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	<title>Arquivos efeitos colaterais - A internet que a gente quer</title>
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	<description>Um site sobre como utilizar a internet com inteligência e respeito</description>
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		<title>A tecnologia e os profissionais da saúde</title>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2020 08:00:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O número de profissionais da saúde infectados no Brasil e no mundo ainda está sendo subnotificado, mas estima-se, de acordo com cálculos realizado pelo Conselho Internacional de Enfermagem, divulgados ontem (06/05), que cerca de 90 mil profissionais já foram infectados em 30 países ao redor do mundo. No Brasil, o Cofen (Conselho Federal de Enfermagem) [&#8230;]</p>
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<p>O número de profissionais da saúde infectados no Brasil e no mundo ainda está sendo subnotificado, mas estima-se, de acordo com cálculos realizado pelo Conselho Internacional de Enfermagem, divulgados ontem (06/05), que cerca de 90 mil profissionais já foram infectados em 30 países ao redor do mundo. No Brasil, o Cofen (Conselho Federal de Enfermagem) lançou a plataforma Observatório da Enfermagem, que aponta mais de 10.000 profissionais infectados no país, até o momento da publicação deste post.</p>



<p>Qual é o papel da tecnologia diante de um cenário tão desolador? Para muitos desses profissionais, afastados das famílias, completamente isolados e correndo riscos diariamente no contato com pessoas infectadas, ela é uma grande aliada. Seja para diminuir a distância de quem está longe, seja para receber mensagens de apoio e carinho, seja como simples fonte de informação e entretenimento. O celular se tornou um grande companheiro.</p>



<p>Conversamos com algumas pessoas que estão enfrentando a pandemia de frente e nos próximos dias vamos falar sobre conexão e solitude em meio a idas e vindas de hospital. Como é a relação desses profissionais com a internet em meio à realidade que estamos vivendo? E como podemos apoiá-los também pelo digital?</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O digital como forma de reduzir sofrimentos</strong></h4>



<p>Atuando há mais de um mês na linha de frente de um dos centros de referência para pacientes infectados pelo coronavírus em São Paulo, o médico Paulo Siqueira Amaral ressalta que o isolamento durante a internação é uma das partes que traz mais sofrimento aos pacientes. &#8220;Essa falta da família ao lado do paciente tem um impacto tanto na internação quanto na prática médica, uma vez que precisamos passar informações e discutir o caso com familiares por telefone. É algo muito difícil. Conversar, aliviar angústias ou confortar sem ver expressões, olhares e até muitas vezes encostar. O uso de celulares ajuda a reduzir esse sofrimento.&#8221;</p>



<p>No dia a dia, plataformas como Facetime, Zoom, Google Hangout têm ajudado o médico a reduzir um prejuízo na parte acadêmica. Ele também passou a se expressar mais nas redes sociais. &#8220;Nunca fui de postar opiniões, mas a partir do momento em que muita informação de fontes dúbias e fake news estavam sendo publicadas, achei pertinente publicar conteúdo relevante e com informações confiáveis.”</p>



<p>Bianka Genovez, biomédica que trabalha em um laboratório de pronto atendimento de um hospital em Jacareí, no interior de São Paulo, conta como tem sido o dia a dia. “É bem difícil manter a sanidade, ainda mais com tanta notícia ruim e total descaso de algumas pessoas. Tento me distrair com filmes e séries e me desconectar das notícias às vezes. Até mesmo de algumas redes sociais para não ver pessoas desacreditando da pandemia, enquanto eu fico paranóica com medo de me infectar ou, pior, levar a doença para os meus pais.”</p>



<p>Dados mostram que o isolamento social está afrouxando, e os índices de infectados e mortos não dão trégua. Nesse cenário, Bianka faz um pedido. “Pensem em quem realmente precisa sair de casa, como os profissionais da saúde. Quanto mais pessoas doentes em hospitais, estaremos mais expostos e correndo risco de adoecer e ver os hospitais ficando super lotados e com escassez de funcionários.”</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O combate à outra “pandemia”: as fakenews&nbsp;</strong></h4>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-medium is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/03-240x300.png" alt="" class="wp-image-1288" width="245" height="306" srcset="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/03-240x300.png 240w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/03-819x1024.png 819w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/03-768x960.png 768w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/03-1229x1536.png 1229w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/03-1638x2048.png 1638w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/03-600x750.png 600w" sizes="(max-width: 245px) 100vw, 245px" /></figure></div>



<p>&#8220;Uma consequência interessante da pandemia é que a sociedade está sendo forçada a usar a tecnologia e, principalmente, a internet da maneira que as cabeças que a criaram sonhavam: para trocar informação, recursos e construir, coletivamente, soluções para problemas urgentes&#8221;, diz Mariana Perroni, médica intensivista.</p>



<p>Ela já trabalhou nos sistemas público e privado, no Brasil e fora também &#8211; até em hospitais de campanha em situação de catástrofe, como no Haiti após o terremoto de 2010. &#8220;Ainda assim, nada se compara à pandemia de Covid-19: temos um vírus extremamente contagioso que pode, inclusive, ser transmitido por pessoas assintomáticas e para o qual não existe vacina nem tratamento medicamentoso. Nenhum sistema de saúde em nenhum país é configurado para lidar com a demanda que esse combo traz&#8221;, diz.</p>



<p>Mariana se juntou ao conselho científico de uma iniciativa sem fins lucrativos, o Brasil Sem Corona (www.brasilsemcorona.com.br/), que visa promover o rastreamento colaborativo da pandemia pela própria população, usando seus smartphones. &#8220;Quando a sociedade começa a colocar dados de sintomas, localização e casos por meio de um aplicativo, conseguimos mapear a pandemia com mais agilidade, entender quais regiões com risco de surtos e pioras e, assim, ajudar prefeituras e o governo a tomar medidas mais ágeis e adequadas à necessidade e às peculiaridades de cada região.&#8221;</p>



<p>Em um enfoque mais pessoal, ela conta que faz videochamadas para reduzir a distância dos amigos e dos pais, que não vê desde o início de março. &#8220;Eles já passaram dos 65 anos e meu pai, inclusive, está se recuperando de um câncer. Não consigo nem conceber a possibilidade de ser vetor do vírus.&#8221; A médica também usa o Twitter para trocar experiências. &#8220;Mais do que nunca, médicos têm um dever ético e legal de disseminar informação de qualidade sobre saúde na internet. Porque só assim conseguimos combater uma outra &#8216;pandemia&#8217; gravíssima que vivemos: a das fake news.&#8221;&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Tecnologia como aliada de pacientes e familiares</strong></h4>



<p>Para os pacientes em tratamento de Covid-19, a tecnologia também é aliada, conta a médica intensivista Mariana Perroni. &#8220;Deixamos o uso de smartphones liberado para os que não se encontram em situação grave e até ajudamos os idosos que não têm tanto traquejo digital a se manterem conectados com suas famílias. Além dos remédios, isso também é um item fundamental na prescrição.&#8221;&nbsp;</p>



<p>A médica explica que vídeo chamada de despedida não é praxe porque, devido ao enorme comprometimento pulmonar, os pacientes com casos graves costumam estar entubados e sedados. Por outro lado, se percebem que o desconforto respiratório está evoluindo e a intubação será inevitável, as equipes fazem o possível e o impossível para proporcionar uma chamada de vídeo para que o paciente possa conversar com sua família. &#8220;Como sabemos que essa pode ser a última chance, é impossível não se emocionar.&#8221;</p>



<p>A médica conta que, por mais que o sacrifício seja enorme, &#8220;é extremamente gratificante estar de N95 (a máscara mais recomendada) usando nosso conhecimento à beira do leito e respondendo ao chamado mais intenso de nossas carreiras e, possivelmente, de nossas vidas.&#8221; Ressalta, no entanto, que todos os profissionais da saúde na linha de frente também são vulneráveis à infecção. &#8220;Então, mais do que palmas na janela ou sermos chamados de heróis, o que queremos mesmo é a certeza de que vamos ter equipamentos de proteção e ferramentas para conseguir continuar fazendo nosso trabalho e ajudando quem precisa.&#8221;</p>



<p>Mariana aproveita para compartilhar o recado: &#8220;Para as pessoas que insistem em quebrar o isolamento social, que é a única medida com eficácia comprovada nesse momento, só digo uma coisa: sem dados, somos apenas pessoas com opiniões. E eu me preocupo demais quando opiniões se sobrepõem à ciência e acabam fomentando posturas e declarações questionáveis. Pois o saldo disso são vidas.&#8221;&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Quem cuida de quem cuida?&nbsp;</strong></h4>



<p>Este não é um momento fácil para ninguém, mas a carga dos profissionais da saúde está ainda mais pesada.&nbsp;</p>



<p>Fernanda Rebouças (@suspiro_psi), psicóloga clínica que atua no Núcleo de Apoio à Saúde da família (Nasf), desabafa: “Tenho visto muitos profissionais sofrendo, são sentimentos que transitam entre raiva, tristeza, desânimo, paralisia, revolta. Esses sentimentos geralmente dizem respeito: 1) ao cenário político em que o país se encontra e os efeitos nefastos desse processo sobre a pandemia; 2) ao contexto social, onde grande parte das pessoas está em negação dos reais riscos de contaminação e agem de maneira divergente das orientações dadas, o que faz com que os profissionais sintam-se ainda mais expostos e injustiçados; 3) à situação de trabalho, que envolve restrição/escassez de EPI´s, conflitos interpessoais e exposição ao risco de contaminação; 4) à dimensão da vida pessoal, pois também estamos vivendo o distanciamento dos lugares, atividades e pessoas que nos davam sentido.“&nbsp;</p>



<p>Com o auxílio da psicóloga, separamos algumas dicas sobre como podemos apoiar esse grupo de pessoas e também selecionamos dicas de autocuidado focadas em quem trabalha na área da saúde (mas que podem ser úteis para todos). Confira:</p>



<p><strong>1- Apoio institucional é um direito</strong></p>



<p>É necessário que as gestões das instituições e sistemas de saúde reflitam sobre as melhorias necessárias no processo de trabalho dos profissionais. Podemos ajudar com pressão popular, por meio do site: <a href="https://www.maisdoquepalmas.com.br/">www.maisdoquepalmas.com.br</a></p>



<p><strong>2- Redes de apoio online</strong></p>



<p>Existem iniciativas de cuidado online voltadas para o atendimento psicológico e suporte. Uma delas é a <a href="https://www.rededeapoiopsicologico.org.br/">rededeapoiopsicologico.org.br</a>, voltada para conectar profissionais que precisam de ajuda ou querem atender gratuitamente os seus colegas.&nbsp;</p>



<p><strong>3- Esteja atento às “notificações” do seu corpo</strong></p>



<p>Nosso corpo também se comunica o tempo inteiro. Precisamos ficar atentos a esses sinais e oferecer o que ele precisa, na medida do possível. Aproveite o banho para se fazer uma massagem, apertar onde dói, alongar, fazer alguma atividade física, se alimentar bem, se espreguiçar.&nbsp;</p>



<p><strong>4- Entre em contato com seus sentimentos</strong></p>



<p>Não é fácil vivenciar&nbsp; tantos sentimentos difíceis e, ao mesmo tempo, lidar também com o sofrimento de pacientes e familiares. Pode ajudar muito buscar entender e nomear o que se está sentindo,&nbsp; se expressar de alguma forma, chorar, escrever, dialogar com ele ou com alguém próximo.&nbsp;</p>



<p><strong>5- A internet como aliada</strong></p>



<p>Nesse período ajuda muito manter conexões genuínas, que nos permitam dividir emoções, nos sentir pertencentes e acompanhados. Faça uma ligação, mande um comentário ou mensagem, ligue à moda antiga. E, quando as telas não forem suficientes, tente acessar as memórias afetivas com quem você ama.&nbsp;</p>



<p><strong>6- Cuidado com os excessos</strong></p>



<p class="has-normal-font-size">Precisamos estar atentos à superexposição às notícias. Busque preencher seu dia com atividades que ajudem a se  conectar com o concreto, com o que você pode realizar, com o lugar que você vive, mesmo que seja apenas a sua casa. Tudo isso ajuda a estar presente, que é o principal recurso para regular as emoções, sem sofrer na busca de retorno do mundo antes da pandemia, nem com a expectativa de que tudo isso acabe logo. </p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" width="819" height="1024" src="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/04-2-819x1024.png" alt="" class="wp-image-1289" srcset="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/04-2-819x1024.png 819w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/04-2-240x300.png 240w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/04-2-768x960.png 768w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/04-2-1229x1536.png 1229w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/04-2-1638x2048.png 1638w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/04-2-600x750.png 600w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p class="has-large-font-size"><strong>“Se eu pudesse, ficaria em casa, mas escolhi me dedicar ao próximo”</strong></p>
</div></div>



<p>&#8220;Doutora, eu vou poder ver minha família?&#8221;. Essa é a pergunta mais difícil que Rachel Businaro, médica, tem ouvido nos últimos tempos. Ela está na linha de frente na UBS Jardim Maia e no plantão do Pronto Socorro Sistemas Respiratórios do Hospital Salvalus, ambos na zona leste de São Paulo, e acompanha de perto o dia a dia da evolução do caos da Covid-19 no Brasil.</p>



<p>A médica trabalha 40 horas por semanas na UBS e faz de 12 a 24 horas de plantão por semana no PS. &#8220;O mais impactante até o momento para mim é lidar com o desespero dos pacientes. Quando falo que não teve resposta após o oxigênio e a medicação, que precisa ser internado, imediatamente vejo o pânico no olhar dessas pessoas.&#8221;</p>



<p>Rachel nos conta sobre como o mundo digital tem ajudado nesse período. &#8220;A internet me ajuda tanto na distração para momentos de relaxamento quanto para encurtar distâncias via Whatsapp e Instagram. Falo com minha família e amigos diariamente, seja por grupo, seja individualmente, muito mais do que antes da pandemia.&#8221; Mas a exaustão é uma constante. &#8220;Às vezes não consigo dormir pensando em como aquele paciente evoluiu, às vezes choro quando recebo a notícia de que faleceu. <br><br>Mas respiro fundo, tomo banho, tomo um chá, tento assistir um filme ou uma série para distrair a mente, converso com pessoas que amo e, quando o medo aperta, entro em contato com minha fé, agradeço pela vida e peço para que tudo acabe logo&#8221;, desabafa.</p>



<p>Ela aproveita para fazer um importante pedido. &#8220;Se você tem a oportunidade de poder fazer home office, fique em casa. Se você tem a oportunidade de tirar férias, fique em casa. Se você está desempregado ou é estudante, fique em casa. Se eu pudesse, ficaria em casa, mas escolhi me dedicar ao próximo e não vou fugir da luta no momento em que mais precisam. Então fique em casa por mim, fique em casa por nós. <br><br>Não sei qual é a sua fé, não sei qual é o seu partido político ou qual foi o seu voto na última eleição. Não me importa. O que me importa é a vida e o tanto de oportunidades que tem nela.&#8221;</p>
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		<title>Menos Fomo, mais Jomo</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Sep 2019 03:32:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Boas práticas]]></category>
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<p>Imagine a cena: você está em casa numa sexta à noite. Decidiu <em>maratonar</em> aquele seriado novo no Netflix, na companhia do seu <em>crush</em>. Vocês pediram comida por um aplicativo e estão prontos para <em>sextar</em>. No intervalo entre uma cena e outra, vem aquela vontade de dar uma olhadinha no celular. E, de repente, você vê que um amigo está no show de uma cantora que você adora. A outra fugiu do calor e foi para a praia. E ainda tem aquele que postou uma foto do crachá com a legenda: &#8220;Liberdade&#8221; &#8211; resolveu jogar tudo para o alto para tentar empreender.<br>⠀⠀⠀<br>Imediatamente, você é tomado por uma sensação de que a vida de todo mundo é mais interessante e mais movimentada que a sua. Em paz debaixo das cobertas, você sente um comichão: parece que você está por fora. De um show, uma viagem, de uma mudança de vida.<br>⠀⠀⠀<br>Saiba que você não está sozinho e que essa sensação tem nome: <strong>Fomo (ferar of missing out)</strong>, ou medo de estar perdendo algo. Um medo também de que o outro tenha boas experiências, enquanto você não as experimenta.<br>⠀⠀⠀<br>A síndrome entrou no <strong>Oxford English Dictionary</strong> em 2013 e é potencializada pelo excesso de informação que temos hoje, a uma velocidade vertiginosa. Olhamos as redes sociais incessantemente para ficar por dentro do que está acontecendo, para nos sentirmos parte. E, muitas vezes, isso pode acabar nos deixando mais ansiosos. Ainda estamos engatinhando na nossa relação com a internet, então é natural que às vezes a gente se sinta meio perdido mesmo. Por mais que você tenha escolhido o programa e esteja feliz com isso, ver tantos fragmentos de vidas pode te deixar com a sensação de que poderia estar fazendo outra coisa.<br>⠀⠀⠀<br>A sensação pode trazer incômodo, insatisfação e ainda fazer com que você se compare aos outros. Você já passou por isso? Como se sentiu? E, principalmente, como tenta lidar quando sente Fomo novamente?<br>⠀</p>



<h4 class="wp-block-heading">Desejamos sempre mais</h4>



<p>   </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/fomojomo-06-576x1024.png" alt="" class="wp-image-1528" width="328" height="583" srcset="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/fomojomo-06-576x1024.png 576w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/fomojomo-06-169x300.png 169w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/fomojomo-06-768x1365.png 768w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/fomojomo-06-864x1536.png 864w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/fomojomo-06-562x999.png 562w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/fomojomo-06.png 1080w" sizes="(max-width: 328px) 100vw, 328px" /></figure></div>



<p>Na raiz de toda solução para o que nos aflige parece estar uma mesma resposta: olhar para dentro e nos familiarizarmos com a nossa própria mente. Buscar entender mais sobre nós mesmos, sobre nossas escolhas e prioridades também. Se escolhi fazer o programa x, por que me incomodo quando vejo o programa y?</p>



<p>É legal termos em mente, também, que nunca antes na história tivemos acesso a tanta informação sobre tudo, inclusive sobre a vida dos outros. Por dia são compartilhados mais de 100 milhões de fotos e vídeos no Instagram. Impossível não ser impactado por esse volume, não é mesmo?<br>⠀⠀⠀<br>Para lidar com o <strong>Fomo </strong>(fear of missing out, ou medo de perder algo), um caminho possível é o de tentar entender por que o que você viu te afeta. As redes sociais podem ser um lugar de muita comparação. </p>



<p>Você tem experimentado descobrir quais são as suas vontades mais genuínas? Toda vez que abrimos o Instagram, podemos sentir uma emoção diferente. Já falamos aqui: e se usarmos essa emoções como bússola?<br>⠀⠀⠀<br>Podemos tentar nos comparar menos aos outros, nos lembrando que estamos vendo aqui nas redes sociais apenas fragmentos editados da vida de cada um. Podemos nos lembrar de que nunca é tarde para decidirmos embarcar nessa jornada tão importante de autoconhecimento. Podemos buscar viver toda experiência com o máximo de presença, colocando atenção no que vale a pena &#8211; lembrando que se o seu telefone estiver sempre ao seu alcance isso fica um pouco mais difícil. Podemos usar as redes sociais cada vez mais como pontes para encontros ao vivo. Podemos dar uma pausa e ficar sem acessar as redes por um tempo. E, por mais clichê que pareça, podemos olhar bem à nossa volta e agradecer pelo tanto que de fato temos.<br>⠀⠀⠀<br>Nos tornarmos protagonistas no nosso uso, escolhendo como usar melhor essas redes nas quais passamos tanto tempo diariamente, dá mais trabalho, mas também pode ser o começo da solução. Vamos experimentar?</p>



<h4 class="wp-block-heading">Precisamos de mais JOMO</h4>



<p><br>Do lado oposto ao <strong>Fomo</strong>, está o <strong>Jomo</strong> (<strong>joy of missing out</strong>), ou alegria de estar perdendo algo. Sabe quando você entende que vai ser impossível ler todos os livros, ver todos os filmes, aproveitar toda a programação cultural da sua cidade? E, na sequência, se dá conta de que menos é mais? E ainda percebe que entender o que você quer de verdade te deixa mais tranquilo para lidar com a avalanche de possibilidades que vão sempre bater à porta?<br>⠀⠀⠀<br>Imagine a cena: passar o fim de semana fazendo o que quer que seja que você queira fazer. Pode ser cuidar das plantas, ler um livro no parque, encontrar os amigos. Pode ser, simplesmente, fazer nada. Sem aquela ânsia de checar as redes sociais para dar conta do que os outros estão fazendo. Conectado com você mesmo, com o que te faz bem. Sabendo que a vida é feita de escolhas &#8211; e que tá tudo bem perder um monte de coisa se entendemos o que é importante para nós de verdade. Só de imaginar esse cenário já dá pra sentir um alívio, né?<br>⠀⠀⠀<br>Topa experimentar colocar mais <strong>Jomo</strong> do que <strong>Fomo</strong> no seu dia a dia? Por aqui a gente tenta colocar o celular em modo avião depois das 21h, sempre que estamos em encontros presenciais evitamos ao máximo dar aquela checada no aparelho e estamos numa busca constante para nos entendermos melhor &#8211; inclusive entender se queremos genuinamente dizer sim a um convite ou se estamos apenas com medo de perder algo. E você? O que tem feito para se conectar mais com você mesmo e praticar mais Jomo? </p>
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		<title>Efeitos Colaterais do digital</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Aug 2019 08:00:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Instagram, você é tão delicioso! Não é à toa que a maioria de nós é viciada nesse app. Mas estar por lá não é só um mar de rosas. Para conseguirmos trabalhar melhor as nossas emoções mais complexas, dar um nome para elas pode ajudar. Por isso tentamos nomear alguns dos efeitos colaterais que nos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="243" class="elementor elementor-243">
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									<p style="color: #3c4858; font-family: Armin; text-align: justify;">Instagram, você é tão delicioso! Não é à toa que a maioria de nós é viciada nesse app. Mas estar por lá não é só um mar de rosas. Para conseguirmos trabalhar melhor as nossas emoções mais complexas, dar um nome para elas pode ajudar. Por isso tentamos nomear alguns dos efeitos colaterais que nos atormentam, para aí então tentar buscarmos um antídoto para eles.</p>								</div>
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									<p style="color: #3c4858; font-family: Armin; text-align: justify;">Não sabemos como é para vocês por aí, mas, por mais que a gente tenha uma super atenção em que tipo de conteúdo vamos seguir, em dar unfollow ou silenciar o que nos faz mal, no fim não adianta muito. Observar o feed e os stories do Instagram é sempre nos deparar com um grande cardápio de sentimentos. Quase como uma roleta russa de emoções. Quando você decide abrir o app, não sabe muito bem o que vai acontecer depois ou como vai receber as informações que estão ali. Como tudo é mais complexo do que o bom X o ruim, a informação que te traz ansiedade, te faz se comparar com o outro ou experimentar qualquer outro sentimento mais turvo pode vir até mesmo do perfil que você mais ama. Se em algum momento podemos acabar sentindo tudo isso, nos resta olhar pra dentro e entender quais costumam ser os gatilhos para esses sentimentos. Essas emoções nos oferecem o tempo inteiro informações valiosíssimas. Então em vez de tentarmos fugir disso, que tal fazermos o exercício de observar o que acontece com a gente enquanto navegamos? Isso nos ajuda a filtrar melhor o conteúdo, a refletir na hora de postar para tentar não causar o mesmo sentimento nos outros ou até a fazer algumas mudanças em nossas próprias vidas. </p>								</div>
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									<p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">Qual ferramenta vocês mais usam para buscar inspiração? Para nós, nos últimos anos, o Instagram tem tido um papel fundamental. Fomos cuidando com tanto carinho de quem seguíamos por aqui que nossas timelines se tornaram irresistíveis. E foi por amar o conteúdo de quem seguimos que sentíamos que essa prática podia acabar nos sabotando de algumas formas. Explicamos: vamos supor que aparecia um desejo genuíno de estudar alguma coisa. Logo na sequência víamos por aqui todos os dias tantas dicas, leituras e referências incríveis que passamos a sentir a nossa atenção como a bolinha de um fliperama. Batendo de cá pra lá e com muita dificuldade de aterrissar. E também com toda a ansiedade que essa overdose de conteúdo traz: a sensação constante de não fazer o suficiente, saber o suficiente.</span></p><p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">Como é por aí, você se identifica com o efeito colateral da mente fliperama? Você também sente que o Instagram tem grande impacto no desvio da sua atenção? Temos muito interesse em saber se já experimentou algo assim ou se encontrou uma forma de usar esse app que seja mais benéfica para sua saúde mental e para o seu tempo. Conta pra gente?</span></p>								</div>
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									<p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">Esta semana estamos falando sobre alguns efeitos colaterais que sentimos ao usar esta querida rede. E um que identificamos com alguma frequência é a ansiedade que pode bater em querer compartilhar primeiro. Ela funciona assim: você vê ou lê alguma coisa que te impacta (um filme, um livro, matéria, documentário etc). Nesse momento a ansiedade já chega – preciso compartilhar primeiro. Ao decidir participar dessa competição intelectual velada, a velocidade é muito importante e com ela vem a ansiedade, com força total. Como disse o </span><a class="notranslate" style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; color: #121212; font-weight: bold;" href="https://www.instagram.com/brenodamatta/">@brenodamatta</a><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;"> em uma conversa que tivemos: “Muitas vezes sinto que as pessoas querem mais mostrar que viram aquela informação primeiro do que realmente absorver e trocar ideia sobre”.</span></p><p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">Como antídoto para esse sentimento vale se lembrar o tempo todo de que a vida não é uma competição. Quando agimos por esse paradigma estamos pensando que só existe espaço para o número 1. Para o bem da nossa saúde mental, não devemos alimentar esse sentimento. Olhar as redes com o olhar da colaboração pode ser muito mais saudável. Temos experimentado também não compartilhar assim que bate o primeiro impulso, tentando ficar um pouco mais tempo com aquele conteúdo. Esse tempo para elaborar e vivenciar faz com que suas palavras tenham mais força. E você, se identifica com esse constante sentimento de competição? Como tem feito para trabalhar isso?</span></p>								</div>
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									<p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">Estudos mostram que em média abrimos os nossos telefones mais de 50 vezes por dia (e aplicativos como o Moment podem te mostrar se você está dentro desta média). Acreditamos que essas checadas rápidas e aparentemente inofensivas são campeãs em sequestrar nossa presença (e energia). Vê se você se identifica: você está vivendo a sua vida – pode estar tranquilo em casa, com a família, no meio do trabalho ou até em um date. Por alguma razão, bate um mini tédio, uma mini falta do que fazer ou qualquer outra situação que leve a sua mão ao telefone. Um exemplo: seu date se levanta da mesa e vai até o banheiro. Nesse meio tempo você pega o telefone, abre o Instagram, Twitter, Whatsapp ou qualquer outra rede rapidinho e, de repente, sua energia que estava na vibração do encontro pode ser invadida, por exemplo, por uma onda de raiva pela momento político que vivemos. Seu date volta, seu telefone volta pro bolso, mas sua energia, infelizmente, não volta com tanta facilidade. Não é que a gente deva evitar esses sentimentos mais conturbados, mas o que temos pensado é que pra tudo tem hora.</span></p><p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">Você se identifica com esses momentos de sequestro de presença? Para evitá-los, temos tentado ter mais controle do nosso uso e evitado usar o telefone em momentos em que queremos viver com atenção plena. Por mais inofensiva que pareça ser aquela olhadinha, ela pode te sequestrar. Preserve sua energia.</span></p><p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"> </p>								</div>
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									<p style="color: #3c4858; font-family: Armin; text-align: justify;">Já falamos um pouco sobre como o formato das redes sociais acabam moldando nossa criatividade: com o tempo vamos aprendendo a pensar em forma de post, de stories, de vídeo ou de qualquer outro formato da sua rede de preferência. Mas não é só a arquitetura das redes que faz isso com a gente, os algoritmos também. Percebemos que, quanto mais ativos somos, mais somos recompensados com audiência. E aí, meio sem pensar muito, passamos a sentir uma cobrança para sermos cada vez mais produtivos. Muitos trabalham com isso, aí a mudança de hábitos se torna um pouco mais difícil (mas não impossível). Outros sentem a pressão mesmo sem enxergar nenhum fim comercial naquilo – a não ser, é claro, o capital social que as redes nos proporcionam. Temos pensado que um dos antídotos para esta questão pode ser o ato de expandir a mente e a criatividade. Podemos ampliar a nossa consciência de que o campo criativo é muito maior do que o Instagram: você pode e tem toda a capacidade para criar uma música, pintar um quadro, começar a bordar, se aventurar na cozinha, escrever um filme ou um livro. Se expressar criativamente é uma dádiva que traz inúmeras alegrias para quem a pratica. Para muitas dessas expressões artísticas, você vai precisar dedicar seu tempo – tempo que você pode estar usando simplesmente para ter um post novo com frequência no Instagram. Quando sentir a pressão constante para criar conteúdo para esta rede, pense de onde ela nasce: de algum lugar realmente benéfico para você (e para toda a sociedade) ou ela vem do automático, do medo de ser esquecido, da competição? Se a resposta estiver mais perto da segunda opção, lembre-se da imagem do burrinho amarrado na cadeira de plástico. Você mesmo pode se libertar, é só começar.</p>								</div>
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		<title>Tribunal da Internet</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jul 2019 08:00:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A internet pode ser espaço de troca, aprendizado, inspiração. É essa que a gente tenta diariamente fazer aqui,&#160;#ainternetqueagentequer. Sabemos, no entanto, que existem muitas outras versões da rede. E algumas delas são extremamente tóxicas – e tristes. Semana passada uma blogueira cometeu suicídio. A garota de 25 anos lutava contra a depressão e compartilhava sobre [&#8230;]</p>
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									<p><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; font-family: Armin; text-align: justify; color: #3c4858;">A internet pode ser espaço de troca, aprendizado, inspiração. É essa que a gente tenta diariamente fazer aqui, </span><a class="" style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; background-color: #ffffff; color: #121212; font-family: Armin; font-weight: bold; text-align: justify;" href="https://www.instagram.com/explore/tags/ainternetqueagentequer/">#ainternetqueagentequer</a><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; font-family: Armin; text-align: justify; color: #3c4858;">. Sabemos, no entanto, que existem muitas outras versões da rede. E algumas delas são extremamente tóxicas – e tristes. Semana passada uma blogueira cometeu suicídio. A garota de 25 anos lutava contra a depressão e compartilhava sobre isso em seu perfil, enquanto produzia conteúdo de moda e auto-estima também. Depois de um episódio de fim de relação, ela compartilhou a dor e a tentativa de superação. Recebeu inúmeras críticas.</span></p>								</div>
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									<p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">O tribunal da internet não perdoa. É veloz ao criticar, zero empático também. Às vezes parece que muita gente se vale do fato de estar atrás de um @ para destilar qualquer pensamento, por mais nocivo que ele seja. Uma história trágica assim pode servir para que pensemos nas relações e nas interações que temos na vida – online e offline. Conversamos com o psicanalista Lucas Liedke, que faz o ótimo perfil&nbsp;</span><a class="notranslate" style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; color: #121212; font-weight: bold;" href="https://www.instagram.com/psicanaliedke/">@psicanaliedke</a><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">, sobre isso.</span></p>
<p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">– O que nós, que usamos tanto a internet como forma de expressão, podemos aprender a partir desse episódio?</span></p>
<p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><a href="https://www.instagram.com/psicanaliedke/" target="_blank">@psicanaliedke</a><br></p>								</div>
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									<p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">“O relato é trágico de tantas formas que, antes mesmo de aprender, talvez seja necessário para todos um tempo para simplesmente lamentarmos o ocorrido. Um tempo inclusive que se mostrou tão escasso no desdobramento desses fatos. O episódio parece ser marcado por uma sequência de desencontros e decisões apressadas, em que a instantaneidade e a urgência do agir/reagir, sempre pautada pelo ritmo da tecnologia, desencadeou em uma tragédia irreversível: 1) um casamento desmanchado por Whatsapp 2) um evento que, independente de sua natureza, deveria ser transmitido e compartilhado com o mundo e 3) uma enxurrada de comentários violentos que hoje são deletados como forma de alívio à culpa. No mínimo uma dose de remorso, diante de tudo que foi proferido sem qualquer ponderação sobre as possíveis consequências dessas ações de ódio. </span></p><p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">Elaborar um sentimento, seja de abandono e rejeição ou mesmo da superação de um trauma, não acontece apenas com a instantaneidade de um botão, por mais prático e tentador que seja resolver as coisas dessa maneira. O suicídio é entendido como um ato definitivo para um problema que deveria ser temporário. Comentários e posts podem ser deletados, mas não se deleta um suicídio, o que demonstra que definitivamente estamos em uma crise de tempo.”</span></p><p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">Se você ou alguém que conhece está passando por essa situação: LIGUE 188 e informe-se no perfil da campanha </span><a style="font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 1.125rem; background-color: white; letter-spacing: 0px; text-align: left;" href="https://www.instagram.com/setembro_amarelo/" target="_blank" rel="noopener">@setembro_amarelo.</a></p>								</div>
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									<p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">Uma mulher de 25 anos, que compartilhava sobre sua vida e suas dificuldades com a depressão em um perfil no Instagram, cometeu suicídio. Se você ou alguém que conhece está passando por essa situação: LIGUE 188 e informe-se na campanha </span><a class="notranslate" style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; color: #121212; font-weight: bold;" href="https://www.instagram.com/setembro_amarelo/">@setembro_amarelo</a><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">.</span></p><p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">– A internet pode ser muito cruel. O que é que legitima tantas pessoas a fazerem da rede um ambiente de julgamento e falta de empatia?</span></p><p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><a class="notranslate" style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; color: #121212; font-weight: bold;" href="https://www.instagram.com/psicanaliedke/">@psicanaliedke</a><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">: “A hostilidade é constituinte do ser humano. É uma parte natural de quem somos. Não tomar consciência desse afeto pode ser ainda mais perigoso do que exercê-lo. Quando a hostilidade se expressa em agressividade e violência, sem um anteparo simbólico, sem qualquer medo de punição ou escuta sobre a reação do outro, caímos em um território sem lei. Na trincheira das redes sociais, exercemos esse falso poder de forma excessiva e precipitada. Nosso julgamento está longe de ser imparcial ou mesmo benéfico, pois geralmente é instantâneo, reativo e descompromissado. É considerado apenas mais um comentário. É botar para fora de um jeito que pode ser catártico, mas também bastante egoísta e imaturo. </span></p>								</div>
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									<p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">A falta de empatia vem possivelmente de um lugar de distância com aquele que parece próximo, mas que, de fato, é somente um influenciador dos meus sentimentos. Não é um parente, um amigo, não é íntimo, é alguém que eu acredito que conheço e que posso rebater livremente suas ações e seus ataques, sejam eles reais ou imaginários, sejam eles para mim ou não.</span></p><p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">As redes sociais enfurecem um dilema humano que é clássico: como lidar com o diferente sem tentar eliminar essa diferença? Ou ainda, como lidar com aquilo que é tão semelhante a nós, mas que não queremos reconhecer em nós mesmos? Quantos desses comentários de ódio direcionados a essa moça não vieram de pessoas que, de alguma forma, também foram deixadas no altar, mas que não foram capazes de bancar esse abandono e buscar a superação da forma como ela tentou fazer? Aqui, é a inveja é que fala mais alto, e a reação instintiva é de destruir aquele que está em vantagem.”</span></p>								</div>
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									<p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">Para fechar essa série, tentamos entender a mecânica entre o sentir e o postar.</span></p><p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">– A blogueira compartilhava a vida a partir de um lugar de vulnerabilidade, dividindo seus processos, seus altos e baixos. Muita gente faz isso hoje. Você acredita que às vezes falta um tempo entre o pensar/sentir e o postar? Como podemos nos observar melhor quando passamos por momentos de dificuldade?</span></p><p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><a class="notranslate" style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; color: #121212; font-weight: bold;" href="https://www.instagram.com/psicanaliedke/">@psicanaliedke</a><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">: “Compartilhar sentimentos difíceis e conflituosos pode ser terapêutico, mas há diferentes formas de fazer essa elaboração. A solução de escancarar um mal-estar pode ser um pedido de ajuda. Pode ser uma forma de finalmente falar sobre isso. Pode ser uma maneira de querer aparecer e chamar atenção. Pode ser o último recurso disponível. Com análise, reflexão e uma boa dose de franqueza consigo mesmo, é possível identificar as diferentes intenções por trás de um único gesto de abrir o seu sofrimento para sua rede de seguidores.</span></p>								</div>
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									<p><span style="color: #3c4858; font-family: Armin; text-align: justify;">Promover-se em cima de uma tragédia ou superar uma tragédia através de um compartilhamento são comportamentos semelhantes, mas não iguais. A acusação raivosa de que estamos nos promovendo em nossas redes pessoais vem geralmente de um lugar de recalque de quem gostaria de estar se promovendo, mas não é tão bem-sucedido nessa tarefa. É não admitir que as redes sociais podem sim ser um veículo de fortalecimento do Eu, dos nossos talentos, de nossa força de superação ou do nosso estilo de vida, seja ele qual for.</span></p>								</div>
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									<p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">Existe sim um risco de montarmos a nossa própria armadilha nesse emaranhado de desculpas e justificativas para o uso das redes. É como postar (para todo mundo) algo que desejava-se dizer a alguém específico. A postagem, por definição, requer um destinatário. Ou ainda, é como diz a expressão de quem está em busca de ‘migalhas de biscoito’ e contenta-se com uma grande quantia de farelos já que não tem o biscoito inteiro. Parece que é a mesma coisa, mas não é.”</span></p><p style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; margin-bottom: 15px; font-family: Armin; text-align: justify; line-height: 1.618; color: #3c4858;"><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">Se você ou alguém que conhece está passando por essa situação: LIGUE 188 e informe-se na campanha </span><a class="notranslate" style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; color: #121212; font-weight: bold;" href="https://www.instagram.com/setembro_amarelo/">@setembro_amarelo</a><span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent;">.</span></p>								</div>
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