais, agressões etc. Quando tocamos em temas como esses, podemos considerar que muitas pessoas que já sofreram traumas podem ter uma forte reação. Não queremos despertar sentimentos difíceis sem responsabilidade e podemos repensar se vale criar ou passar esse tipo de conteúdo adiante.</p>
<p></p>
<p></p>
<h4 class="wp-block-heading">O que pode ser um gatilho?</h4>
<p></p>
<p></p>
<p>Para além do cuidado com temas mais fortes, é difícil prever como cada conteúdo pode afetar alguém. Ao decidir sobre qual conteúdo vale a pena compartilhar, a psicóloga @cecilia.dassi usa a seguinte estratégia: &#8220;Gosto de pensar sobre qual é o custo benefício de falar sobre o tema. Me questiono sobre o que existe de potente em uma fala &#8211; qual é a possibilidade de agregar, ajudar, contribuir, transformar alguma coisa positivamente &#8211; e também o quanto eu tenho potencial destrutivo nisso. É só pra fazer uma piada? É só pra trazer like? Se só algumas pessoas podem se beneficiar mas a maioria talvez possa sofrer mais, pra mim não vale a pena. Tento colocar na balança o potencial de cada tema (e até de cada frase, cada palavra). Mas sei que sempre existirá o risco de oferecer um gatilho negativo para alguém. É muito difícil ter esse tipo de controle.&#8221;</p>
<p></p>
<p></p>
<h4 class="wp-block-heading"><span style="font-weight: 500; color: #7a7a7a; font-size: 1.125rem; letter-spacing: 0px;">⠀</span></h4>
<p></p>								</div>
				</div>
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									<h4>Como abordar temas sensíveis com responsabilidade?</h4>
<p>Quase todo mundo já deve ter vivido algo parecido: você abre uma das suas redes e dá de cara com um conteúdo violento que diz &#8220;Absurdo!! Precisamos denunciar e encontrar quem fez isso!!&#8221; e só.</p>
<p>É possível entender a motivação de quem passa esse tipo de conteúdo adiante (violência doméstica, contra animais etc). Mas, antes de encaminharmos um conteúdo para mostrar que nos importamos com situações injustas, seria melhor se realmente refletíssemos sobre como de fato contribuir para que a situação em questão não aconteça mais. Vale a pena pensar:</p>
<p> <strong>&#8211; Checagem da informação:</strong></p>
<p>Verifique a veracidade e a fonte da informação. Espalhar conteúdo sensível sem saber como ou quando ele aconteceu, ou até mesmo se o caso já foi resolvido só vai espalhar mais sentimentos negativos para todos;</p>
<p> &#8211; <strong>Se preciso, acione autoridades:</strong></p>
<p>Se recebemos um pedido de ajuda, podemos refletir sobre quem de fato poderá ajudar: se as Polícias Civil e Militar, se o Ministério Público ou qualquer outro tipo de órgão responsável de acordo com o ocorrido. Caso você não saiba, pode pedir ajuda a quem possa te ajudar, em vez de espalhar o conteúdo para toda a sua rede de amigos e familiares;</p>
<p> <strong>&#8211; Sinalize o conteúdo:</strong></p>
<p>Após realizar esta análise, se você ainda considerar que é importante passar esse tipo de conteúdo adiante e sentir que ele pode ser benéfico, tome os cuidados necessários. Você pode inserir no início da sua mensagem um alerta como &#8220;Aviso de gatilho: violência doméstica&#8221;, por exemplo. Também pode adicionar uma capa antes de divulgar uma imagem ou um vídeo.</p>
<h4>Para conviver melhor</h4>
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<figure class="alignleft size-medium"><img decoding="async" width="300" height="300" class="wp-image-1308" src="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/gatilhos-4-300x300.png" alt="" srcset="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/gatilhos-4-300x300.png 300w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/gatilhos-4-1024x1024.png 1024w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/gatilhos-4-150x150.png 150w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/gatilhos-4-768x768.png 768w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/gatilhos-4-1536x1536.png 1536w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/gatilhos-4-230x230.png 230w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/gatilhos-4-400x400.png 400w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/gatilhos-4-600x600.png 600w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/gatilhos-4-640x640.png 640w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/gatilhos-4.png 1800w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure>
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<p>Todos sabemos que não só conteúdos violentos podem nos causar sensações negativas. Talvez a única forma de não incomodar ninguém na internet seria não postando nada nunca. Mas até assim poderíamos ser considerados omissos. A tarefa é difícil, mas na #ainternetqueagentequer sempre gostamos de pensar sobre como um conteúdo pode ser benéfico para o maior número de pessoas.</p>
<p>Um questionamento que gostamos de fazer é o seguinte: estou postando pelos likes e pela atenção ou porque tenho algo a compartilhar ou mostrar? Essa régua costuma ajudar caso você esteja tendo alguma dificuldade em compartilhar conteúdo. Caso identifique que é mais pelo primeiro motivo, você pode usar outros recursos: compartilhar somente para os melhores amigos no Instagram, no Whatsapp e até mesmo buscar dar a si mesmo a validação que está buscando do lado de fora. </p>
<p>Também achamos que diminuímos as chances de afetar negativamente as pessoas quando mostramos mais aspectos das nossas vidas, não só as conquistas. Uma audiência pode se conectar muito mais com uma vitória quando entende que aquilo fez parte de um processo, que não aconteceu milagrosamente. Todos sabemos que a vida é cheia de altos e baixos, mas quando vemos somente fragmentos da vida dos outros, parece que nos esquecemos disso. Então não custa nada ajudarmos a mostrar histórias mais completas das nossas vidas. </p>
<p>Agora, se você sente que tem algo a dizer, não deixe de comunicar porque tem a chance de dar gatilho em alguém: todas as histórias importam.</p>
<h4>Você tem, eu não tenho: cuidados com a ostentação</h4>
<p>As redes sociais promovem um ambiente propício à ostentação, por mais que esse tipo de conteúdo esteja sendo cada vez mais questionado. A maioria dos perfis mais populares segue crescendo com base na exibição de situações de conforto e de consumo. Então nos perguntamos: o quanto a ostentação (consciente ou inconsciente) pode estar conectada com a geração de gatilhos negativos em uma sociedade tão desigual como a que vivemos? Conversamos com a psicóloga Cecília Dassi sobre o tema. </p>
<p>&#8220;Os gatilhos em relação a condição financeira são importantes, pois vivemos em uma sociedade em que o capital tem um alto valor agregado. Se eu venci na vida, se eu tenho dinheiro é porque eu mereci, eu fui bem sucedido, eu fiz as coisas de uma forma certa. Existe uma validação no valor desse sujeito que é inconsciente, cultural, social&#8221;, afirma. </p>
<p>Do lado da motivação de quem posta está o desejo de pertencer, de fazer parte de um grupo, de ser validado. E o dinheiro tem esse potencial no imaginário das pessoas. </p>
<p>Do lado de quem acompanha, vale sempre se lembrar que às vezes a pessoa que ostenta pode estar abrindo mão de outras coisas muito importantes para ter aquele item. Nós só vemos uma parte, e isso aumenta a sensação de que todo mundo está &#8220;dando certo na vida&#8221;, menos nós. Isso sim pode ser uma forma de gatilho.</p>
<p>Novamente, a psicóloga nos convida a praticar a auto responsabilidade. Se como produtores de conteúdo entendemos a motivação por trás do nosso desejo de ostentar algo, podemos buscar nutrir esse desejo de forma mais genuína. Se como seguidores acompanhamos perfis que tem como característica principal a ostentação, podemos deixar de segui-los.</p>
<p>No entanto, mesmo com uma grande curadoria sempre pode sempre escapar algo. &#8220;É importante sabermos que é muito difícil nos blindarmos de tudo. Então nesses casos é importante acolher e lidar com a resposta emocional e buscar encontrar um caminho para lidar com ela&#8221;, afirma.</p>
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									<h4 style="letter-spacing: normal; text-align: left;">Encontrei um gatilho, o que eu faço?</h4>
<p>&#8220;Quando o assunto é gatilho é importante pensarmos em responsabilidade e empatia&#8221;, compartilha @cecilia.dassi, psicóloga, em conversa com a Contente. &#8220;Em primeiro lugar responsabilidade com nós mesmos, com os conteúdos que seguimos. É preciso entendermos que quando falamos &#8216;apaga, tá me dando gatilho&#8217; a outra pessoa não tem a obrigação de apagar porque você se sentiu incomodado. Precisamos nos responsabilizar e não ficarmos nos expondo a um conteúdo que nos faz mal.&#8221;</p>
<p>Mas, caso você encontre algum conteúdo que você considera ser problemático não somente para você e por sua história de vida, você pode sim explicar e apontar para aquela pessoa ou canal algo como &#8220;olha, isso é problemático por isso e por aquilo&#8221;.</p>
<p>Vale lembrar que quem publicou um conteúdo que você considerou equivocado pode ainda não ter parado para pensar sobre o tema ou mesmo não ter uma experiência de vida capaz de se tocar sobre a questão. Aqui entra a empatia na comunicação, o que aumenta as chances da troca ser bem sucedida. </p>
<p>Outras dicas para lidar melhor com as reações emocionais mais complexas que podemos sentir quando estamos navegando:</p>
<p><span style="font-weight: 900;">Preste atenção nas suas emoções:</span> <br />assim é possível descobrir o que as desencadeou e passar a lidar com elas com mais facilidade. Vale refletir depois de uma reação mais forte: &#8220;de onde vieram essas sensações?&#8221;;</p>
<p> <span style="font-weight: 900;">Caso queira se aprofundar, anote o que sentiu</span>: <br />sua reação, onde e com quem estava quando aconteceu;</p>
<p> <span style="font-weight: 900;">Lidando melhor: <br /></span>a medida que for conhecendo melhor os seus gatilhos, talvez você possa criar estratégias para passar a lidar melhor com eles. Se pessoas muito produtivas te causam ansiedade, você pode evitar esse tipo de conteúdo ou identificar em sua vida o que você poderia fazer mais que te daria alegria, por exemplo;</p>
<p><span style="font-weight: 900;">Mude a perspectiva: <br /></span>situações que parecem um obstáculo também podem ser um passo para o seu amadurecimento. E todos sabemos que o tempo é um bom aliado para lidarmos melhor com as nossas emoções.</p>
<h4 style="letter-spacing: normal; text-align: left;">Um exercício para ampliar o seu mundo</h4>
<p>Quanto mais ampliamos a nossa visão de mundo, mais contextos vamos inserindo nessa teia que conecta a todos nós. As histórias são capazes de nos transportar para outros mundos, tão diferentes dos nossos, mesmo sem necessariamente termos de passar por aquela vivência. Nos emocionamos por amores que não vivemos, sofremos por dores que nunca sentimos, nos alegramos por fantasias não vividas. É o que acontece quando lemos livros, assistimos a documentários, filmes ou seriados, quando conhecemos histórias por meio de tantas expressões artísticas. </p>
<p>As redes sociais também podem fazer isso por nós se tivermos o cuidado de inserir, no nosso dia a dia, histórias diferentes das que a gente e o nosso círculo mais próximo vive. Como é o seu feed? Cheio de gente que se parece com você ou é mais parecido com o mundo, tão diverso? Quanto mais contato você tiver com histórias diferentes da sua, mais a sua sensibilidade vai se expandir e mais chances você tem de criar um conteúdo benéfico, que se conecta não somente com a sua bolha, mas com toda a nossa família humana. Conta pra gente quais perfis te ajudam a ampliar o seu mundo?</p>
<h4 style="letter-spacing: normal; text-align: left;">Seja gentil</h4>
<p>A verdade é que é muito difícil compreendermos a complexidade da vida e das histórias de cada um. Enquanto lutamos nossas batalhas particulares, estamos todos querendo nos sentir amados, valorizados, pertencentes a um grupo. Quando nos conectamos com esse sentimento, podemos lidar melhor com o conteúdo que vemos online &#8211; e com o que postamos também. <br />Gentileza na hora de criar e na hora de consumir: esse parece ser um bom caminho para #ainternetqueagentequer. Já pensou em incluir a prática deste pensamento ao se sentir incomodado com algum conteúdo online?</p>								</div>
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		<p>O post <a href="https://www.ainternetqueagentequer.com/gatilhos/">Vamos falar de gatilhos?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ainternetqueagentequer.com">A internet que a gente quer</a>.</p>
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		<title>A tecnologia e os profissionais da saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Contente]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2020 08:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O número de profissionais da saúde infectados no Brasil e no mundo ainda está sendo subnotificado, mas estima-se, de acordo com cálculos realizado pelo Conselho Internacional de Enfermagem, divulgados ontem (06/05), que cerca de 90 mil profissionais já foram infectados em 30 países ao redor do mundo. No Brasil, o Cofen (Conselho Federal de Enfermagem) [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.ainternetqueagentequer.com/profissionaisdasaude/">A tecnologia e os profissionais da saúde</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ainternetqueagentequer.com">A internet que a gente quer</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O número de profissionais da saúde infectados no Brasil e no mundo ainda está sendo subnotificado, mas estima-se, de acordo com cálculos realizado pelo Conselho Internacional de Enfermagem, divulgados ontem (06/05), que cerca de 90 mil profissionais já foram infectados em 30 países ao redor do mundo. No Brasil, o Cofen (Conselho Federal de Enfermagem) lançou a plataforma Observatório da Enfermagem, que aponta mais de 10.000 profissionais infectados no país, até o momento da publicação deste post.</p>



<p>Qual é o papel da tecnologia diante de um cenário tão desolador? Para muitos desses profissionais, afastados das famílias, completamente isolados e correndo riscos diariamente no contato com pessoas infectadas, ela é uma grande aliada. Seja para diminuir a distância de quem está longe, seja para receber mensagens de apoio e carinho, seja como simples fonte de informação e entretenimento. O celular se tornou um grande companheiro.</p>



<p>Conversamos com algumas pessoas que estão enfrentando a pandemia de frente e nos próximos dias vamos falar sobre conexão e solitude em meio a idas e vindas de hospital. Como é a relação desses profissionais com a internet em meio à realidade que estamos vivendo? E como podemos apoiá-los também pelo digital?</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O digital como forma de reduzir sofrimentos</strong></h4>



<p>Atuando há mais de um mês na linha de frente de um dos centros de referência para pacientes infectados pelo coronavírus em São Paulo, o médico Paulo Siqueira Amaral ressalta que o isolamento durante a internação é uma das partes que traz mais sofrimento aos pacientes. &#8220;Essa falta da família ao lado do paciente tem um impacto tanto na internação quanto na prática médica, uma vez que precisamos passar informações e discutir o caso com familiares por telefone. É algo muito difícil. Conversar, aliviar angústias ou confortar sem ver expressões, olhares e até muitas vezes encostar. O uso de celulares ajuda a reduzir esse sofrimento.&#8221;</p>



<p>No dia a dia, plataformas como Facetime, Zoom, Google Hangout têm ajudado o médico a reduzir um prejuízo na parte acadêmica. Ele também passou a se expressar mais nas redes sociais. &#8220;Nunca fui de postar opiniões, mas a partir do momento em que muita informação de fontes dúbias e fake news estavam sendo publicadas, achei pertinente publicar conteúdo relevante e com informações confiáveis.”</p>



<p>Bianka Genovez, biomédica que trabalha em um laboratório de pronto atendimento de um hospital em Jacareí, no interior de São Paulo, conta como tem sido o dia a dia. “É bem difícil manter a sanidade, ainda mais com tanta notícia ruim e total descaso de algumas pessoas. Tento me distrair com filmes e séries e me desconectar das notícias às vezes. Até mesmo de algumas redes sociais para não ver pessoas desacreditando da pandemia, enquanto eu fico paranóica com medo de me infectar ou, pior, levar a doença para os meus pais.”</p>



<p>Dados mostram que o isolamento social está afrouxando, e os índices de infectados e mortos não dão trégua. Nesse cenário, Bianka faz um pedido. “Pensem em quem realmente precisa sair de casa, como os profissionais da saúde. Quanto mais pessoas doentes em hospitais, estaremos mais expostos e correndo risco de adoecer e ver os hospitais ficando super lotados e com escassez de funcionários.”</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O combate à outra “pandemia”: as fakenews&nbsp;</strong></h4>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-medium is-resized"><img decoding="async" src="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/03-240x300.png" alt="" class="wp-image-1288" width="245" height="306" srcset="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/03-240x300.png 240w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/03-819x1024.png 819w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/03-768x960.png 768w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/03-1229x1536.png 1229w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/03-1638x2048.png 1638w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/03-600x750.png 600w" sizes="(max-width: 245px) 100vw, 245px" /></figure></div>



<p>&#8220;Uma consequência interessante da pandemia é que a sociedade está sendo forçada a usar a tecnologia e, principalmente, a internet da maneira que as cabeças que a criaram sonhavam: para trocar informação, recursos e construir, coletivamente, soluções para problemas urgentes&#8221;, diz Mariana Perroni, médica intensivista.</p>



<p>Ela já trabalhou nos sistemas público e privado, no Brasil e fora também &#8211; até em hospitais de campanha em situação de catástrofe, como no Haiti após o terremoto de 2010. &#8220;Ainda assim, nada se compara à pandemia de Covid-19: temos um vírus extremamente contagioso que pode, inclusive, ser transmitido por pessoas assintomáticas e para o qual não existe vacina nem tratamento medicamentoso. Nenhum sistema de saúde em nenhum país é configurado para lidar com a demanda que esse combo traz&#8221;, diz.</p>



<p>Mariana se juntou ao conselho científico de uma iniciativa sem fins lucrativos, o Brasil Sem Corona (www.brasilsemcorona.com.br/), que visa promover o rastreamento colaborativo da pandemia pela própria população, usando seus smartphones. &#8220;Quando a sociedade começa a colocar dados de sintomas, localização e casos por meio de um aplicativo, conseguimos mapear a pandemia com mais agilidade, entender quais regiões com risco de surtos e pioras e, assim, ajudar prefeituras e o governo a tomar medidas mais ágeis e adequadas à necessidade e às peculiaridades de cada região.&#8221;</p>



<p>Em um enfoque mais pessoal, ela conta que faz videochamadas para reduzir a distância dos amigos e dos pais, que não vê desde o início de março. &#8220;Eles já passaram dos 65 anos e meu pai, inclusive, está se recuperando de um câncer. Não consigo nem conceber a possibilidade de ser vetor do vírus.&#8221; A médica também usa o Twitter para trocar experiências. &#8220;Mais do que nunca, médicos têm um dever ético e legal de disseminar informação de qualidade sobre saúde na internet. Porque só assim conseguimos combater uma outra &#8216;pandemia&#8217; gravíssima que vivemos: a das fake news.&#8221;&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Tecnologia como aliada de pacientes e familiares</strong></h4>



<p>Para os pacientes em tratamento de Covid-19, a tecnologia também é aliada, conta a médica intensivista Mariana Perroni. &#8220;Deixamos o uso de smartphones liberado para os que não se encontram em situação grave e até ajudamos os idosos que não têm tanto traquejo digital a se manterem conectados com suas famílias. Além dos remédios, isso também é um item fundamental na prescrição.&#8221;&nbsp;</p>



<p>A médica explica que vídeo chamada de despedida não é praxe porque, devido ao enorme comprometimento pulmonar, os pacientes com casos graves costumam estar entubados e sedados. Por outro lado, se percebem que o desconforto respiratório está evoluindo e a intubação será inevitável, as equipes fazem o possível e o impossível para proporcionar uma chamada de vídeo para que o paciente possa conversar com sua família. &#8220;Como sabemos que essa pode ser a última chance, é impossível não se emocionar.&#8221;</p>



<p>A médica conta que, por mais que o sacrifício seja enorme, &#8220;é extremamente gratificante estar de N95 (a máscara mais recomendada) usando nosso conhecimento à beira do leito e respondendo ao chamado mais intenso de nossas carreiras e, possivelmente, de nossas vidas.&#8221; Ressalta, no entanto, que todos os profissionais da saúde na linha de frente também são vulneráveis à infecção. &#8220;Então, mais do que palmas na janela ou sermos chamados de heróis, o que queremos mesmo é a certeza de que vamos ter equipamentos de proteção e ferramentas para conseguir continuar fazendo nosso trabalho e ajudando quem precisa.&#8221;</p>



<p>Mariana aproveita para compartilhar o recado: &#8220;Para as pessoas que insistem em quebrar o isolamento social, que é a única medida com eficácia comprovada nesse momento, só digo uma coisa: sem dados, somos apenas pessoas com opiniões. E eu me preocupo demais quando opiniões se sobrepõem à ciência e acabam fomentando posturas e declarações questionáveis. Pois o saldo disso são vidas.&#8221;&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Quem cuida de quem cuida?&nbsp;</strong></h4>



<p>Este não é um momento fácil para ninguém, mas a carga dos profissionais da saúde está ainda mais pesada.&nbsp;</p>



<p>Fernanda Rebouças (@suspiro_psi), psicóloga clínica que atua no Núcleo de Apoio à Saúde da família (Nasf), desabafa: “Tenho visto muitos profissionais sofrendo, são sentimentos que transitam entre raiva, tristeza, desânimo, paralisia, revolta. Esses sentimentos geralmente dizem respeito: 1) ao cenário político em que o país se encontra e os efeitos nefastos desse processo sobre a pandemia; 2) ao contexto social, onde grande parte das pessoas está em negação dos reais riscos de contaminação e agem de maneira divergente das orientações dadas, o que faz com que os profissionais sintam-se ainda mais expostos e injustiçados; 3) à situação de trabalho, que envolve restrição/escassez de EPI´s, conflitos interpessoais e exposição ao risco de contaminação; 4) à dimensão da vida pessoal, pois também estamos vivendo o distanciamento dos lugares, atividades e pessoas que nos davam sentido.“&nbsp;</p>



<p>Com o auxílio da psicóloga, separamos algumas dicas sobre como podemos apoiar esse grupo de pessoas e também selecionamos dicas de autocuidado focadas em quem trabalha na área da saúde (mas que podem ser úteis para todos). Confira:</p>



<p><strong>1- Apoio institucional é um direito</strong></p>



<p>É necessário que as gestões das instituições e sistemas de saúde reflitam sobre as melhorias necessárias no processo de trabalho dos profissionais. Podemos ajudar com pressão popular, por meio do site: <a href="https://www.maisdoquepalmas.com.br/">www.maisdoquepalmas.com.br</a></p>



<p><strong>2- Redes de apoio online</strong></p>



<p>Existem iniciativas de cuidado online voltadas para o atendimento psicológico e suporte. Uma delas é a <a href="https://www.rededeapoiopsicologico.org.br/">rededeapoiopsicologico.org.br</a>, voltada para conectar profissionais que precisam de ajuda ou querem atender gratuitamente os seus colegas.&nbsp;</p>



<p><strong>3- Esteja atento às “notificações” do seu corpo</strong></p>



<p>Nosso corpo também se comunica o tempo inteiro. Precisamos ficar atentos a esses sinais e oferecer o que ele precisa, na medida do possível. Aproveite o banho para se fazer uma massagem, apertar onde dói, alongar, fazer alguma atividade física, se alimentar bem, se espreguiçar.&nbsp;</p>



<p><strong>4- Entre em contato com seus sentimentos</strong></p>



<p>Não é fácil vivenciar&nbsp; tantos sentimentos difíceis e, ao mesmo tempo, lidar também com o sofrimento de pacientes e familiares. Pode ajudar muito buscar entender e nomear o que se está sentindo,&nbsp; se expressar de alguma forma, chorar, escrever, dialogar com ele ou com alguém próximo.&nbsp;</p>



<p><strong>5- A internet como aliada</strong></p>



<p>Nesse período ajuda muito manter conexões genuínas, que nos permitam dividir emoções, nos sentir pertencentes e acompanhados. Faça uma ligação, mande um comentário ou mensagem, ligue à moda antiga. E, quando as telas não forem suficientes, tente acessar as memórias afetivas com quem você ama.&nbsp;</p>



<p><strong>6- Cuidado com os excessos</strong></p>



<p class="has-normal-font-size">Precisamos estar atentos à superexposição às notícias. Busque preencher seu dia com atividades que ajudem a se  conectar com o concreto, com o que você pode realizar, com o lugar que você vive, mesmo que seja apenas a sua casa. Tudo isso ajuda a estar presente, que é o principal recurso para regular as emoções, sem sofrer na busca de retorno do mundo antes da pandemia, nem com a expectativa de que tudo isso acabe logo. </p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="819" height="1024" src="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/04-2-819x1024.png" alt="" class="wp-image-1289" srcset="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/04-2-819x1024.png 819w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/04-2-240x300.png 240w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/04-2-768x960.png 768w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/04-2-1229x1536.png 1229w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/04-2-1638x2048.png 1638w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/04-2-600x750.png 600w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p class="has-large-font-size"><strong>“Se eu pudesse, ficaria em casa, mas escolhi me dedicar ao próximo”</strong></p>
</div></div>



<p>&#8220;Doutora, eu vou poder ver minha família?&#8221;. Essa é a pergunta mais difícil que Rachel Businaro, médica, tem ouvido nos últimos tempos. Ela está na linha de frente na UBS Jardim Maia e no plantão do Pronto Socorro Sistemas Respiratórios do Hospital Salvalus, ambos na zona leste de São Paulo, e acompanha de perto o dia a dia da evolução do caos da Covid-19 no Brasil.</p>



<p>A médica trabalha 40 horas por semanas na UBS e faz de 12 a 24 horas de plantão por semana no PS. &#8220;O mais impactante até o momento para mim é lidar com o desespero dos pacientes. Quando falo que não teve resposta após o oxigênio e a medicação, que precisa ser internado, imediatamente vejo o pânico no olhar dessas pessoas.&#8221;</p>



<p>Rachel nos conta sobre como o mundo digital tem ajudado nesse período. &#8220;A internet me ajuda tanto na distração para momentos de relaxamento quanto para encurtar distâncias via Whatsapp e Instagram. Falo com minha família e amigos diariamente, seja por grupo, seja individualmente, muito mais do que antes da pandemia.&#8221; Mas a exaustão é uma constante. &#8220;Às vezes não consigo dormir pensando em como aquele paciente evoluiu, às vezes choro quando recebo a notícia de que faleceu. <br><br>Mas respiro fundo, tomo banho, tomo um chá, tento assistir um filme ou uma série para distrair a mente, converso com pessoas que amo e, quando o medo aperta, entro em contato com minha fé, agradeço pela vida e peço para que tudo acabe logo&#8221;, desabafa.</p>



<p>Ela aproveita para fazer um importante pedido. &#8220;Se você tem a oportunidade de poder fazer home office, fique em casa. Se você tem a oportunidade de tirar férias, fique em casa. Se você está desempregado ou é estudante, fique em casa. Se eu pudesse, ficaria em casa, mas escolhi me dedicar ao próximo e não vou fugir da luta no momento em que mais precisam. Então fique em casa por mim, fique em casa por nós. <br><br>Não sei qual é a sua fé, não sei qual é o seu partido político ou qual foi o seu voto na última eleição. Não me importa. O que me importa é a vida e o tanto de oportunidades que tem nela.&#8221;</p>
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		<title>Carinho pela tela, como demonstrar?</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2020 03:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De repente, muitos de nós estamos privados de estar perto fisicamente de quem amamos. Ainda bem que existe a internet pra gente poder continuar em contato e mostrando que nos importamos!⠀⠀ Como está sendo a conexão com quem você ama neste período? Estamos vivendo um momento atípico de pandemia, em que sentimos diversas emoções ao [&#8230;]</p>
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<p>De repente, muitos de nós estamos privados de estar perto fisicamente de quem amamos.</p>
<cite><em>Ainda bem que existe a internet pra gente poder continuar em contato e mostrando que nos importamos!⠀⠀</em></cite></blockquote>
<hr class="wp-block-separator is-style-wide" />
<h4 class="wp-block-heading">Como está sendo a conexão com quem você ama neste período?</h4>

<p>Estamos vivendo um momento atípico de pandemia, em que sentimos diversas emoções ao longo de um mesmo dia. Em alguns momentos estamos com medo, em outros com raiva ou tristeza, tem aqueles intervalos em que a gente até consegue esquecer um pouco disso e se divertir. Ficar em contato com amigos e família é fundamental neste momento. Tem hora pra compartilhar alegrias, hora pra compartilhar angústias, e a todo tempo hora de sentir que estamos participando do dia a dia um do outro. Para aumentarmos o nosso vocabulário de carinho pelo digital, conversamos com a <a href="https://www.instagram.com/carolinanalon/">@carolinanalon</a>, especialista em Comunicação Não Violenta. E ela respondeu a nossa pergunta: como se fazer presente mesmo pelo digital e se mostrar verdadeiramente interessado no outro?Confira as dicas:⠀</p>

<p> </p>

<p> </p>
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									<h4>Estabeleça limites para se cuidar</h4>
<p><!-- /wp:heading --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Para sermos uma presença positiva para o outro, precisamos aprender a cuidar de nós mesmos. Em um momento tão delicado como este, as nossas emoções estão à flor da pele. Às vezes, tentando ajudar, depositamos ansiedade e medo no outro, ou então absorvemos mais do que damos conta no momento. Toda relação que vale a pena passa por algum momento de ajuste.⠀⠀</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Está tudo bem sinalizar que você não quer mais ouvir falar desse assunto por hoje, por essa semana, pois você precisa se cuidar, respirar melhor. Está tudo bem dizer que você precisa de um espaço pra lidar com suas próprias emoções ou sair de grupos de WhatsApp que bombardeiam links, áudios e vídeos o dia inteiro. Está tudo bem escolher se informar com mais parcimônia, ouvindo um podcast no fim do dia, lendo uma newsletter. Todos somos curadores hoje em dia. Vale escolher bem o que você quer passar para frente.⠀</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Nesse contexto, como podemos estar presentes para o outro, mas, ao mesmo tempo, estabelecer limites caso a troca não esteja sendo positiva? Conversamos com a <a href="https://www.instagram.com/carolinanalon/">@carolinanalon</a>, especialista em Comunicação Não Violenta, que nos ajudou a responder a essa pergunta. Veja a seguir<br /><br />&#8211;  <strong>Seja sincero: </strong><br />conte como você está se sentindo ao outro <br /><br />&#8211; <strong>Deixe claro que os seus sentimentos: </strong><br />Não são de responsabilidade dela (ou seja, não a culpe pelo que sente);<br /><br />&#8211; <strong>Outros tipos de assunto:</strong><br />Reforce o quanto conversar sobre outros tipos de assunto é importante para você agora; <br /><br />&#8211; <strong>O excesso de notícias:</strong><br />Caso a questão seja excesso de notícias, deixe claro para a pessoa que você compreende a boa intenção em manter todos informados e que você compartilha da mesma visão: que também acredita que estar bem informado nesse momento é fundamental. <br /><br />&#8211; <strong>Estabeleça limites:</strong><br />Diga que já escolheu algumas fontes e horários para se informar, por exemplo, e conte para ela que receber uma enxurrada de informações a todo momento estava te deixando ansioso/depressivo/em pânico, e que precisou tomar a decisão de comunicar isso agora. Mas reforce que, apesar disso, você gostaria de manter contato.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Você tem vivido desafios em relação a limites com quem você ama? Como tem lidado com isso?</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:image {"align":"left","id":1413,"sizeSlug":"medium"} --></p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-medium"><img loading="lazy" decoding="async" width="240" height="300" class="wp-image-1413" src="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-3-1-240x300.png" alt="" srcset="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-3-1-240x300.png 240w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-3-1-819x1024.png 819w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-3-1-768x961.png 768w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-3-1-600x751.png 600w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-3-1.png 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></figure>
</div>
<p><!-- /wp:image --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>É pela internet que estamos trabalhando (nós que podemos fazer isso), ficando perto dos amigos, da família, nos informando, nos distraindo também. No início desta pandemia que estamos vivendo, é natural o uso do digital sair um pouco do controle. No entanto, acreditamos que, mesmo neste momento, tem hora para refletirmos. E pensamos que agora o mais importante é nos atentarmos para como estamos usando o nosso tempo online⠀⠀</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>&#8211;<strong> Redes sociais: </strong><br />use mais para se inspirar e menos para se informar;</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>&#8211;<strong> Cuidado com as fontes:</strong><br />sites de notícias, instituições governamentais, agências de checagem ou autoridades referência no assunto: se informe diretamente em fontes mais confiáveis;</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>&#8211; <strong>Redescubra a internet:</strong><br />a internet é uma janela para o mundo, dá pra viajar sem sair de casa, passear por sites de museus, se distrair vendo séries, documentários e filmes;</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>&#8211; <strong>Por vídeo dá pra fazer mais do que conversar:<br /></strong>dá pra fazer festa, exercícios, meditar&#8230; Corpo são, mente sã. &#8211; Aproveite para trocar receitas com sua família. E se cada um tentar preparar o mesmo prato e vocês comerem juntos depois?</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>&#8211; <strong>Ensine os mais velhos da família a usar melhor os recursos do celular:</strong> talvez essa seja a oportunidade para falar por vídeo com sua avó pela primeira vez. Vale ligar para os familiares em situações corriqueiras também, cada um jantando, compartilhando pela tela.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>&#8211;<strong>Escreva um diário:</strong><br />Pode ser muito bom colocar no papel o que você tem sentido e observado estes dias.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>No mais, quando perceber que está usando o digital no automático, sem nenhuma intenção por trás, vale a pena dar um descanso para a tela e também para a sua mente. Como tem sido a sua rotina digital?</p>								</div>
				</div>
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		<title>Emoções e relacionamentos</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Nov 2019 08:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Branded content]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cada vez que desbloqueamos nossos telefones, nos abrimos para sentir muitas emoções. Podemos sentir alegria de ver uma conquista, uma descoberta ou até mesmo um vídeo fofo. Às vezes nos sentimos ansiosos: é tanta coisa para dar conta. Tem aqueles momentos em que a inveja bate e parece que a vida de todo mundo [&#8230;]</p>
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									<p>A cada vez que desbloqueamos nossos telefones, nos abrimos para sentir muitas emoções. Podemos sentir alegria de ver uma conquista, uma descoberta ou até mesmo um vídeo fofo. Às vezes nos sentimos ansiosos: é tanta coisa para dar conta. Tem aqueles momentos em que a inveja bate e parece que a vida de todo mundo é mais interessante que a sua. Podemos sentir medo também: de não saber o que está acontecendo no mundo, de ficar pra trás no trabalho, de entrar em conflito com o outro. Você já parou para pensar em como sua vida digital pode ter um grande impacto nas suas emoções?<br /><br /></p><p>Para começarmos esta investigação coletiva, propomos um exercício: da próxima vez que você desbloquear a sua tela, observe o que acontece com você. Quantas emoções você sentiu?</p><p><strong> </strong></p><p><strong>O design e nossas emoções</strong></p><p>No momento da criação dos produtos digitais que mais usamos, os designers tinham um desafio: fazer com que a gente usasse os apps incríveis que eles tinham criado. Eles fizeram isso estudando a fundo o comportamento e as emoções humanas. Foi assim que nasceram os recursos que vemos na maioria dos produtos que usamos: o botão de curtir, a bolinha vermelha de notificação, o mecanismo de puxar para atualizar, entre outros.</p><p>Corta a cena para os dias de hoje e temos os próprios criadores dessas funcionalidades se arrependendo por não terem previsto que elas poderiam levar a cenários em que passamos tantas horas conectados. Loren Brichter, o designer que inventou o mecanismo de puxar para atualizar, diz que nunca pretendeu que o design fosse viciante &#8211; mas não contesta a comparação das máquinas caça-níqueis. &#8220;Eu concordo 100%&#8221;, diz ele. &#8220;Agora tenho dois filhos e lamento cada minuto que não estou prestando atenção neles porque meu smartphone me sugou.&#8221;<br />⠀⠀⠀<br />Confira nas imagens os mecanismos digitais que mais mexem com as nossas emoções. Você já tinha pensado sobre o efeito dessas funcionalidades nos seus sentimentos?</p>								</div>
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					<h4 class="elementor-heading-title elementor-size-default"> Resgatando a atenção</h4>				</div>
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									<p>Vamos resgatar a nossa atenção?</p>
<p> Os mesmos criadores dos mecanismos que nos deixaram vidrados nas telas estão vivendo desafios pessoais com os efeitos que elas provocam em nossas vidas e em nossas emoções. É o caso do Nir Eyal, autor conhecido por seu livro best-seller &#8220;Fisgados: como construir produtos que viram hábitos&#8221;. Ele ajudou inúmeras empresas a nos deixarem cada vez mais vidrados pelos produtos digitais. Com o tempo, ele percebeu que suas invenções foram tão eficientes que ele mesmo estava deixando de conseguir viver momentos de atenção plena até mesmo quando estava com a sua filha. Foi assim que nasceu a ideia do livro &#8220;Indistractable&#8221;, em uma tradução ainda não oficial algo como &#8220;Indistraível: como controlar sua atenção e escolher sua vida&#8221;. A leitura é interessante e indica 4 passos para você resgatar a sua atenção, que compartilhamos aqui, confira;</p>
<p><strong>1- Conheça os seus gatilhos internos:</strong> <br />por mais que não gostemos de admitir, a distração começa de dentro, do desejo de escapar de algum desconforto. Nir Eyal afirma que os truques de produtividade não vão funcionar se não conhecermos e aprendermos a controlar melhor esses gatilhos;</p>
<p><strong>2- Faça um calendário:</strong> <br />na economia da atenção é imprescindível planejar para onde vai seu tempo antecipadamente. Do contrário, algo vai ocupá-lo; podem ser as demandas de terceiros ou as distrações digitais. Vale planejar até o tempo livre. Dessa forma, se você se distrair, ao menos vai saber o que deixou de fazer;</p>
<p><strong>3- Tente &#8216;hackear’ os gatilhos externos:</strong> <br />dois terços dos usuários de smartphones nunca mudaram os ajustes de notificação. Você realmente precisa receber avisos de todos os apps? Gaste 10 minutos para eliminar ao máximo os estímulos externos. Você também pode fazer isso no mundo off-line, avisando as pessoas que você precisa de um tempo de concentração.</p>
<p><strong>4- Faça pactos para prevenir a distração:</strong> <br />você pode convidar um amigo para que vocês acompanhem o progresso um do outro na luta contra as distrações. Pode também usar apps que te ajudam a controlar melhor o seu tempo, como Rescue time e Self Control. Use a tecnologia a seu favor nessa luta!</p>								</div>
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					<h4 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Da conexão ao distanciamento</h4>				</div>
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									<p>&#8220;Nós esperamos cada vez mais da tecnologia e menos uns dos outros.&#8221; A frase é de Sherry Turkle, autora do livro &#8220;Alone together&#8221;.</p>
<p>Às vezes vocês não têm a impressão de que mesmo fazendo parte de grupos de Whatsapp, falando com seus amigos por mensagem direta, vendo tudo o que eles estão fazendo pelo stories vocês, ainda assim, se sentem sozinhos? A verdade é que esse tanto de contato e de informação nem sempre significa conexão. ⠀</p>
<p>Como fazer, então, para sair de um cenário de isolamento provocado pela tecnologia? Usando a internet como pontes para encontros ao vivo, sempre que der. Procure se conectar para além do &#8220;tudo bem?&#8221;. Você sabe quais desafios quem você ama tem vivido? Ou quais são seus sonhos mais profundos? Crie tempo e disponibilidade para as interações que te importam, principalmente as que tem toque, olho no olho. Porque nada substitui estar junto. </p>								</div>
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					<h4 class="elementor-heading-title elementor-size-default">E o amor, como fica?</h4>				</div>
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									<p>E os relacionamentos amorosos, como ficam?</p>
<p> Diferentes, como quase todos os outros aspectos da nossa vida. É fato que, seja por meio de aplicativos, seja por meio de interações nas redes sociais, nossos relacionamentos ganharam mais uma camada para se desenvolver, a digital. ⠀⠀⠀</p>
<p>De antemão, já dá para vasculhar um bom volume de informação olhando as fotos do perfil de quem você está interessado, para ver se dá match. Falamos de stalkear o crush ou o contatinho. Tem aquele entusiasmo da paquera, ainda mais com tantos meios para interagir. Nesse contexto, damos significado a novos tipos de interações: quem eu quero curte ou não curte as minhas fotos? Rolou um like em uma foto antiga, isso é paquera? E se a pessoa visualiza ou não todos os seus stories, o que isso significa? A facilidade de falar com tanta gente ao mesmo tempo esvazia um pouco a necessidade que toda relação tem de aprofundamento.</p>
<p>&#8220;Numa lógica de mercado, as ofertas são muitas e as demandas também. Essa é a verdade da liquidez. A única coisa que importa é saber, nesse supermercado gigantesco, o que você quer e o que você gosta. Se você não sabe muito bem, irá se perder e achar que deseja experimentar todos os produtos de todas as prateleiras. Se você sabe melhor de você, se você sabe ao menos algo visceral sobre o seu desejo, basta um pequeno mercadinho charmoso com exatamente todos os tipos de seres humanos que te interessam e que entram em uma deliciosa sintonia com você. Te digo: são poucos. &#8221; Uma percepção da psicanalista Maria Homem (<a href="https://www.instagram.com/maria.homem/">@maria.homem</a>) sobre esse tema.</p>
<p>Afinal, o amor nos tempos da tecnologia: tá mais fácil ou mais complicado?</p>								</div>
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					<h4 class="elementor-heading-title elementor-size-default">A inveja e o outro</h4>				</div>
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									<p>A grama do vizinho não é mais verde, ela apenas recebeu algumas camadas de edição e filtros. O que a gente vê na tela do Instagram é um recorte, não a história completa.</p>
<p>Além disso, nunca tivemos acesso a um volume tão grande de vidas para acompanhar. Se com essa avalanche de informações parece que a vida de todo mundo é mais cheia de conquistas do que a sua, saiba que você não está sozinho nesse sentimento.</p>
<p>&#8220;A modernidade está vivendo com seu celular, colocando a representação do eu para o outro dar aval e dizer: você é legal, bonito, eu gosto de você. São várias instâncias que vão me avaliar continuamente, me medir, julgar para que eu tenha valor. Isso é a base da inveja.&#8221;, diz a psicanalista Maria Homem (<a href="https://www.instagram.com/maria.homem/">@maria.homem</a>). ⠀</p>
<p>Como navegar em meio a esses sentimentos? Separamos algumas dicas:⠀</p>
<p>-Identifique o que você está sentindo, tente nomear sua emoção, entender de onde ela vem e o que ela está querendo te dizer;</p>
<ul>
<li>Tenha a coragem de ser imperfeito e vulnerável, como diria Brené Brown (todos nós somos!);</li>
<li>Procure não comparar os seus passos com a jornada do outro, cada vivência é única;</li>
<li>Pratique &#8220;mudita&#8221;, a capacidade de se alegrar com as conquistas dos outros;</li>
<li>Comece a conhecer mais a si mesmo.</li>
<li>Medo: o outro é uma criação nossa</li>
</ul>
<p>Já sabemos: as redes sociais nos colocam em bolhas.</p>
<p>O algoritmo entende o que você gosta e te sugere quem seguir, o que ler, ver, ouvir, comprar. &#8220;Consumir informações que estejam de acordo com nossas ideias do mundo é fácil e prazeroso; consumir informações que nos desafiam a pensar de novas maneiras ou questionem nossas suposições é frustrante e difícil&#8221;, escreve Eli Pariser no livro &#8220;The filter bubble&#8221;. &#8220;É por isso que os partidários de uma faixa política tendem a não consumir a mídia de outra. Como resultado, um ambiente de informações que só deseja conquistar mais cliques favorecerá o conteúdo que apoia nossas noções existentes sobre o mundo, em detrimento do conteúdo que nos desafia&#8221;, completa. ⠀O resultado? Muitas vezes perdemos a capacidade de lidar com o diferente. É assim que construímos o mundo que a gente quer? Achamos que não.</p>
<p>O que podemos fazer para lidar melhor com esses sentimentos? &#8220;O primeiro passo é saber que o outro, tal como desenhamos em nossa mente, é antes de tudo uma criação nossa. Sim, parece estranho mas é isso mesmo: o outro é um pouco o que ele é, e muito mais o que projetamos sobre ele. Há momentos na história em que isso fica flagrante, normalmente quando o outro é a representação do mal ou do bem. Nossa mente é maravilhosa ao criar armadilhas para nos assustar ou nos apaziguar. Saiba disso e procure se conhecer&#8221;, nos convida a psicanalista Maria Homem (<a href="https://www.instagram.com/maria.homem/">@maria.homem</a>).</p>
<p>O que podemos fazer? Desafiar o algoritmo!</p>
<p>Aprenda sobre algo que não te interessa de primeira, siga pessoas que têm vidas completamente diferentes da sua. Há tanta vida lá fora. Como você usa a internet como um lugar de potência? ⠀⠀⠀</p>								</div>
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					<h4 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Um tema delicado (porém necessário)</h4>				</div>
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									<p>Vamos começar a falar sobre esse tema respirando bem fundo? Pronto, agora sim.</p>
<p>Ansiedade: de ser produtivo, de consumir, de se informar, de postar. Esse excesso não existe só no digital, não é mesmo? Por isso acreditamos que não adianta vilanizar as telas: precisamos ir além e examinar o contexto da criação dos produtos digitais e também o tipo de conteúdo que criamos e produzimos.</p>
<p>Uma pesquisa da Brigham Young University mostrou que, ainda mais do que a quantidade de tempo que passamos online, o que mais impacta a nossa saúde mental é a forma como passamos esse tempo. Sarah Coyne, a professora líder desse estudo afirma: &#8220;Dois adolescentes podem usar as mídias sociais exatamente pelo mesmo tempo, mas podem ter resultados muito diferentes pela maneira como estão usando&#8221;.</p>								</div>
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					<h4 class="elementor-heading-title elementor-size-default">A internet e o mundo: um espaço pra sonhar</h4>				</div>
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									<p>A internet foi criada a partir de um sonho &#8211; e de um trabalho coletivo de inúmeros programadores, cientistas, pensadores que queriam conectar um grande volume de informações e, na sequência, o mundo todo. Navegamos em um volume de dados que se multiplica a cada dia. Com isso, sentimos muitas implicações. Ainda assim, estamos longe de ter chegado a um auge em relação à internet. O próprio Tim Bernes Lee, criador da World Wide Web, fala: &#8220;A Web como eu a imaginava, ainda não a vimos. O futuro ainda é muito maior que o passado&#8221;. ⠀⠀⠀</p>
<p>Como estamos construindo a internet do presente? E como sonhamos com a do futuro? Antes de vermos as mudanças positivas no mundo, sempre existe o sonho. E se a gente sonhasse coletivamente com as mudanças que queremos ver na internet? É para isso que existe <a href="https://www.instagram.com/explore/tags/ainternetqueagentequer/">#ainternetqueagentequer</a>.</p>
<p>Essa é a hora do brainstorm coletivo: se você tivesse todo o poder nas suas mãos, quais mudanças iria propor nos seus apps e redes favoritas? O que iria inventar que ainda não existe? Quais conteúdos e quais emoções você gostaria de ver e de sentir mais no digital? Vamos desenhar juntos uma internet mais gentil com nossas emoções?</p>
<p><br /><br /></p>								</div>
				</div>
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				</div>
		<p>O post <a href="https://www.ainternetqueagentequer.com/emocoeserelacionamentos/">Emoções e relacionamentos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ainternetqueagentequer.com">A internet que a gente quer</a>.</p>
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		<title>Efeitos Colaterais do digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Contente]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Aug 2019 08:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Efeitos colaterais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Instagram, você é tão delicioso! Não é à toa que a maioria de nós é viciada nesse app. Mas estar por lá não é só um mar de rosas. Para conseguirmos trabalhar melhor as nossas emoções mais complexas, dar um nome para elas pode ajudar. Por isso tentamos nomear alguns dos efeitos colaterais que nos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.ainternetqueagentequer.com/efeitoscolateraisdodigital/">Efeitos Colaterais do digital</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ainternetqueagentequer.com">A internet que a gente quer</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="243" class="elementor elementor-243">
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									<p style="color: #3c4858; font-family: Armin; text-align: justify;">Instagram, você é tão delicioso! Não é à toa que a maioria de nós é viciada nesse app. Mas estar por lá não é só um mar de rosas. Para conseguirmos trabalhar melhor as nossas emoções mais complexas, dar um nome para elas pode ajudar. Por isso tentamos nomear alguns dos efeitos colaterais que nos atormentam, para aí então tentar buscarmos um antídoto para eles.</p>								</div>
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									<p style="color: #3c4858; font-family: Armin; text-align: justify;">Não sabemos como é para vocês por aí, mas, por mais que a gente tenha uma super atenção em que tipo de conteúdo vamos seguir, em dar unfollow ou silenciar o que nos faz mal, no fim não adianta muito. Observar o feed e os stories do Instagram é sempre nos deparar com um grande cardápio de sentimentos. Quase como uma roleta russa de emoções. Quando você decide abrir o app, não sabe muito bem o que vai acontecer depois ou como vai receber as informações que estão ali. Como tudo é mais complexo do que o bom X o ruim, a informação que te traz ansiedade, te faz se comparar com o outro ou experimentar qualquer outro sentimento mais turvo pode vir até mesmo do perfil que você mais ama. Se em algum momento podemos acabar sentindo tudo isso, nos resta olhar pra dentro e entender quais costumam ser os gatilhos para esses sentimentos. Essas emoções nos oferecem o tempo inteiro informações valiosíssimas. Então em vez de tentarmos fugir disso, que tal fazermos o exercício de observar o que acontece com a gente enquanto navegamos? Isso nos ajuda a filtrar melhor o conteúdo, a refletir na hora de postar para tentar não causar o mesmo sentimento nos outros ou até a fazer algumas mudanças em nossas próprias vidas. </p>								</div>
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									<p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">Qual ferramenta vocês mais usam para buscar inspiração? Para nós, nos últimos anos, o Instagram tem tido um papel fundamental. Fomos cuidando com tanto carinho de quem seguíamos por aqui que nossas timelines se tornaram irresistíveis. E foi por amar o conteúdo de quem seguimos que sentíamos que essa prática podia acabar nos sabotando de algumas formas. Explicamos: vamos supor que aparecia um desejo genuíno de estudar alguma coisa. Logo na sequência víamos por aqui todos os dias tantas dicas, leituras e referências incríveis que passamos a sentir a nossa atenção como a bolinha de um fliperama. Batendo de cá pra lá e com muita dificuldade de aterrissar. E também com toda a ansiedade que essa overdose de conteúdo traz: a sensação constante de não fazer o suficiente, saber o suficiente.</span></p><p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">Como é por aí, você se identifica com o efeito colateral da mente fliperama? Você também sente que o Instagram tem grande impacto no desvio da sua atenção? Temos muito interesse em saber se já experimentou algo assim ou se encontrou uma forma de usar esse app que seja mais benéfica para sua saúde mental e para o seu tempo. Conta pra gente?</span></p>								</div>
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									<p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">Esta semana estamos falando sobre alguns efeitos colaterais que sentimos ao usar esta querida rede. E um que identificamos com alguma frequência é a ansiedade que pode bater em querer compartilhar primeiro. Ela funciona assim: você vê ou lê alguma coisa que te impacta (um filme, um livro, matéria, documentário etc). Nesse momento a ansiedade já chega – preciso compartilhar primeiro. Ao decidir participar dessa competição intelectual velada, a velocidade é muito importante e com ela vem a ansiedade, com força total. Como disse o </span><a class="notranslate" style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; color: #121212; font-weight: bold;" href="https://www.instagram.com/brenodamatta/">@brenodamatta</a><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;"> em uma conversa que tivemos: “Muitas vezes sinto que as pessoas querem mais mostrar que viram aquela informação primeiro do que realmente absorver e trocar ideia sobre”.</span></p><p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">Como antídoto para esse sentimento vale se lembrar o tempo todo de que a vida não é uma competição. Quando agimos por esse paradigma estamos pensando que só existe espaço para o número 1. Para o bem da nossa saúde mental, não devemos alimentar esse sentimento. Olhar as redes com o olhar da colaboração pode ser muito mais saudável. Temos experimentado também não compartilhar assim que bate o primeiro impulso, tentando ficar um pouco mais tempo com aquele conteúdo. Esse tempo para elaborar e vivenciar faz com que suas palavras tenham mais força. E você, se identifica com esse constante sentimento de competição? Como tem feito para trabalhar isso?</span></p>								</div>
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									<p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">Estudos mostram que em média abrimos os nossos telefones mais de 50 vezes por dia (e aplicativos como o Moment podem te mostrar se você está dentro desta média). Acreditamos que essas checadas rápidas e aparentemente inofensivas são campeãs em sequestrar nossa presença (e energia). Vê se você se identifica: você está vivendo a sua vida – pode estar tranquilo em casa, com a família, no meio do trabalho ou até em um date. Por alguma razão, bate um mini tédio, uma mini falta do que fazer ou qualquer outra situação que leve a sua mão ao telefone. Um exemplo: seu date se levanta da mesa e vai até o banheiro. Nesse meio tempo você pega o telefone, abre o Instagram, Twitter, Whatsapp ou qualquer outra rede rapidinho e, de repente, sua energia que estava na vibração do encontro pode ser invadida, por exemplo, por uma onda de raiva pela momento político que vivemos. Seu date volta, seu telefone volta pro bolso, mas sua energia, infelizmente, não volta com tanta facilidade. Não é que a gente deva evitar esses sentimentos mais conturbados, mas o que temos pensado é que pra tudo tem hora.</span></p><p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">Você se identifica com esses momentos de sequestro de presença? Para evitá-los, temos tentado ter mais controle do nosso uso e evitado usar o telefone em momentos em que queremos viver com atenção plena. Por mais inofensiva que pareça ser aquela olhadinha, ela pode te sequestrar. Preserve sua energia.</span></p><p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"> </p>								</div>
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									<p style="color: #3c4858; font-family: Armin; text-align: justify;">Já falamos um pouco sobre como o formato das redes sociais acabam moldando nossa criatividade: com o tempo vamos aprendendo a pensar em forma de post, de stories, de vídeo ou de qualquer outro formato da sua rede de preferência. Mas não é só a arquitetura das redes que faz isso com a gente, os algoritmos também. Percebemos que, quanto mais ativos somos, mais somos recompensados com audiência. E aí, meio sem pensar muito, passamos a sentir uma cobrança para sermos cada vez mais produtivos. Muitos trabalham com isso, aí a mudança de hábitos se torna um pouco mais difícil (mas não impossível). Outros sentem a pressão mesmo sem enxergar nenhum fim comercial naquilo – a não ser, é claro, o capital social que as redes nos proporcionam. Temos pensado que um dos antídotos para esta questão pode ser o ato de expandir a mente e a criatividade. Podemos ampliar a nossa consciência de que o campo criativo é muito maior do que o Instagram: você pode e tem toda a capacidade para criar uma música, pintar um quadro, começar a bordar, se aventurar na cozinha, escrever um filme ou um livro. Se expressar criativamente é uma dádiva que traz inúmeras alegrias para quem a pratica. Para muitas dessas expressões artísticas, você vai precisar dedicar seu tempo – tempo que você pode estar usando simplesmente para ter um post novo com frequência no Instagram. Quando sentir a pressão constante para criar conteúdo para esta rede, pense de onde ela nasce: de algum lugar realmente benéfico para você (e para toda a sociedade) ou ela vem do automático, do medo de ser esquecido, da competição? Se a resposta estiver mais perto da segunda opção, lembre-se da imagem do burrinho amarrado na cadeira de plástico. Você mesmo pode se libertar, é só começar.</p>								</div>
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		<title>Tribunal da Internet</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jul 2019 08:00:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A internet pode ser espaço de troca, aprendizado, inspiração. É essa que a gente tenta diariamente fazer aqui,&#160;#ainternetqueagentequer. Sabemos, no entanto, que existem muitas outras versões da rede. E algumas delas são extremamente tóxicas – e tristes. Semana passada uma blogueira cometeu suicídio. A garota de 25 anos lutava contra a depressão e compartilhava sobre [&#8230;]</p>
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									<p><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; font-family: Armin; text-align: justify; color: #3c4858;">A internet pode ser espaço de troca, aprendizado, inspiração. É essa que a gente tenta diariamente fazer aqui, </span><a class="" style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; background-color: #ffffff; color: #121212; font-family: Armin; font-weight: bold; text-align: justify;" href="https://www.instagram.com/explore/tags/ainternetqueagentequer/">#ainternetqueagentequer</a><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; font-family: Armin; text-align: justify; color: #3c4858;">. Sabemos, no entanto, que existem muitas outras versões da rede. E algumas delas são extremamente tóxicas – e tristes. Semana passada uma blogueira cometeu suicídio. A garota de 25 anos lutava contra a depressão e compartilhava sobre isso em seu perfil, enquanto produzia conteúdo de moda e auto-estima também. Depois de um episódio de fim de relação, ela compartilhou a dor e a tentativa de superação. Recebeu inúmeras críticas.</span></p>								</div>
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									<p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">O tribunal da internet não perdoa. É veloz ao criticar, zero empático também. Às vezes parece que muita gente se vale do fato de estar atrás de um @ para destilar qualquer pensamento, por mais nocivo que ele seja. Uma história trágica assim pode servir para que pensemos nas relações e nas interações que temos na vida – online e offline. Conversamos com o psicanalista Lucas Liedke, que faz o ótimo perfil&nbsp;</span><a class="notranslate" style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; color: #121212; font-weight: bold;" href="https://www.instagram.com/psicanaliedke/">@psicanaliedke</a><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">, sobre isso.</span></p>
<p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">– O que nós, que usamos tanto a internet como forma de expressão, podemos aprender a partir desse episódio?</span></p>
<p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><a href="https://www.instagram.com/psicanaliedke/" target="_blank">@psicanaliedke</a><br></p>								</div>
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									<p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">“O relato é trágico de tantas formas que, antes mesmo de aprender, talvez seja necessário para todos um tempo para simplesmente lamentarmos o ocorrido. Um tempo inclusive que se mostrou tão escasso no desdobramento desses fatos. O episódio parece ser marcado por uma sequência de desencontros e decisões apressadas, em que a instantaneidade e a urgência do agir/reagir, sempre pautada pelo ritmo da tecnologia, desencadeou em uma tragédia irreversível: 1) um casamento desmanchado por Whatsapp 2) um evento que, independente de sua natureza, deveria ser transmitido e compartilhado com o mundo e 3) uma enxurrada de comentários violentos que hoje são deletados como forma de alívio à culpa. No mínimo uma dose de remorso, diante de tudo que foi proferido sem qualquer ponderação sobre as possíveis consequências dessas ações de ódio. </span></p><p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">Elaborar um sentimento, seja de abandono e rejeição ou mesmo da superação de um trauma, não acontece apenas com a instantaneidade de um botão, por mais prático e tentador que seja resolver as coisas dessa maneira. O suicídio é entendido como um ato definitivo para um problema que deveria ser temporário. Comentários e posts podem ser deletados, mas não se deleta um suicídio, o que demonstra que definitivamente estamos em uma crise de tempo.”</span></p><p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">Se você ou alguém que conhece está passando por essa situação: LIGUE 188 e informe-se no perfil da campanha </span><a style="font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 1.125rem; background-color: white; letter-spacing: 0px; text-align: left;" href="https://www.instagram.com/setembro_amarelo/" target="_blank" rel="noopener">@setembro_amarelo.</a></p>								</div>
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									<p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">Uma mulher de 25 anos, que compartilhava sobre sua vida e suas dificuldades com a depressão em um perfil no Instagram, cometeu suicídio. Se você ou alguém que conhece está passando por essa situação: LIGUE 188 e informe-se na campanha </span><a class="notranslate" style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; color: #121212; font-weight: bold;" href="https://www.instagram.com/setembro_amarelo/">@setembro_amarelo</a><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">.</span></p><p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">– A internet pode ser muito cruel. O que é que legitima tantas pessoas a fazerem da rede um ambiente de julgamento e falta de empatia?</span></p><p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><a class="notranslate" style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; color: #121212; font-weight: bold;" href="https://www.instagram.com/psicanaliedke/">@psicanaliedke</a><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">: “A hostilidade é constituinte do ser humano. É uma parte natural de quem somos. Não tomar consciência desse afeto pode ser ainda mais perigoso do que exercê-lo. Quando a hostilidade se expressa em agressividade e violência, sem um anteparo simbólico, sem qualquer medo de punição ou escuta sobre a reação do outro, caímos em um território sem lei. Na trincheira das redes sociais, exercemos esse falso poder de forma excessiva e precipitada. Nosso julgamento está longe de ser imparcial ou mesmo benéfico, pois geralmente é instantâneo, reativo e descompromissado. É considerado apenas mais um comentário. É botar para fora de um jeito que pode ser catártico, mas também bastante egoísta e imaturo. </span></p>								</div>
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									<p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">A falta de empatia vem possivelmente de um lugar de distância com aquele que parece próximo, mas que, de fato, é somente um influenciador dos meus sentimentos. Não é um parente, um amigo, não é íntimo, é alguém que eu acredito que conheço e que posso rebater livremente suas ações e seus ataques, sejam eles reais ou imaginários, sejam eles para mim ou não.</span></p><p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">As redes sociais enfurecem um dilema humano que é clássico: como lidar com o diferente sem tentar eliminar essa diferença? Ou ainda, como lidar com aquilo que é tão semelhante a nós, mas que não queremos reconhecer em nós mesmos? Quantos desses comentários de ódio direcionados a essa moça não vieram de pessoas que, de alguma forma, também foram deixadas no altar, mas que não foram capazes de bancar esse abandono e buscar a superação da forma como ela tentou fazer? Aqui, é a inveja é que fala mais alto, e a reação instintiva é de destruir aquele que está em vantagem.”</span></p>								</div>
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									<p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">Para fechar essa série, tentamos entender a mecânica entre o sentir e o postar.</span></p><p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">– A blogueira compartilhava a vida a partir de um lugar de vulnerabilidade, dividindo seus processos, seus altos e baixos. Muita gente faz isso hoje. Você acredita que às vezes falta um tempo entre o pensar/sentir e o postar? Como podemos nos observar melhor quando passamos por momentos de dificuldade?</span></p><p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><a class="notranslate" style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; color: #121212; font-weight: bold;" href="https://www.instagram.com/psicanaliedke/">@psicanaliedke</a><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">: “Compartilhar sentimentos difíceis e conflituosos pode ser terapêutico, mas há diferentes formas de fazer essa elaboração. A solução de escancarar um mal-estar pode ser um pedido de ajuda. Pode ser uma forma de finalmente falar sobre isso. Pode ser uma maneira de querer aparecer e chamar atenção. Pode ser o último recurso disponível. Com análise, reflexão e uma boa dose de franqueza consigo mesmo, é possível identificar as diferentes intenções por trás de um único gesto de abrir o seu sofrimento para sua rede de seguidores.</span></p>								</div>
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									<p><span style="color: #3c4858; font-family: Armin; text-align: justify;">Promover-se em cima de uma tragédia ou superar uma tragédia através de um compartilhamento são comportamentos semelhantes, mas não iguais. A acusação raivosa de que estamos nos promovendo em nossas redes pessoais vem geralmente de um lugar de recalque de quem gostaria de estar se promovendo, mas não é tão bem-sucedido nessa tarefa. É não admitir que as redes sociais podem sim ser um veículo de fortalecimento do Eu, dos nossos talentos, de nossa força de superação ou do nosso estilo de vida, seja ele qual for.</span></p>								</div>
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									<p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">Existe sim um risco de montarmos a nossa própria armadilha nesse emaranhado de desculpas e justificativas para o uso das redes. É como postar (para todo mundo) algo que desejava-se dizer a alguém específico. A postagem, por definição, requer um destinatário. Ou ainda, é como diz a expressão de quem está em busca de ‘migalhas de biscoito’ e contenta-se com uma grande quantia de farelos já que não tem o biscoito inteiro. Parece que é a mesma coisa, mas não é.”</span></p><p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">Se você ou alguém que conhece está passando por essa situação: LIGUE 188 e informe-se na campanha </span><a class="notranslate" style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; color: #121212; font-weight: bold;" href="https://www.instagram.com/setembro_amarelo/">@setembro_amarelo</a><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">.</span></p>								</div>
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