#ainternet
queagente
quer_não sou capaz de opinar: internet e posicionamento.

 

imagem grande
imagem pequena

Escute este conteúdo:

a internet ou ganha destaque na mídia, e você sente que precisa se posicionar, o que você faz?

a) Corre para os stories ou feed para comentar imediatamente;

b) Cobra primeiramente de grandes influencers, marcas ou pessoas públicas um posicionamento;

c) Estuda e avalia o quanto antes a situação para publicar algo sobre;

d) Espera o calor do momento passar e se informa para poder se posicionar conforme as suas opiniões;

e) Se não for sobre algo que você acredite não dominar ou não seja do seu interesse, não se posiciona.

Bem, o fato é que não existe uma resposta padrão (ou certa) quando o assunto é internet e posicionamento. O que sabemos é que a nossa opinião ficou a um clique de distância do outro, e apesar dos inúmeros benefícios desse processo, ainda precisamos discutir sobre como e com que finalidade estamos usando este espaço para reverberar os nossos posicionamentos. É importante nos lembrarmos do potencial da micro influência. Qualquer um de nós tem o poder de influenciar um grupo de pessoas, independentemente do tamanho da nossa audiência. No contexto que estamos discutindo, isso significa dizer que os posicionamentos e opiniões que expomos online tem um reflexo de sentimento, representatividade e responsabilidade sobre a comunidade que estamos construindo.

#ainternetqueagentequer precisa ser pensada para além dos posts temáticos e das notas de repúdio (e tudo bem fazê-lo), porém é preciso que o nosso discurso no digital esteja ancorado com a nossa prática off-line, com aquilo que fazemos quando seguidores, engajamento e branding não estão em jogo. Existem, sem dúvidas, temas sobre os quais não podemos nos silenciar, mas como construir uma cultura de posicionamento que seja menos sobre likes e fórmulas prontas e mais sobre ações concretas? Este é um desafio para nós enquanto criadores, para influencers e para marcas e empresas que desejam atuar com propósito.

No álbum separamos algumas ideias sobre o que levar em conta na hora de se posicionar online. Você costuma usar suas redes sociais para expressar seus posicionamentos? Como é esse processo para você? 

Com quantas notas de repúdio se faz um posicionamento?

Você já se perguntou pra que serve uma nota de repúdio?

Em tese, as notas de repúdio são utilizadas para sinalizar a desaprovação de uma conduta ou de um fato por parte de alguém ou de alguma instituição. Largamente utilizadas por políticos e órgãos públicos até por marcas e influenciadores, a ferramenta de não-deixar-passar-batido algum acontecimento relevante popularizou-se, mas a essa altura do campeonato não é mais suficiente.

Um posicionamento compartilhado na internet tem o poder de informar, impactar e até mesmo mudar a percepção de toda uma comunidade sobre uma determinada pauta. Quando simplificamos o processo de discussão e reduzimos a uma nota, por exemplo, aquilo que não queremos nos associar, contribuímos para uma lógica pouco eficaz de mudança e que tira de nós enquanto criadores, marcas ou influenciadores, a responsabilidade de nos aprofundarmos em debates importantes. Notas sozinhas não provocam, não transformam e não fazem refletir.

Mas calma, isso não é uma nota de repúdio às notas de repúdio; para além das tretas, do lacre, da omissão e do cancelamento existem diversos caminhos possíveis para a promoção de diálogos contundentes e posicionamentos concretos.

Na #internetqueagentequer – e fora dela – é preciso mais que repudiar o que reprovamos, é necessário engajar e apoiar efetivamente o que acreditamos. Pensando nisso, separamos algumas ações que podem ser desenvolvidas por pessoas e empresas para além das notas de repúdio. O que você acrescentaria?

Compartilhar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *