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	<title>Arquivos rotina digital - A internet que a gente quer</title>
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	<description>Um site sobre como utilizar a internet com inteligência e respeito</description>
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		<title>Navegar em tempos de incerteza</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2020 02:38:23 +0000</pubDate>
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<p class="has-large-font-size"><strong>Nós não temos todas as respostas</strong></p>
</div></div>



<p>Nem nós, nem você, nem os especialistas: não sabemos o que vai acontecer. Para uns, em algumas semanas tudo terá voltado ao normal. Para outros, a previsão é que vai durar bastante ainda. Para muitos de nós, esta é a primeira experiência de uma pandemia. A economia colapsa. Na internet, o conteúdo se propaga de maneira veloz, e o tema parece ser o único possível. Já vimos as experiências de China, Itália e outros países. Como podemos aprender com eles?<br>⠀⠀⠀<br>O digital mais do que nunca se torna a nossa praça pública, nosso ponto de encontro. E, como sempre, surge a oportunidade de refletir sobre <a href="https://www.instagram.com/explore/tags/ainternetqueagentequer/">#ainternetqueagentequer</a>. Observamos à nossa volta a urgência para buscar soluções para um problema dessa magnitude. Por enquanto, pensamos que podíamos, como comunidade, exercitar navegar sem tanta certeza. Aproveitar o convite que um momento como esse nos faz. Sem ignorar providências e planos que devem ser feitos nos âmbitos pessoal, profissional, político e social, claro, mas ao mesmo tempo nos abrindo para a possibilidade de vivenciar a impermanência.<br>⠀⠀⠀<br>O mundo como o conhecíamos até poucas semanas atrás parece ter entrado em um período de profundas transformações. Quais convites um momento como esse nos traz?<br>⠀⠀⠀<br>Mais do que pensar em respostas ou em antídotos, gostaríamos de passar um pouco mais de tempo com as perguntas. Neste primeiro post, pra dentro: como essa situação faz você se sentir? Como está sua relação com sua família e seus amigos? <br>⠀⠀⠀<br>Navegar em tempos de incerteza. É esse o convite que queremos deixar aqui.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Estar perto não é físico</h4>



<p>Ligar para quem mora do outro lado do mundo, ter uma conversa em vídeo com um grupo de amigos, falar mais com a família, oferecer ajuda aos vizinhos, compartilhar dicas de como entreter as crianças enquanto trabalhamos de casa. Ampliar a empatia para não só com os amigos ou a família, mas também para as pessoas que vão encarar ainda mais desafios nesse momento. Ver profissionais entregando seu trabalho em novos formatos, artistas tocando em lives e aquecendo nossos corações por alguns minutos. Sem falar nos memes e tweets que nos garantem risadas e resumem de forma afiada o que pensamos e sentimos.<br>⠀⠀⠀<br>Falamos bastante sobre como o excesso de internet às vezes pode nos afastar, mas as últimas semanas potencializaram o que nós mais prezamos na <a href="https://www.instagram.com/explore/tags/ainternetqueagentequer/">#ainternetqueagentequer</a>: a conexão.<br>⠀⠀⠀<br>Se por um lado estamos quase ficando loucos com o volume de informação a que somos expostos diariamente, também estamos descobrindo novas formas de usar a internet para nos conectarmos com o outro. Nunca foi tão urgente sentir que estamos juntos, exatamente quando o melhor que podemos fazer agora é ficar longe fisicamente. <br><br>A ideia de um distanciamento social angustia, dá medo. Sabemos que nem todos vão poder se isolar, e a desigualdade social se escancara. Vivemos a agonia da incerteza. Surgem também uma oportunidade, por mais clichê que pareça: a de focar no presente e cuidarmos uns dos outros.<br>⠀⠀⠀<br>A pergunta &#8220;como você está?&#8221; ganha outra dimensão. Não existe mais um &#8220;tá tudo bem&#8221; sem aprofundar ao menos um pouco. Em áudios, grupos de Whatsapp, mensagens diretas, ligações em voz ou vídeo, em posts e em lives: em todo lugar da internet a gente compartilha como é existir nesse novo e incerto cenário. Pela primeira vez, cada um em seu contexto, o mundo inteiro vive um mesmo desafio, o que pode ajudar na troca de apoio. Se em um dia estamos mais tensos, ouvimos palavras que acalmam. Se no outro estamos de boa, redobramos a ronda pra saber dos demais. Vamos trocando de papéis. Conversando, chorando, rindo, nos acolhendo. E elevando nossa empatia exponencialmente, porque parece que ficar junto é a saída.<br>⠀⠀<br>Como você tem se conectado com o outro nesse momento?</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h4 class="wp-block-heading">Um outro mundo é possível?</h4>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/pilulas-@ainterqueagentequer_Prancheta-1-cópia-16-1.png" alt="" class="wp-image-1521" width="271" height="338" srcset="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/pilulas-@ainterqueagentequer_Prancheta-1-cópia-16-1.png 4501w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/pilulas-@ainterqueagentequer_Prancheta-1-cópia-16-1-240x300.png 240w" sizes="(max-width: 271px) 100vw, 271px" /></figure></div>



<p>Imagine o mundo inteiro em pausa. Com tempo para refletir sobre como estávamos caminhando e para onde gostaríamos de ir. De repente estamos vivendo uma situação que parecia inimaginável. Nesse momento em que os humanos se unem na mesma batalha, abrimos espaço também para refletir: como nos conectamos (e repensamos) o mundo? A internet, mais uma vez, se mostra uma ferramenta importante para essa construção.<br>⠀⠀⠀<br>Enquanto uns passam pela situação com algum conforto e tranquilidade, muita gente não consegue nem acesso a água para evitar o contágio. As hashtags <a href="https://www.instagram.com/explore/tags/coronanasperiferias/">#coronanasperiferias</a> e <a href="https://www.instagram.com/explore/tags/covid19nasfavelas/">#covid19nasfavelas</a> são ótimos exemplos de como podemos enxergar outras realidades e também ajudar de alguma forma.<br>⠀⠀⠀<br>Segundo Yuval Noah Harari, autor de &#8220;Sapiens&#8221;:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;As escolhas que fazemos agora podem mudar nossas vidas nos próximos anos. (&#8230;) Por necessidade, deveremos todos optar por confiar em dados científicos e especialistas em saúde em detrimento de teorias infundadas da conspiração e de políticos egoístas.&#8221;</p></blockquote>



<p>Para nós este é um momento de recolhimento, de investigação, de conexão com nós mesmos e com o outro. Com o planeta também. Tempo de deixar as perguntas em nós por mais tempo, sem a urgência de respostas.<br>⠀⠀⠀<br>Quando isso tudo passar, ou ainda enquanto tudo isso acontece, como vamos nos reorganizar como sociedade? Quando a gente fala da&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/explore/tags/ainternetqueagentequer/">#ainternetqueagentequer</a>, falamos também do&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/explore/tags/omundoqueagentequer/">#omundoqueagentequer</a>. Já está tudo conectado, sabemos. Se você pudesse desenhar o mundo de novo, a partir dessa experiência, o que teria nele, o que seria fundamental? E o que deixaria para trás?</p>



<p> <br>⠀⠀⠀<br></p>
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		<title>Precisamos falar sobre influência</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Feb 2020 08:00:22 +0000</pubDate>
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									<p></p>
<p>Claro que sempre tivemos líderes com os quais nos inspirávamos, mas a democratização característica do digital também ampliou esse contexto. Não são mais só as grandes personalidades que nos dão uma direção, a pessoa comum agora também exerce esse papel. Seguimos tentando nos entender e nos adaptar a essas novas realidades, muitas vezes sem muito tempo para reflexão. Parar um pouquinho para entender o papel da influência no digital e nas nossas vidas é importante. ⠀</p>
<p></p>
<p></p>
<h4 class="wp-block-heading"><strong>O papel da influência sobre nós: estamos todos iguais?</strong></h4>
<p></p>
<p></p>
<p>O quão influenciáveis somos? E qual é o impacto da influência no nosso modo de pensar, viver, viajar e até na aparência &#8211; dos nossos corpos, rostos, casas? Não há como negar que estamos cada vez mais parecidos, cada grupo em sua bolha. Tanta referência visual não passa imune por nós, e assim até o diferente passa a ter uma estética particular que se repete. Da foto que tiramos em uma viagem, de como escolhemos decorar nossas casas a até como queremos que a nossa aparência se modifique, muito passa pela influência do que vemos nas redes sociais.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Na década de 1950, foram realizados os &#8220;Experimentos de Conformidade de Asch&#8221;, estudos que demonstraram significativamente o poder da conformidade nos grupos, ou seja, nossa forte tendência de aceitar até mesmo uma situação incômoda ou desfavorável sem questionamento nem luta. Para a maioria de nós, é muito importante pertencer a um grupo. Talvez seja essa a característica humana que mais beneficia os influenciadores. ⠀⠀⠀</p>
<p></p>
<p></p>
<p>E a verdade é que muitas vezes não há nada errado em confiar ou se deixar influenciar por outras pessoas. Precisamos fazer isso a todo tempo, pois é impossível sermos especialistas ou cultivarmos uma opinião sobre tudo. Mas é igualmente importante aprimorarmos nossa capacidade de nos mantermos firmes diante da multidão, de nos desconectarmos um pouco de tanta opinião e de pensarmos por nós mesmos. A história nos comprova que as ideias, mesmo as melhores, envelhecem. É preciso ter a mente fresca e aberta para perceber quando é necessário mudarmos de rota. ⠀⠀⠀</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Com a influência do digital, pode ser difícil separar o que é genuinamente nosso e o que é o fruto de uma influência. Como é o seu caso, você se sente muito influenciável? Já conseguiu ir contra a opinião da maioria mesmo em situações difíceis? Você reserva um tempo para estar offline e decidir por si próprio, sem tantas influências?</p>
<p></p>
<p></p>
<h4 class="wp-block-heading"><strong>A influência fora da internet</strong></h4>
<p></p>
<p></p>
<p>Se tem uma coisa que fazemos com facilidade é passar horas nas redes sociais, vendo infinitamente o feed, não é mesmo? Cada post, cada série de stories, cada IGTV podem causar diversas sensações em nós. Tem hora que nos informamos, em outras nos divertimos, em mais algumas comemoramos as conquistas de alguém de quem gostamos. Uma avalanche de informação que, queiramos ou não, tem o poder de nos influenciar. Se aprendemos a usar bem, ótimo. Se não, podemos cair numa espiral de comparação, ansiedade, entre outros sentimentos, né?</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Para além da internet, o que te influencia? Qual foi o último livro que você leu? O que ele te deu de insights? Na vida offline, quem são suas referências? Quem são as pessoas que você procura quando quer um conselho sobre sua carreira, ou quem é a amiga que tem sempre uma frase certeira pra dizer? Como você tem aproveitado a sua cidade? Tem ido a exposições, shows, eventos culturais? Você também tem tentado aprender sobre um assunto para além de um post, mergulhando em uma pesquisa sobre o tema?</p>
<p></p>
<p></p>
<p>O digital nos distrai a cada vez que rolamos a tela pra baixo para que ela seja atualizada. A cada notificação também. É importante entendermos que tem hora pra gente pegar toda essa influência aqui mesmo &#8211; e que tem hora que nós precisamos de novas referências, pessoas, lugares. Assim nosso repertório se amplia, e nossa cabeça e nossa criatividade se expandem. A gente adora usar o digital para aprender e nos inspirar, mas sem esquecer que existe uma infinidade de conhecimento que está no offline também.</p>
<p></p>
<p></p>
<h4 class="wp-block-heading"><strong>A grama do vizinho nem sempre é mais verde</strong></h4>
<p></p>
<p></p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-medium"><img decoding="async" width="240" height="300" class="wp-image-1240" src="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/04-1-240x300.png" alt="" srcset="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/04-1-240x300.png 240w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/04-1-819x1024.png 819w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/04-1-768x960.png 768w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/04-1-600x750.png 600w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/04-1.png 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></figure>
</div>
<p></p>
<p></p>
<p>Se você tiver que escolher uma só palavra para definir um efeito colateral que sente ao acompanhar a vida de influenciadores, qual seria?</p>
<p></p>
<p></p>
<p> Para nós, comparação. Claro que recebemos altas doses de inspiração, mas é muito difícil o efeito positivo não ser acompanhado do negativo. A frase que ilustra este post já diz tudo: comparamos as nossas vidas (que conhecemos cada detalhe) com as vidas de estranhos (que só vemos nos momentos mais incríveis). Não é difícil perceber que essa equação nunca vai dar muito certo pra gente, né? Se você tem trinta e poucos anos ou menos, você nunca viveu sem o impacto do Photoshop, que completou 30 anos recentemente. Então não é só com os melhores momentos que nos comparamos, mas também com imagens que nem completamente verdadeiras são.</p>
<p></p>
<p></p>
<p> O antídoto para esta comparação desleal parece estar ao alcance de todos nós: o equilíbrio de tempo offline. Quando somos próximos de alguém que nos inspira percebemos que mesmo os amigos que nas redes sociais parecem viver a vida perfeita também tem seus desafios, exatamente como nós. Aquela viagem maravilhosa? Teve perrengue assim como a sua. A selfie impecável? Você presenciou as 20 tentativas antes de conseguir uma boa. A carreira em ascensão? Você sabe quanta dedicação está envolvida. Nos conectarmos para além do online faz com que deixemos de ver só os pontos altos da vida das pessoas e passemos a entender que todos temos uma experiência completa: cheia de alegrias, decepções, tudo junto e misturado. Ainda bem. </p>
<p></p>
<p></p>
<h4 class="wp-block-heading"><strong>Irritagram: o que é e como lidar?</strong></h4>
<p></p>
<p></p>
<p>Sabe quando você vê tantos stories que começa a julgar a vida alheia e a se irritar com bobagens? Pois então. Conheça o Irritagram. Uma modalidade da rede social que acontece quando você fica um pouco saturado de ver tanta coisa repetida. Seja um livro que parece que está sendo lido por tudo mundo, seja até um formato de sobrancelha &#8211; quando foi que começou essa corrida por termos até rostos parecidos? O Irritagram acontece também quando vemos alguém sendo muito perfeito &#8211; ou falso mesmo. Faça o que eu posto mas não seja como eu sou na vida real, entendem o sentimento?</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Daí você pode perguntar: e por que você não para de seguir? Seria simples, mas há mais complexidade nas nossas emoções do que diz nossa vã filosofia de internet. Faz parte do Irritagram sentir bode às vezes. Depois tudo volta ao normal. Quem sabe a gente mesmo pode dar bode no outro, né? Vai entender.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Por que gastamos tempo com o que já sabemos que não é benéfico para nós? Por que seguimos nos irritando com determinados conteúdos?</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Um texto da <a href="https://www.instagram.com/thecut/">@thecut</a> cunhou o termo &#8220;unfluencers&#8221; (algo como desinfluenciadores), que são pessoas que fazem com que você se canse de coisas que costumava gostar.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>A autora fala que gostava de plantas em vasos de cerâmica, de uma determinada escritora e de um determinado tipo de café, mas de tanto ver pessoas que ela segue falando dessas coisas ela percebeu que estava de bode (e pediu pra deixarem em paz o drink que ela adora tomar). Ela faz uma reflexão interessante: esses conteúdos que nos chamam a atenção e nos irritam de vez em quando acabam, de uma maneira torta, fazendo com que a gente entenda um pouco mais sobre nós mesmos. Porque é aquela máxima; geralmente o que nos irrita é alguma coisa pra qual estamos precisando olhar.</p>
<p></p>
<p></p>
<h4 class="wp-block-heading"><strong>O guia da má influência</strong></h4>
<p></p>
<p></p>
<p>Reunir muitas fontes de inspiração é uma das características mais especiais do Instagram. Acompanhando perfis que nos influenciam positivamente somos capazes de mudar muitas ideias e hábitos para melhor em nossas vidas! Mas infelizmente a linha entre uma influência positiva e outra negativa não é tão clara como gostaríamos. Como identificar o que nos influencia negativamente então?⠀⠀</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Separamos a seguir algumas ideias para refletirmos juntos. Confira:</p>
<p></p>
<p></p>
<p>   <strong>&#8211; Se observe: </strong></p>
<p>Se você começar a sentir que precisa mudar muitas coisas em si mesmo –a sua aparência, como se comporta ou que tipo de conteúdo produz- talvez seja a hora de mudar de influências.</p>
<p><strong>  &#8211; Cuidado com as inspirações inalcançáveis:</strong></p>
<p>Se sente que a inspiração é impossível de ser alcançada –talvez você possa encontrar perfis com vivências mais próximas da sua.</p>
<p></p>
<p></p>
<p><strong>  &#8211; Atenção aos sinais:</strong></p>
<p>Se começar a sentir preconceito ou vontade de censurar um determinado tipo de pessoa ou comportamento, talvez você possa encontrar perfis que possam expandir sua compaixão e sua mente.</p>
<p></p>
<p></p>
<p><strong>  &#8211; Consumismo:</strong></p>
<p>Se um ou mais perfis te dão constantemente vontade de consumir cada vez mais coisas de que você não precisa –talvez você possa encontrar fontes que estimulem mais experiências do que compras.</p>
<p></p>
<p></p>
<p> <strong> &#8211; Sentimentos:</strong></p>
<p>Se o perfil passa a te dar uma visão de mundo deslocada da realidade e te faz sentir constantemente pessimista ou desconectado do sofrimento que ainda existe, talvez você possa encontrar perfis que te mostrem tanto o lado positivo quanto o negativo;</p>
<p></p>
<p></p>
<p>  <strong>&#8211; Sentimentos (aqueles que não gostamos):</strong></p>
<p>Sentir inveja, frustração ou até mesmo raiva é comum. Mas se algum perfil te leva a esses sentimentos constantemente, talvez seja a hora de deixá-los para trás</p>
<h4 style="letter-spacing: normal; text-align: left;">Checklist da boa influência</h4>
<p>Quando o assunto é influenciadores, geralmente pensamos: &#8220;qual influência quem eu sigo têm sobre mim?&#8221; Mas também achamos muito importante nos questionarmos: &#8220;qual é a influência que eu tenho sobre quem me segue?&#8221;. <br /><br /><span style="font-size: 1.125rem; letter-spacing: 0px;">A extensão da influência no digital é ampla, e você, mesmo tendo &#8220;poucos&#8221; seguidores, também influencia quem te segue. Por isso achamos que tem hora para também refletirmos um pouquinho se estamos desempenhando este papel de uma forma positiva e consciente. Separamos no álbum um checklist de questionamentos que consideramos pertinentes! Como estamos todos aprendendo, com certeza já fizemos um (ou todos) da lista. Mas o ponto de mudança é sempre o agora.</span></p>
<p></p>								</div>
				</div>
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									<h4><strong>O poder da micro influência</strong></h4>
<p>Hoje quando falamos sobre influência parece que a palavra se refere apenas ao território do digital.</p>
<p>Outro equívoco de percepção é que precisamos ter milhares de pessoas nos acompanhando para influenciar de verdade. Natural, já que hoje em dia tantos parecem ter milhões de seguidores. Só que essas percepções podem nos limitar. A influência no digital é muito especial, mas e a influência fora das telas? Pode ser tão incrível quanto.⠀⠀</p>
<p>Qualquer um de nós tem o poder de influenciar positivamente uma comunidade, seja ela de 5 pessoas ou 1 milhão. Ampliar o conceito de influência abre o nosso leque de atuação: e se você se tornar o influenciador da sua vizinhança? Do seu trabalho? Da sua família? Do seu bairro? Assim como você gasta tempo pensando em como melhorar a sua presença online, também dá pra gastar pensando em como melhorar a sua presença no mundo.</p>
<p>A frase <strong>“E se atingir profundamente um pequeno número de pessoas importasse mais do que atingir todos com nada?”</strong> de Jaron Lanier, guru de tecnologia, nos chama para olhar menos para os números &#8211; e até para a profissão do momento &#8211; e a pensar em um trabalho mais duradouro, que incorpore, mas também vá além das redes sociais que usamos hoje e que possa ter impactos concretos na sociedade.</p>
<h4><strong>O like que importa? O seu!</strong></h4>
<p>Tudo o que fazemos por aqui &#8211; cada post, legenda esperta ou stories &#8211; tem um único objetivo em comum: gerar conexão.</p>
<p>Queremos tanto nos conectar e influenciar no online que muitas vezes nos esquecemos de fazer isso com quem está do nosso lado ou, muito pior, de nos conectarmos com nós mesmos. E aí essa validação que buscamos por meio de likes e comentários é como água salgada: por mais que bebamos nunca deixamos de sentir esta sede. Já a construção de uma vida que, para além dos likes, também tem a admiração concreta de uma comunidade, de um grupo e, principalmente, de você mesmo, essa sim pode nos nutrir muito mais profundamente. Todos nós influenciamos, todos somos influenciados.</p>
<p>O que  podemos começar a fazer para equilibrar o nosso impacto tanto nas redes quanto offline e fazer com que ele seja mais positivo?</p>								</div>
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		<title>9 passos para resgatar sua atenção</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jan 2020 08:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Branded content]]></category>
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		<category><![CDATA[Tempo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pra começarmos da melhor forma possível, pensamos em focar no que é mais valioso: o tempo. Vamos juntos fazer um resgate de como usamos o nosso? Com base em leituras, estudos, experimentos pessoais e relatos da nossa comunidade, reunimos 9 passos para fazermos isso juntos. Caberá a você decidir quais têm mais a ver com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Pra começarmos da melhor forma possível, pensamos em focar no que é mais valioso: o tempo. Vamos juntos fazer um resgate de como usamos o nosso? Com base em leituras, estudos, experimentos pessoais e relatos da nossa comunidade, reunimos 9 passos para fazermos isso juntos. Caberá a você decidir quais têm mais a ver com o seu momento ou com seus desafios.</p>



<p>A verdade é que a distração sempre foi e sempre será um desafio para todos e, também, parte da vida. Já na década de 1970, o economista Herbert Simon afirmou: &#8220;A riqueza de informação cria pobreza de atenção, e com ela a necessidade de alocar a atenção de maneira eficiente em meio à abundância de fontes de informação disponíveis&#8221;. No entanto, as distrações de hoje parecem ainda mais impactantes. E não é por acaso. O volume de dados criado nos últimos é maior do que a quantidade produzida em toda a história da humanidade. Em um mundo de excessos, é realmente difícil priorizar o que é importante de verdade. Repensar a forma como usamos nosso tempo na internet e nas redes sociais é fundamental para termos mais foco neste ano que começa.</p>



<p>A seguir, vamos descrever em 9 passos alternativas para que você possa resgatar o seu tempo e a sua atenção plena. Porque refletir sobre como gastamos nosso tempo faz parte da construção da <a href="https://www.instagram.com/explore/tags/ainternetqueagentequer/">#ainternetqueagentequer</a>!</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Excesso e Vício: quais as diferenças?</strong></h4>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-medium is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-0201-240x300.jpg" alt="" class="wp-image-1228" width="278" height="348" srcset="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-0201-240x300.jpg 240w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-0201-819x1024.jpg 819w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-0201-768x960.jpg 768w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-0201-600x750.jpg 600w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-0201.jpg 1080w" sizes="(max-width: 278px) 100vw, 278px" /></figure></div>



<p>Por mais que a gente já saiba que <a href="https://www.instagram.com/explore/tags/temhorapratudo/">#temhorapratudo</a>, muitos de nós ainda usamos nossos celulares além da medida que gostaríamos.</p>



<p>Mas será que isso quer dizer que somos viciados? Rodrigo Nejm, psicólogo e diretor de educação da ONG <a href="https://www.instagram.com/safernetbr/">@safernetbr</a>, traz uma mensagem relevante pra gente: &#8220;É importante diferenciar o uso excessivo, empobrecido, problemático de um caso de dependência, de vício. Banalizam dizendo &#8216;tá todo mundo viciado&#8217;. Dependência e vício são palavras muito fortes&#8221;, diz ele, citando que sim, há casos clínicos de uso grave. &#8220;Antes tinha bingo, álcool. Uso compulsivo pode ser aplicado a vários objetos. No mundo hiperconectado há pessoas assim, mas é diferente de quem usa mal, de maneira excessiva. Tem tons de cinza aí.&#8221; Ele ressalta que quando apontamos como vício algo que não é, corremos o risco de gerar um problema maior. &#8220;Às vezes é falta de oportunidade de se conectar com outro grupo de interesse.&#8221;⠀⠀⠀</p>



<p>Um estudo comprovou que a forma como pensamos pode ter o mesmo impacto que uma dependência física quando o assunto é a transformação de um hábito. Ou seja: pensar que você é &#8220;viciado&#8221; em tecnologia pode cooperar para um cenário assim.</p>



<p>Então que tal mudarmos nossa perspectiva sobre o assunto?</p>



<p>Transformar um uso empobrecido do digital em uma experiência mais rica parece algo muito mais possível de se fazer, não acha?</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Conheça os seus gatilhos</strong></h4>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-medium is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-03-240x300.png" alt="" class="wp-image-1227" width="248" height="340"/></figure></div>



<p>Pode não ser fácil assumir, mas a verdade é que o problema do excesso de tempo de tela é mais profundo do que imaginamos.</p>



<p>E não tem só a ver com tecnologia. Muitas distrações vem de gatilhos externos: notificações, sons, vibrações e bolinhas vermelhas. Mas e os gatilhos internos, de onde eles vêm?</p>



<p>“O que consideramos impulsos irresistíveis são na verdade convites enviados por nossas mentes. Esse é um insight importante&#8221;, afirma Catherine Price, no livro &#8220;Celular: como dar um tempo&#8221;.</p>



<p>Você conhece seus gatilhos internos? O que te faz desbloquear a tela do telefone dezenas de vezes ao dia ou muitas mais do que gostaria? É quando você sente um pouco de tédio? Ou quando quer evitar alguma tarefa desagradável ou desafiadora? Será que é pelo desejo de escapar uma realidade que não está te fazendo bem?</p>



<p>Seja quais forem os nossos gatilhos, é hora de buscarmos conhecê-los e, mais do que isso, nos familiarizamos com eles.</p>



<p>Procure prestar atenção no desconforto que precede sua busca pelo celular. Se puder, escreva sobre ele e explore suas sensações. Experimente ficar um pouco com esse sentimento antes de atender à sua vontade de escapar.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Como controlar os gatilhos externos</strong></h4>



<div class="wp-block-image is-style-rounded"><figure class="alignleft size-medium is-resized"><img decoding="async" src="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-04-1-240x300.png" alt="" class="wp-image-1229" width="248" srcset="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-04-1-240x300.png 240w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-04-1-819x1024.png 819w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-04-1-768x960.png 768w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-04-1-600x750.png 600w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-04-1.png 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></figure></div>



<p>Agora é hora de pensarmos sobre gatilhos que são um pouquinho mais fáceis de controlar: os externos.</p>



<p>Mas o que são gatilhos externos?</p>



<p>Gatilho externo é tudo que te atrai a estar constantemente conectado e que desvia a sua atenção: a notificação de um like, um app te dando bom dia, um aviso que pula no seu desktop e até a presença do seu próprio celular constantemente perto de você. Algumas notificações são realmente importantes &#8211; ninguém quer perder a hora de uma reunião ou a ligação de alguém que se ama. Mas podemos concordar que a maioria delas não precisa da nossa atenção imediata, não é mesmo?</p>



<p>Chegou a hora de usarmos as configurações dos nossos gadgets a nosso favor: gaste um tempinho editando as suas notificações. Dá pra editar as dos aplicativos, as do próprio telefone e as do computador também! Quando tiramos um tempo para pensar no quanto e em como estamos conectados, conseguimos fazer pequenas mudanças que ajudam no nosso dia a dia, chegando a um estágio de bem estar digital. Entender que <a href="https://www.instagram.com/explore/tags/temhorapratudo/">#temhorapratudo</a> é a chave para isso.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>Criando uma rotina digital positiva</strong></h4>



<p>Talvez um dos aspectos mais desafiadores da vida seja aprender a ser nossa própria prioridade. É fácil sucumbirmos às demandas dos outros: da família, dos amigos, do trabalho, do mundo que nos exige tanto, da internet. Mas toda mudança começa na gente, né? Criar espaço para nós mesmos é urgente &#8211; e o quanto antes nos atentarmos a isso, melhor. Para onde vão nosso tempo e nossa atenção quando a internet e as redes sociais são desenhadas para nos esquecermos deles? Já pensou em criar uma rotina digital em que você aparece em primeiro lugar?</p>



<p>Há tarefas básicas para ter uma rotina digital mais positiva. Acordar e não olhar o celular deveria ser o básico. Caso contrário, já começamos o dia com um bombardeio de informações &#8211; e corremos o risco de achar que perdemos alguma coisa enquanto estávamos fazendo algo tão essencial como ter uma boa noite de sono. ⠀⠀⠀</p>



<p>Antes de dormir, aliás, também vale experimentar um tempo sem telas. Que tal começar a desligar uma hora antes de deitar? Vale, também, deixar o celular carregando em outro cômodo, pra não correr o risco de acordar de madrugada e dar aquela olhadinha.</p>



<p>No resto do dia, será que vale mesmo ficar com o email aberto, ou é mais eficiente checá-lo menos vezes e responder tudo de uma vez? Sobre notificações, que tal desabilitar todas (ou a maioria delas) e passar a checar os conteúdos no seu tempo, e não no tempo do outro? ⠀⠀⠀</p>



<p>Cada um vai desenhando a rotina digital que mais faz sentido, tendo em vista que essas atitudes são paliativos. O que precisamos fazer mesmo é entender que um modelo baseado na nossa atenção está fadado a nos deixar esgotados e nos achando insuficiente.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Decida quanto tempo você gostaria de passar online e limite o tempo</strong></h4>



<p>A decisão de quanto tempo gostaríamos de passar online muitas vezes não é nossa. Muitas profissões têm demandado uma disponibilidade quase integral para o trabalho. Nossas relações pessoais às vezes acabam caindo no mesmo ritmo, e não responder uma mensagem com agilidade já se torna motivo de preocupação.</p>



<p>&nbsp;Para conseguir ter um pouco mais de controle sobre essas tendências, é preciso atenção e consciência. Afinal, <a href="https://www.instagram.com/explore/tags/temhorapratudo/">#temhorapratudo</a>.&nbsp;</p>



<p>Pra começar: você já olhou nas configurações do celular, em algum app como o Moment ou aqui no Instagram quanto tempo passa online? Se já fez isso, se assustou-se com o resultado? Bem-vindo ao clube.</p>



<p>&nbsp;Depois de entender a sua quantidade, você consegue imaginar qual é a porcentagem que está usando para o que é realmente importante ou necessário versus para o que é um uso automático e superficial?</p>



<p>Diante desses fatores, sabemos que limitar o tempo que passamos online é dizer para nós mesmo quem está no comando. Cal Newport, autor de &#8220;Digital minimalism&#8221;, defende que precisamos fazer a resistência da atenção. “Os minimalistas digitais obtêm uma satisfação significativa de seu compromisso geral de terem mais intenção sobre como se envolvem com as novas tecnologias.&#8221;⠀⠀</p>



<p>Nessa jornada para usar o tempo com mais consciência, tem quem delimite períodos específicos para navegar ou para responder mensagens no WhatsAapp, por exemplo. Para outras pessoas, o mais importante é ter pelo menos as primeiras horas da manhã e as últimas horas da noite, antes de dormir, longe das telas. Criar um limite de horário e um estilo de uso pode fazer muito bem pra você. Já experimentou?</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Qual a qualidade do conteúdo que você está consumindo?</strong></h4>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-medium is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-07-3-240x300.png" alt="" class="wp-image-1230" width="282" height="354" srcset="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-07-3-240x300.png 240w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-07-3-819x1024.png 819w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-07-3-768x960.png 768w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-07-3-600x750.png 600w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-07-3.png 1080w" sizes="(max-width: 282px) 100vw, 282px" /></figure></div>



<p>Para além da quantidade de tempo que passamos online, é fundamental pensarmos na qualidade do que consumimos. O digital faz parte das nossas vidas intensamente. Passamos muitas horas na internet e nas redes sociais &#8211; e claro que isso tem impacto na nossa saúde mental, nas nossas relações, na nossa vida em sociedade. ⠀⠀⠀</p>



<p>Como é seu feed? É diverso, plural, te inspira? Ou te deixa com angústia, com sensação de que poderia fazer mais, até meio paralisado? Quando você sai das redes, qual é a sensação que fica?</p>



<p>Clay Johnson, autor de &#8220;A dieta da informação&#8221;, defende que precisamos aprender a nos nutrir digitalmente. Ele faz um paralelo entre comida e informação. Do mesmo jeito que gostamos de comer algo rápido e prático, abrimos um portal de notícias e clicamos em uma tragédia, uma polêmica. No fim do dia estamos saciados? Ou estufados, sentindo indigestão? Da mesma forma que buscamos uma alimentação saudável e mais equilibrada, precisamos fazer isso no ambiente virtual também.</p>



<p>“Esse é o maior problema de primeiro mundo que existe. ‘Minha caixa de emails está lotada’, ou ‘Não consigo lidar com todas as atualizações de status e tweets’ são enunciados comuns da elite digital. Apesar de reclamarmos sempre disso, a verdade é que a informação não está exigindo que você a consuma. Ela não pode. A informação não é mais autônoma e não tem a habilidade de forçar você a fazer qualquer coisa, desde que você esteja ciente de como ela o afeta”, afirma Johanson.</p>



<p>Para viver no Brasil, precisamos intercalar notícia com&nbsp; meme, sabemos. Precisamos lembrar, também, que sempre vai existir mais informação do que damos conta de absorver. É bom dar tempo pra digerir. E aprender a fazer pausas no caminho, pois são elas que nos deixam saciados e nos permitem fazer conexões, associações e descobertas.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Acordos de tempo</strong></h4>



<p>A mais valiosa das nossas moedas parece ser a mais fácil de desperdiçar: nosso tempo. Quem começa a pensar sobre como está usando o seu logo vai encontrar um impasse. Torna-se necessário criar novos acordos sobre tempo e disponibilidade, tanto no trabalho quanto nas relações pessoais. Se não pensamos sobre nosso tempo, respondemos a estímulos externos a todo tempo. Interrompemos o trabalho para acompanhar um meme no grupo dos amigos, perdemos a concentração em uma tarefa importante para atender a demandas menos importantes que surgem no meio do caminho e por aí vai.</p>



<p>O que muitas vezes não nos damos conta é que o preço de cada interrupção é alto. Um estudo da Universidade da Califórnia em Irvine mostrou que, após ser interrompido em uma tarefa, demora-se em média 23 minutos e 15 segundos para voltar para onde você estava. Outros estudos mostram que sua eficiência cai em média 40% e que nossa memória de longo prazo e criatividade também sofrem nesse processo.</p>



<p><strong>O que podemos fazer diante desse contexto?</strong></p>



<p>Acreditamos que o primeiro passo pode ser conversar sobre isso &#8211; com os amigos, com a família, no trabalho. Na sequência, começar a criar novos acordos com suas principais fontes de interrupção.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Respeite o tempo do outro&nbsp;</strong></h4>



<p>Não é porque estamos online que precisamos estar disponíveis o tempo todo. Precisamos, urgentemente, falar &#8211; em casa, no trabalho e com os amigos &#8211; sobre como o digital impulsiona vivermos em um mar de falsas urgências. Tudo é para ontem. Mandou um email e não teve resposta imediata? Cobra no WhatsApp. Em meio a excessos, esquecemos que a nossa urgência pode não ser a urgência do outro. E mais: quando tudo é urgente, o que é de fato perde a sua força. Precisamos reaprender a separar o que é urgente do que é importante.</p>



<p>“Comunicação assíncrona” é o termo que descreve o funcionamento do WhatsApp. Você fala algo, e a resposta pode vir ou imediatamente ou no tempo da outra pessoa. Não é como no telefone, que seu interlocutor precisa responder na hora. O problema surge quando tratamos a ferramenta como instantânea. Queremos para agora uma resposta que, muitas vezes, não é tão urgente assim. Nos apoiamos no imediatismo e, muitas vezes, deixamos de lado a organização.</p>



<p>Estamos acelerados e correndo e cansados. Chegamos ao fim do dia sem forças. Só para recomeçar no dia seguinte. Imagina que impactante seria fazermos um combinado coletivo de respeitar não só o nosso tempo, mas também o tempo do outro? Online e offline? Antes de &#8220;mandar um áudio porque é mais fácil&#8221; (spoiler: só é mais fácil pra quem manda), vamos lembrar que do outro lado também tem alguém tentando lidar melhor com essa vida acelerada? E que, se a gente respeitar o tempo e o espaço do outro e ele fizer isso conosco, a chance é que todos nós passemos a respirar melhor?</p>



<p>Vale a reflexão: O que você pode fazer (ou deixar de fazer) para contribuir para uma cultura de interações menos aceleradas e mais organizadas?</p>
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		<title>Como impulsionar seu propósito</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Dec 2019 08:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[Branded content]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existe uma força imensa quando decidimos contar nossas histórias. Se temos um propósito forte por trás, elas podem reverberar ainda mais. E a internet pode ser um palco incrível para isso! A convite da @converse_br, refletimos juntos sobre como o digital pode nos ajudar a ampliar nossa voz e também impulsionar nosso propósito.⠀ Vamos contar [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.ainternetqueagentequer.com/comoimpulsionarseuproposito/">Como impulsionar seu propósito</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ainternetqueagentequer.com">A internet que a gente quer</a>.</p>
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									<p></p>
<p>Existe uma força imensa quando decidimos contar nossas histórias. Se temos um propósito forte por trás, elas podem reverberar ainda mais.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>E a internet pode ser um palco incrível para isso!</p>
<p></p>
<p></p>
<p>A convite da <a href="https://www.instagram.com/converse_br/">@converse_br</a>, refletimos juntos sobre como o digital pode nos ajudar a ampliar nossa voz e também impulsionar nosso propósito.⠀</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Vamos contar as histórias dos <a href="https://www.instagram.com/rimadoresdovagao/">@rimadoresdovagao</a>, coletivo de rap freestyle que transita em trens de São Paulo para quebrar o tédio e falar de cultura. Na sequência, vamos conhecer a <a href="https://www.instagram.com/almapretajornalismo/">@almapretajornalismo</a>, uma agência de jornalismo independente que tem como objetivo visibilizar as histórias de pessoas negras e denunciar a violência sistêmica que elas sofrem. Para fechar, vamos trocar uma ideia com o coletivo Tibira (<a href="https://www.instagram.com/indigenaslgbtq/">@indigenaslgbtq</a>), formado por membros LGBTQ das tribos Terena, Tupinikim, Tuxá, Boe Bororoe e Guajajara, e que tem como mote falar de empoderamento e protagonismo.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Em comum, todos vão nos ajudar, a partir das suas experiências, com dicas práticas sobre como usar a internet com propósito, alcançando uma audiência e, principalmente, fazendo diferença na sociedade. Essa é <a href="https://www.instagram.com/explore/tags/ainternetqueagentequer/">#ainternetqueagentequer</a>!</p>
<p></p>
<p></p>
<h4 class="wp-block-heading"><strong>Frutos do propósito</strong></h4>
<p></p>
<p></p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-medium is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1200" src="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-02-A-240x300.png" alt="" width="278" height="348" srcset="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-02-A-240x300.png 240w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-02-A-819x1024.png 819w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-02-A-768x960.png 768w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-02-A-600x750.png 600w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-02-A.png 1080w" sizes="(max-width: 278px) 100vw, 278px" />
<p> </p>
<figcaption>Flor, do @rimadoresdovagao</figcaption>
</figure>
</div>
<p></p>
<p></p>
<p>Com uma ideia na cabeça e acesso à conexão dá para fazer muita coisa. Nesta série vamos conhecer coletivos que usam a rede para compartilhar seus propósitos.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Flor Costa (<a href="https://www.instagram.com/costaflor/">@costaflor</a>) é uma das integrantes do <a href="https://www.instagram.com/rimadoresdovagao/">@rimadoresdovagao</a>.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Com mais de 20.000 seguidores no Instagram e 80.000 no YouTube, Flor lembra que a estratégia de divulgação começou offline. &#8220;Éramos 12 integrantes, e cada um entregava uns 1.000 cartões por dia no trem. Isso fez a gente subir muito.&#8221; A mensagem também foi fundamental. &#8220;Como a gente é um coletivo de pessoas do hip hop, periférico, temos vários integrantes negros, a gente se posiciona. Temos pensamentos contra o racismo, a homofobia, o machismo, todo tipo de preconceito.&#8221;</p>
<p></p>
<p></p>
<p>O <a href="https://www.instagram.com/almapretajornalismo/">@almapretajornalismo</a> afirma que não existiria se não fosse a internet. &#8220;Não teríamos condição de ser um jornal, uma rádio. A internet possibilita a criação de um projeto de jornalismo com custos menores, e isso é fundamental&#8221;, diz Pedro Borges.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Essa independência viabilizada pelo digital é fundamental, principalmente porque o silenciamento dos negros se faz presente no jornalismo também. &#8220;É importante contar nossa história. Fazer um jornalismo ético, com respeito aos padrões de qualidade, que traga um olhar para fatores determinantes que são silenciados, como marcadores de raça, gênero, território, classe.&#8221; Acrescenta.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>A K Δ T Ú (<a href="https://www.instagram.com/katumirim/">@katumirim</a>), fundadora dos perfis <a href="https://www.instagram.com/visibilidadeindigena/">@visibilidadeindigena</a> e <a href="https://www.instagram.com/indigenaslgbtq/">@indigenaslgbtq</a>, usa o digital para reforçar e espalhar sua mensagem. &#8220;A primeira luta, a mais importante, é pelo meio ambiente. Então a gente está aqui para falar sobre isso e, cada vez mais, conquistarmos apoiadores. A gente dá a mão um pro outro. A parte mais legal é ver como nosso bonde tá crescendo e como juntos somos mais fortes&#8221;.</p>
<p></p>
<p></p>
<h4 class="wp-block-heading"><strong>Construindo um perfil que impulsione seus objetivos;</strong></h4>
<p></p>
<p></p>
<p>O time por trás do <a href="https://www.instagram.com/rimadoresdovagao/">@rimadoresdovagao</a> vê o resultado de quem decide expressar seu propósito e seus valores no digital. Com a trajetória do perfil, eles já têm aprendizados para compartilhar. &#8220;Não desista nem ache que número é a coisa mais importante do mundo. A internet é importante pra divulgação do trabalho sim, mas tem gente que fica tão bitolado em número que esquece de viver a vida real. Se não tiver vivência, você não vai ter produção de conteúdo. Nada vai pra frente sem vivência&#8221;, afirma Flor Costa (<a href="https://www.instagram.com/costaflor/">@costaflor</a>), uma das integrantes do grupo. ⠀⠀⠀</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Para além dessa dica tão importante, separamos outras que estão nas imagens a seguir.  </p>
<p></p>
<p></p>
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									<p> </p>
<h4 style="letter-spacing: normal; text-align: left;">Construindo pontes</h4>
<p>Na <a href="https://www.instagram.com/explore/tags/ainternetqueagentequer/">#ainternetqueagentequer</a>, o digital existe para construir pontes. E é isso que o <a href="https://www.instagram.com/almapretajornalismo/">@almapretajornalismo</a> faz desde o início da sua existência.</p>
<p>No álbum, compartilhamos os aspectos fundamentais do digital na construção da história dessa agência de jornalismo independente, que vão desde a questão material, das ferramentas que potencializam a mensagem, do acesso a referências até o retorno do público, fundamental em qualquer construção.</p>
<p>O resultado desse trabalho vem com experiências marcantes. &#8220;A gente já teve experiências de trabalho muito interessantes, em outras cidades, países, oportunidades de entrevistas com personalidades como Angela Davis, Emory Douglas (do Panteras Negras), Sueli Carneiro, Douglas Belchior. O que mais me tocou foi o caso do Vitor Albuquerque, preso de maneira injusta. Fizemos uma matéria sobre o caso que reverberou, explodiu. A Justiça reconheceu esse equívoco e hoje ele está em liberdade. É um dos momentos mais marcantes do Alma Preta&#8221;.</p>
<h4 style="letter-spacing: normal; text-align: left;">Críticas fazem parte, e lidar com elas é importante!</h4>
<p>Com o crescimento, vêm as críticas. Esse costuma ser um desafio para muitos dos que estão crescendo. Como os coletivos lidam com elas?</p>
<p>“Quando você assume o papel de um portal de notícias, é preciso saber lidar com as críticas. Tem crítica a conteúdo, erro de informação, e isso é muito importante de ser revisto. Pra isso sempre colocamos o &#8216;Erramos'&#8221;, diz Pedro Borges, do <a href="https://www.instagram.com/almapretajornalismo/">@almapretajornalismo</a>.⠀<br /><br />Para além disso, o grupo vai aprendendo a lidar com outras visões de mundo também. &#8220;Tem uma crítica do próprio campo, das pessoas que debatem a questão negra &#8211; a população negra não pensa de forma homogênea. No campo da luta antirracista tem maneiras diferentes de pensar em como superar o racismo no Brasil. Isso aparece na nossa cobertura&#8221;. A postura é de abertura em relação às críticas que os permitem crescer. &#8220;Tem também as críticas destrutivas, que têm que ser ignoradas. É importante que elas entrem por um ouvido e saiam pelo outro&#8221;, afirma.</p>
<p>O receio em receber críticas não se torna um impedimento para se expressar e se posicionar no digital. &#8220;É importante ser transparente com sua postura e suas convicções, por mais que a gente perca seguidores. Papo reto é papo reto. O que a gente quer é ser uma influência pra quem acredita no que a gente acredita.&#8221; Essa é a postura dos integrantes do <a href="https://www.instagram.com/rimadoresdovagao/">@rimadoresdovagao</a>, representados aqui pela Flor Costa (<a href="https://www.instagram.com/costaflor/">@costaflor</a>).⠀</p>
<p>Com a visibilidade, vem mais responsabilidade. &#8220;A partir do momento em que você começa a ter visibilidade, você começa a ser um exemplo. É preciso ter responsabilidade com o que se posta&#8221;, completa Flor.</p>
<h4 style="letter-spacing: normal; text-align: left;">A força do ativismo digital</h4>
<div>
<figure><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft" src="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-06-B-1-240x300.png" alt="" width="278" height="348" />
<p> </p>
<figcaption>@INDIGENASLGBTQ</figcaption>
</figure>
</div>
<p>&#8220;Nós jovens indígenas usamos hoje a internet como uma ferramenta de luta, para juntar as nossas forças e conseguir apoio.” Para os indígenas, o digital serve para encurtar alguns caminhos também, afirma K Δ T Ú (<a href="https://www.instagram.com/katumirim/">@katumirim</a>), indígena Boe Bororo, rapper, atriz, ativista e fundadora dos perfis <a href="https://www.instagram.com/visibilidadeindigena/">@visibilidadeindigena</a> e <a href="https://www.instagram.com/indigenaslgbtq/">@indigenaslgbtq</a>.</p>
<p>&#8220;A gente vive num país onde a sociedade desconhece totalmente as nossas questões, a nossa cultura e a nossa pluralidade. A internet é a forma mais rápida que a gente tem de passar essas informações. E ao mesmo tempo ela também ajuda a desconstruir aquele velho racismo de &#8216;nossa, índio com celular&#8217;.”</p>
<p>O caminho é longo, mas K Δ T Ú também celebra os avanços. &#8220;Em 2017 eu gravei um vídeo sobre como a fantasia de índio é racista e nunca foi homenagem. A primeira reação foi bem dura. Só que hoje, dois anos depois, eu percebo como isso foi importante. As escolas começaram a falar sobre isso, começamos a receber muitas mensagens de professores que já estão trabalhando o dia do índio de outra forma, não estão mais reforçando o estereótipo.”</p>
<p>A internet é uma ferramenta de luta, ela ressalta, e precisamos aprender a usá-la.</p>
<p>&#8220;A gente tem que tomar mais cuidado com compartilhamento em massa. Às vezes compartilhamos uma notícia e nem abrimos pra ver o que é. Já vimos o poder das fake news. Então precisamos saber usar a internet com calma. Ler, pesquisar as fontes, usar com sabedoria&#8221;, afirma.</p>
<p>Para finalizar, K Δ T Ú fala sobre a importância do ativismo digital. &#8220;Lembro que antigamente as pessoas falavam com tom de crítica &#8216;ah, é ativista de internet&#8217;. Cara, olha como a internet tem ajudado várias comunidades e várias pautas! E não é mimimi falar sobre suas causas nas redes. É claro que o ativismo presencial é muito importante. Mas a gente também não pode descartar e menosprezar o poder que a internet tem.”</p>								</div>
				</div>
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		<title>Menos Fomo, mais Jomo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Contente]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2019 03:32:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[FOMO]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[JOMO]]></category>
		<category><![CDATA[medo de estar perdendo]]></category>
		<category><![CDATA[rotina digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Imagine a cena: você está em casa numa sexta à noite. Decidiu maratonar aquele seriado novo no Netflix, na companhia do seu crush. Vocês pediram comida por um aplicativo e estão prontos para sextar. No intervalo entre uma cena e outra, vem aquela vontade de dar uma olhadinha no celular. E, de repente, você vê [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Imagine a cena: você está em casa numa sexta à noite. Decidiu <em>maratonar</em> aquele seriado novo no Netflix, na companhia do seu <em>crush</em>. Vocês pediram comida por um aplicativo e estão prontos para <em>sextar</em>. No intervalo entre uma cena e outra, vem aquela vontade de dar uma olhadinha no celular. E, de repente, você vê que um amigo está no show de uma cantora que você adora. A outra fugiu do calor e foi para a praia. E ainda tem aquele que postou uma foto do crachá com a legenda: &#8220;Liberdade&#8221; &#8211; resolveu jogar tudo para o alto para tentar empreender.<br>⠀⠀⠀<br>Imediatamente, você é tomado por uma sensação de que a vida de todo mundo é mais interessante e mais movimentada que a sua. Em paz debaixo das cobertas, você sente um comichão: parece que você está por fora. De um show, uma viagem, de uma mudança de vida.<br>⠀⠀⠀<br>Saiba que você não está sozinho e que essa sensação tem nome: <strong>Fomo (ferar of missing out)</strong>, ou medo de estar perdendo algo. Um medo também de que o outro tenha boas experiências, enquanto você não as experimenta.<br>⠀⠀⠀<br>A síndrome entrou no <strong>Oxford English Dictionary</strong> em 2013 e é potencializada pelo excesso de informação que temos hoje, a uma velocidade vertiginosa. Olhamos as redes sociais incessantemente para ficar por dentro do que está acontecendo, para nos sentirmos parte. E, muitas vezes, isso pode acabar nos deixando mais ansiosos. Ainda estamos engatinhando na nossa relação com a internet, então é natural que às vezes a gente se sinta meio perdido mesmo. Por mais que você tenha escolhido o programa e esteja feliz com isso, ver tantos fragmentos de vidas pode te deixar com a sensação de que poderia estar fazendo outra coisa.<br>⠀⠀⠀<br>A sensação pode trazer incômodo, insatisfação e ainda fazer com que você se compare aos outros. Você já passou por isso? Como se sentiu? E, principalmente, como tenta lidar quando sente Fomo novamente?<br>⠀</p>



<h4 class="wp-block-heading">Desejamos sempre mais</h4>



<p>   </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/fomojomo-06-576x1024.png" alt="" class="wp-image-1528" width="328" height="583" srcset="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/fomojomo-06-576x1024.png 576w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/fomojomo-06-169x300.png 169w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/fomojomo-06-768x1365.png 768w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/fomojomo-06-864x1536.png 864w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/fomojomo-06-562x999.png 562w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/fomojomo-06.png 1080w" sizes="(max-width: 328px) 100vw, 328px" /></figure></div>



<p>Na raiz de toda solução para o que nos aflige parece estar uma mesma resposta: olhar para dentro e nos familiarizarmos com a nossa própria mente. Buscar entender mais sobre nós mesmos, sobre nossas escolhas e prioridades também. Se escolhi fazer o programa x, por que me incomodo quando vejo o programa y?</p>



<p>É legal termos em mente, também, que nunca antes na história tivemos acesso a tanta informação sobre tudo, inclusive sobre a vida dos outros. Por dia são compartilhados mais de 100 milhões de fotos e vídeos no Instagram. Impossível não ser impactado por esse volume, não é mesmo?<br>⠀⠀⠀<br>Para lidar com o <strong>Fomo </strong>(fear of missing out, ou medo de perder algo), um caminho possível é o de tentar entender por que o que você viu te afeta. As redes sociais podem ser um lugar de muita comparação. </p>



<p>Você tem experimentado descobrir quais são as suas vontades mais genuínas? Toda vez que abrimos o Instagram, podemos sentir uma emoção diferente. Já falamos aqui: e se usarmos essa emoções como bússola?<br>⠀⠀⠀<br>Podemos tentar nos comparar menos aos outros, nos lembrando que estamos vendo aqui nas redes sociais apenas fragmentos editados da vida de cada um. Podemos nos lembrar de que nunca é tarde para decidirmos embarcar nessa jornada tão importante de autoconhecimento. Podemos buscar viver toda experiência com o máximo de presença, colocando atenção no que vale a pena &#8211; lembrando que se o seu telefone estiver sempre ao seu alcance isso fica um pouco mais difícil. Podemos usar as redes sociais cada vez mais como pontes para encontros ao vivo. Podemos dar uma pausa e ficar sem acessar as redes por um tempo. E, por mais clichê que pareça, podemos olhar bem à nossa volta e agradecer pelo tanto que de fato temos.<br>⠀⠀⠀<br>Nos tornarmos protagonistas no nosso uso, escolhendo como usar melhor essas redes nas quais passamos tanto tempo diariamente, dá mais trabalho, mas também pode ser o começo da solução. Vamos experimentar?</p>



<h4 class="wp-block-heading">Precisamos de mais JOMO</h4>



<p><br>Do lado oposto ao <strong>Fomo</strong>, está o <strong>Jomo</strong> (<strong>joy of missing out</strong>), ou alegria de estar perdendo algo. Sabe quando você entende que vai ser impossível ler todos os livros, ver todos os filmes, aproveitar toda a programação cultural da sua cidade? E, na sequência, se dá conta de que menos é mais? E ainda percebe que entender o que você quer de verdade te deixa mais tranquilo para lidar com a avalanche de possibilidades que vão sempre bater à porta?<br>⠀⠀⠀<br>Imagine a cena: passar o fim de semana fazendo o que quer que seja que você queira fazer. Pode ser cuidar das plantas, ler um livro no parque, encontrar os amigos. Pode ser, simplesmente, fazer nada. Sem aquela ânsia de checar as redes sociais para dar conta do que os outros estão fazendo. Conectado com você mesmo, com o que te faz bem. Sabendo que a vida é feita de escolhas &#8211; e que tá tudo bem perder um monte de coisa se entendemos o que é importante para nós de verdade. Só de imaginar esse cenário já dá pra sentir um alívio, né?<br>⠀⠀⠀<br>Topa experimentar colocar mais <strong>Jomo</strong> do que <strong>Fomo</strong> no seu dia a dia? Por aqui a gente tenta colocar o celular em modo avião depois das 21h, sempre que estamos em encontros presenciais evitamos ao máximo dar aquela checada no aparelho e estamos numa busca constante para nos entendermos melhor &#8211; inclusive entender se queremos genuinamente dizer sim a um convite ou se estamos apenas com medo de perder algo. E você? O que tem feito para se conectar mais com você mesmo e praticar mais Jomo? </p>
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		<title>Privacidade e internet</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Sep 2019 11:52:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Não tenho nada a esconder, então não me preocupo com privacidade na internet, nas redes sociais.&#8221; Você já ouviu essa frase? Ou já falou algo parecido? Para entender mais sobre como podemos voltar nossa atenção para nossos cuidados na internet, conversamos com a Amarela que, por motivos de privacidade, usa esse codinome. Ela atua como [&#8230;]</p>
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<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Não tenho nada a esconder, então não me preocupo com privacidade na internet, nas redes sociais.&#8221; </p><cite>Você já ouviu essa frase? Ou já falou algo parecido?</cite></blockquote>



<p>Para entender mais sobre como podemos voltar nossa atenção para nossos cuidados na internet, conversamos com a Amarela que, por motivos de privacidade, usa esse codinome. Ela atua como facilitadora de processos de aprendizagem em cuidados digitais, é gestora de projetos e pesquisadora com foco em direito à privacidade e anti-vigilância.<br>⠀⠀⠀<br>Ela também é uma das organizadoras da CriptoFunk (<a href="https://www.instagram.com/criptofunk/">@criptofunk</a>), evento que acontece no próximo sábado (14/09) na Favela da Maré, no Rio de Janeiro, para discutir privacidade, criptografia, cuidados físicos e digitais. A iniciativa reúne diversos integrantes do <a href="https://www.instagram.com/data_labe/">@data_labe</a>, da Escola de Ativismo, do <a href="https://www.instagram.com/intervozes/">@intervozes</a> e da <a href="https://www.instagram.com/codingrights/">@codingrights</a>, com apoio do Observatório de Favelas.<br>⠀⠀⠀<br>&#8220;Privacidade não significa esconder algo, mas ter a liberdade de escolher o que e com quem compartilhar nossas informações&#8221;, diz a Amarela. Nós já fazemos isso diariamente nas nossas vidas, ela diz, quando escolhemos contar uma coisa pra uma amiga e não contar pra outra. Ou quando tratamos um assunto com tons diferentes ao conversar com a família ou os amigos de trabalho. &#8220;Mas na internet é mais difícil porque muitas vezes sequer sabemos que estamos compartilhando alguma informação, muito menos com quem.&#8221;<br>⠀⠀⠀<br>Ela ressalta que, só de acessar um site, há uma infinidade de informações sobre nossos dispositivos e nossos hábitos que compartilhamos sem nenhum aviso, sem nenhuma autorização. &#8220;E essas informações não são usadas apenas para nos mostrar propaganda, como algumas pessoas pensam. Elas podem ser utilizadas para nos manipular, ao ponto de serem decisivas para as eleições de um país, por exemplo. Então privacidade não é uma palavra que caminha só, ela está sempre relacionada com outras como democracia e liberdade.&#8221; </p>



<h4 class="wp-block-heading">Top 5 cuidados digitais</h4>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-medium is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/privacidade02_A-300x300.png" alt="" class="wp-image-1532" width="353" height="353" srcset="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/privacidade02_A-300x300.png 300w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/privacidade02_A-1024x1024.png 1024w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/privacidade02_A-150x150.png 150w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/privacidade02_A-768x768.png 768w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/privacidade02_A-230x230.png 230w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/privacidade02_A-400x400.png 400w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/privacidade02_A-600x600.png 600w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/privacidade02_A-640x640.png 640w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/privacidade02_A.png 1251w" sizes="(max-width: 353px) 100vw, 353px" /></figure></div>



<p><br>Perguntamos a Amarela, facilitadora de processos de aprendizagem em cuidados digitais, quais seriam os principais que todos devíamos tomar ao usar a internet. O tema será debatido na <a href="https://www.instagram.com/criptofunk/">@criptofunk</a>, que acontece no próximo sábado (14/09) no Rio de Janeiro.<br>⠀⠀⠀<br><strong>1. Pesquise sobre como funciona a internet</strong>: <br>&#8220;Usamos essa rede todos os dias e sabemos pouco sobre como ela funciona. Mas é super importante debater politicamente a infraestrutura da rede. Os monopólios, a geopolítica das rotas dos cabos submarinos, o capitalismo de dados e de vigilância, os modelos de negócio do Vale do Silício. Tudo nos diz respeito. A Internet é política.&#8221;<br>⠀⠀⠀<br><strong>2. Use senhas</strong>: <br>&#8220;E use senhas únicas para cada serviço em que se cadastrar. Construa senhas longas, misturando palavras, de preferência misturando línguas, dialetos, gírias e expressões que não estão no dicionário. Quanto mais aleatória for a combinação de palavras em relação a sua vida, melhor. Não use datas, nome de animais de estimação, ou qualquer coisa que seja uma informação fácil de descobrir sobre você.”<br>⠀⠀⠀<br><strong>3. Use dois fatores de autenticação em aplicativos de chat: </strong><br>&#8220;Isso é MUITO importante e vai proteger você contra fraudes, extorsão e exposição de informações sensíveis.&#8221;<br>⠀⠀⠀<br><strong>4. Configurações e segurança:</strong><br>Dê uma olhada nas configurações de segurança e privacidade de suas contas de redes sociais.<br>⠀⠀⠀<br><strong>5. Use criptografia: </strong><br>&#8220;Criptografia é importante para manter seus dados seguros, ou seja, acessíveis apenas para você. Essa mágica matemática já foi super inacessível, mas hoje em dia é muito fácil de usar. Ela pode ser habilitada em nossos dispositivos móveis (iPhone e Android) e em nossos computadores, pode ser utilizada em pendrives e arquivos (utilizando o programa Veracrypt, por exemplo), e pode ser encontrada e usada em aplicativos de chat como Whatsapp e Signal. Vale lembrar que ter seus dados expostos afeta a sua vida online e offline.&#8221;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Para pensar sobre privacidade</h4>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-medium is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/privacidade03-300x300.png" alt="" class="wp-image-1533" width="350" height="350" srcset="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/privacidade03-300x300.png 300w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/privacidade03-1024x1024.png 1024w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/privacidade03-150x150.png 150w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/privacidade03-768x768.png 768w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/privacidade03-230x230.png 230w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/privacidade03-400x400.png 400w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/privacidade03-600x600.png 600w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/privacidade03-640x640.png 640w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/privacidade03.png 1251w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" /></figure></div>



<p>por que é interessante que a gente pense sobre privacidade em um contexto em que cada vez mais nossos dados são usados, contabilizados, manipulados? Dá pra gente tentar voltar a uma internet mais múltipla, onde exercíamos múltiplas personas? A Amarela, que atua como facilitadora de processos de aprendizagem em cuidados digitais, responde.<br>⠀⠀⠀<br>&#8220;Acredito que a privacidade não deve mais ser pensada como uma questão individual. Não se trata de preservar apenas minha individualidade, minhas informações pessoais. O acesso aos meus dados impactam não só a minha vida, mas a de toda a sociedade.&#8221; Ou seja, o que está em jogo quando nossa privacidade é violada são os rumos da nossa sociedade, a qualidade de nossa democracia, ela ressalta. &#8220;O grande esquema de manipulação envolvendo a empresa Cambridge Analytica deixa isso bastante claro. Um aplicativo para Facebook foi capaz de coletar dados tão importantes (apesar de aparentemente tão desimportantes) de tantas pessoas, que através dele foi possível fazer experimentos psicológicos e mudar/manipular os desejos de votos em contextos como a eleição de Trump e o Brexit.&#8221;<br>⠀⠀⠀<br>Para entender melhor como isso é/foi possível, ela recomenda o documentário <strong>&#8220;Privacidade Hackeada&#8221;</strong>, disponível no Netflix.<br>⠀⠀⠀<br>E você? Ficou com vontade de cuidar melhor da sua privacidade nas redes? </p>
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		<title>Efeitos Colaterais do digital</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Aug 2019 08:00:07 +0000</pubDate>
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									<p style="color: #3c4858; font-family: Armin; text-align: justify;">Instagram, você é tão delicioso! Não é à toa que a maioria de nós é viciada nesse app. Mas estar por lá não é só um mar de rosas. Para conseguirmos trabalhar melhor as nossas emoções mais complexas, dar um nome para elas pode ajudar. Por isso tentamos nomear alguns dos efeitos colaterais que nos atormentam, para aí então tentar buscarmos um antídoto para eles.</p>								</div>
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									<p style="color: #3c4858; font-family: Armin; text-align: justify;">Não sabemos como é para vocês por aí, mas, por mais que a gente tenha uma super atenção em que tipo de conteúdo vamos seguir, em dar unfollow ou silenciar o que nos faz mal, no fim não adianta muito. Observar o feed e os stories do Instagram é sempre nos deparar com um grande cardápio de sentimentos. Quase como uma roleta russa de emoções. Quando você decide abrir o app, não sabe muito bem o que vai acontecer depois ou como vai receber as informações que estão ali. Como tudo é mais complexo do que o bom X o ruim, a informação que te traz ansiedade, te faz se comparar com o outro ou experimentar qualquer outro sentimento mais turvo pode vir até mesmo do perfil que você mais ama. Se em algum momento podemos acabar sentindo tudo isso, nos resta olhar pra dentro e entender quais costumam ser os gatilhos para esses sentimentos. Essas emoções nos oferecem o tempo inteiro informações valiosíssimas. Então em vez de tentarmos fugir disso, que tal fazermos o exercício de observar o que acontece com a gente enquanto navegamos? Isso nos ajuda a filtrar melhor o conteúdo, a refletir na hora de postar para tentar não causar o mesmo sentimento nos outros ou até a fazer algumas mudanças em nossas próprias vidas. </p>								</div>
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									<p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">Qual ferramenta vocês mais usam para buscar inspiração? Para nós, nos últimos anos, o Instagram tem tido um papel fundamental. Fomos cuidando com tanto carinho de quem seguíamos por aqui que nossas timelines se tornaram irresistíveis. E foi por amar o conteúdo de quem seguimos que sentíamos que essa prática podia acabar nos sabotando de algumas formas. Explicamos: vamos supor que aparecia um desejo genuíno de estudar alguma coisa. Logo na sequência víamos por aqui todos os dias tantas dicas, leituras e referências incríveis que passamos a sentir a nossa atenção como a bolinha de um fliperama. Batendo de cá pra lá e com muita dificuldade de aterrissar. E também com toda a ansiedade que essa overdose de conteúdo traz: a sensação constante de não fazer o suficiente, saber o suficiente.</span></p><p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">Como é por aí, você se identifica com o efeito colateral da mente fliperama? Você também sente que o Instagram tem grande impacto no desvio da sua atenção? Temos muito interesse em saber se já experimentou algo assim ou se encontrou uma forma de usar esse app que seja mais benéfica para sua saúde mental e para o seu tempo. Conta pra gente?</span></p>								</div>
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									<p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">Esta semana estamos falando sobre alguns efeitos colaterais que sentimos ao usar esta querida rede. E um que identificamos com alguma frequência é a ansiedade que pode bater em querer compartilhar primeiro. Ela funciona assim: você vê ou lê alguma coisa que te impacta (um filme, um livro, matéria, documentário etc). Nesse momento a ansiedade já chega – preciso compartilhar primeiro. Ao decidir participar dessa competição intelectual velada, a velocidade é muito importante e com ela vem a ansiedade, com força total. Como disse o </span><a class="notranslate" style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; color: #121212; font-weight: bold;" href="https://www.instagram.com/brenodamatta/">@brenodamatta</a><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;"> em uma conversa que tivemos: “Muitas vezes sinto que as pessoas querem mais mostrar que viram aquela informação primeiro do que realmente absorver e trocar ideia sobre”.</span></p><p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">Como antídoto para esse sentimento vale se lembrar o tempo todo de que a vida não é uma competição. Quando agimos por esse paradigma estamos pensando que só existe espaço para o número 1. Para o bem da nossa saúde mental, não devemos alimentar esse sentimento. Olhar as redes com o olhar da colaboração pode ser muito mais saudável. Temos experimentado também não compartilhar assim que bate o primeiro impulso, tentando ficar um pouco mais tempo com aquele conteúdo. Esse tempo para elaborar e vivenciar faz com que suas palavras tenham mais força. E você, se identifica com esse constante sentimento de competição? Como tem feito para trabalhar isso?</span></p>								</div>
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									<p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">Estudos mostram que em média abrimos os nossos telefones mais de 50 vezes por dia (e aplicativos como o Moment podem te mostrar se você está dentro desta média). Acreditamos que essas checadas rápidas e aparentemente inofensivas são campeãs em sequestrar nossa presença (e energia). Vê se você se identifica: você está vivendo a sua vida – pode estar tranquilo em casa, com a família, no meio do trabalho ou até em um date. Por alguma razão, bate um mini tédio, uma mini falta do que fazer ou qualquer outra situação que leve a sua mão ao telefone. Um exemplo: seu date se levanta da mesa e vai até o banheiro. Nesse meio tempo você pega o telefone, abre o Instagram, Twitter, Whatsapp ou qualquer outra rede rapidinho e, de repente, sua energia que estava na vibração do encontro pode ser invadida, por exemplo, por uma onda de raiva pela momento político que vivemos. Seu date volta, seu telefone volta pro bolso, mas sua energia, infelizmente, não volta com tanta facilidade. Não é que a gente deva evitar esses sentimentos mais conturbados, mas o que temos pensado é que pra tudo tem hora.</span></p><p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">Você se identifica com esses momentos de sequestro de presença? Para evitá-los, temos tentado ter mais controle do nosso uso e evitado usar o telefone em momentos em que queremos viver com atenção plena. Por mais inofensiva que pareça ser aquela olhadinha, ela pode te sequestrar. Preserve sua energia.</span></p><p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"> </p>								</div>
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									<p style="color: #3c4858; font-family: Armin; text-align: justify;">Já falamos um pouco sobre como o formato das redes sociais acabam moldando nossa criatividade: com o tempo vamos aprendendo a pensar em forma de post, de stories, de vídeo ou de qualquer outro formato da sua rede de preferência. Mas não é só a arquitetura das redes que faz isso com a gente, os algoritmos também. Percebemos que, quanto mais ativos somos, mais somos recompensados com audiência. E aí, meio sem pensar muito, passamos a sentir uma cobrança para sermos cada vez mais produtivos. Muitos trabalham com isso, aí a mudança de hábitos se torna um pouco mais difícil (mas não impossível). Outros sentem a pressão mesmo sem enxergar nenhum fim comercial naquilo – a não ser, é claro, o capital social que as redes nos proporcionam. Temos pensado que um dos antídotos para esta questão pode ser o ato de expandir a mente e a criatividade. Podemos ampliar a nossa consciência de que o campo criativo é muito maior do que o Instagram: você pode e tem toda a capacidade para criar uma música, pintar um quadro, começar a bordar, se aventurar na cozinha, escrever um filme ou um livro. Se expressar criativamente é uma dádiva que traz inúmeras alegrias para quem a pratica. Para muitas dessas expressões artísticas, você vai precisar dedicar seu tempo – tempo que você pode estar usando simplesmente para ter um post novo com frequência no Instagram. Quando sentir a pressão constante para criar conteúdo para esta rede, pense de onde ela nasce: de algum lugar realmente benéfico para você (e para toda a sociedade) ou ela vem do automático, do medo de ser esquecido, da competição? Se a resposta estiver mais perto da segunda opção, lembre-se da imagem do burrinho amarrado na cadeira de plástico. Você mesmo pode se libertar, é só começar.</p>								</div>
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