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	<title>Arquivos Atenção plena - A internet que a gente quer</title>
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	<description>Um site sobre como utilizar a internet com inteligência e respeito</description>
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		<title>9 passos para resgatar sua atenção</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jan 2020 08:00:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pra começarmos da melhor forma possível, pensamos em focar no que é mais valioso: o tempo. Vamos juntos fazer um resgate de como usamos o nosso? Com base em leituras, estudos, experimentos pessoais e relatos da nossa comunidade, reunimos 9 passos para fazermos isso juntos. Caberá a você decidir quais têm mais a ver com [&#8230;]</p>
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<p>Pra começarmos da melhor forma possível, pensamos em focar no que é mais valioso: o tempo. Vamos juntos fazer um resgate de como usamos o nosso? Com base em leituras, estudos, experimentos pessoais e relatos da nossa comunidade, reunimos 9 passos para fazermos isso juntos. Caberá a você decidir quais têm mais a ver com o seu momento ou com seus desafios.</p>



<p>A verdade é que a distração sempre foi e sempre será um desafio para todos e, também, parte da vida. Já na década de 1970, o economista Herbert Simon afirmou: &#8220;A riqueza de informação cria pobreza de atenção, e com ela a necessidade de alocar a atenção de maneira eficiente em meio à abundância de fontes de informação disponíveis&#8221;. No entanto, as distrações de hoje parecem ainda mais impactantes. E não é por acaso. O volume de dados criado nos últimos é maior do que a quantidade produzida em toda a história da humanidade. Em um mundo de excessos, é realmente difícil priorizar o que é importante de verdade. Repensar a forma como usamos nosso tempo na internet e nas redes sociais é fundamental para termos mais foco neste ano que começa.</p>



<p>A seguir, vamos descrever em 9 passos alternativas para que você possa resgatar o seu tempo e a sua atenção plena. Porque refletir sobre como gastamos nosso tempo faz parte da construção da <a href="https://www.instagram.com/explore/tags/ainternetqueagentequer/">#ainternetqueagentequer</a>!</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Excesso e Vício: quais as diferenças?</strong></h4>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-medium is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-0201-240x300.jpg" alt="" class="wp-image-1228" width="278" height="348" srcset="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-0201-240x300.jpg 240w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-0201-819x1024.jpg 819w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-0201-768x960.jpg 768w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-0201-600x750.jpg 600w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-0201.jpg 1080w" sizes="(max-width: 278px) 100vw, 278px" /></figure></div>



<p>Por mais que a gente já saiba que <a href="https://www.instagram.com/explore/tags/temhorapratudo/">#temhorapratudo</a>, muitos de nós ainda usamos nossos celulares além da medida que gostaríamos.</p>



<p>Mas será que isso quer dizer que somos viciados? Rodrigo Nejm, psicólogo e diretor de educação da ONG <a href="https://www.instagram.com/safernetbr/">@safernetbr</a>, traz uma mensagem relevante pra gente: &#8220;É importante diferenciar o uso excessivo, empobrecido, problemático de um caso de dependência, de vício. Banalizam dizendo &#8216;tá todo mundo viciado&#8217;. Dependência e vício são palavras muito fortes&#8221;, diz ele, citando que sim, há casos clínicos de uso grave. &#8220;Antes tinha bingo, álcool. Uso compulsivo pode ser aplicado a vários objetos. No mundo hiperconectado há pessoas assim, mas é diferente de quem usa mal, de maneira excessiva. Tem tons de cinza aí.&#8221; Ele ressalta que quando apontamos como vício algo que não é, corremos o risco de gerar um problema maior. &#8220;Às vezes é falta de oportunidade de se conectar com outro grupo de interesse.&#8221;⠀⠀⠀</p>



<p>Um estudo comprovou que a forma como pensamos pode ter o mesmo impacto que uma dependência física quando o assunto é a transformação de um hábito. Ou seja: pensar que você é &#8220;viciado&#8221; em tecnologia pode cooperar para um cenário assim.</p>



<p>Então que tal mudarmos nossa perspectiva sobre o assunto?</p>



<p>Transformar um uso empobrecido do digital em uma experiência mais rica parece algo muito mais possível de se fazer, não acha?</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Conheça os seus gatilhos</strong></h4>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-medium is-resized"><img decoding="async" src="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-03-240x300.png" alt="" class="wp-image-1227" width="248" height="340"/></figure></div>



<p>Pode não ser fácil assumir, mas a verdade é que o problema do excesso de tempo de tela é mais profundo do que imaginamos.</p>



<p>E não tem só a ver com tecnologia. Muitas distrações vem de gatilhos externos: notificações, sons, vibrações e bolinhas vermelhas. Mas e os gatilhos internos, de onde eles vêm?</p>



<p>“O que consideramos impulsos irresistíveis são na verdade convites enviados por nossas mentes. Esse é um insight importante&#8221;, afirma Catherine Price, no livro &#8220;Celular: como dar um tempo&#8221;.</p>



<p>Você conhece seus gatilhos internos? O que te faz desbloquear a tela do telefone dezenas de vezes ao dia ou muitas mais do que gostaria? É quando você sente um pouco de tédio? Ou quando quer evitar alguma tarefa desagradável ou desafiadora? Será que é pelo desejo de escapar uma realidade que não está te fazendo bem?</p>



<p>Seja quais forem os nossos gatilhos, é hora de buscarmos conhecê-los e, mais do que isso, nos familiarizamos com eles.</p>



<p>Procure prestar atenção no desconforto que precede sua busca pelo celular. Se puder, escreva sobre ele e explore suas sensações. Experimente ficar um pouco com esse sentimento antes de atender à sua vontade de escapar.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Como controlar os gatilhos externos</strong></h4>



<div class="wp-block-image is-style-rounded"><figure class="alignleft size-medium is-resized"><img decoding="async" src="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-04-1-240x300.png" alt="" class="wp-image-1229" width="248" srcset="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-04-1-240x300.png 240w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-04-1-819x1024.png 819w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-04-1-768x960.png 768w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-04-1-600x750.png 600w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-04-1.png 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></figure></div>



<p>Agora é hora de pensarmos sobre gatilhos que são um pouquinho mais fáceis de controlar: os externos.</p>



<p>Mas o que são gatilhos externos?</p>



<p>Gatilho externo é tudo que te atrai a estar constantemente conectado e que desvia a sua atenção: a notificação de um like, um app te dando bom dia, um aviso que pula no seu desktop e até a presença do seu próprio celular constantemente perto de você. Algumas notificações são realmente importantes &#8211; ninguém quer perder a hora de uma reunião ou a ligação de alguém que se ama. Mas podemos concordar que a maioria delas não precisa da nossa atenção imediata, não é mesmo?</p>



<p>Chegou a hora de usarmos as configurações dos nossos gadgets a nosso favor: gaste um tempinho editando as suas notificações. Dá pra editar as dos aplicativos, as do próprio telefone e as do computador também! Quando tiramos um tempo para pensar no quanto e em como estamos conectados, conseguimos fazer pequenas mudanças que ajudam no nosso dia a dia, chegando a um estágio de bem estar digital. Entender que <a href="https://www.instagram.com/explore/tags/temhorapratudo/">#temhorapratudo</a> é a chave para isso.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>Criando uma rotina digital positiva</strong></h4>



<p>Talvez um dos aspectos mais desafiadores da vida seja aprender a ser nossa própria prioridade. É fácil sucumbirmos às demandas dos outros: da família, dos amigos, do trabalho, do mundo que nos exige tanto, da internet. Mas toda mudança começa na gente, né? Criar espaço para nós mesmos é urgente &#8211; e o quanto antes nos atentarmos a isso, melhor. Para onde vão nosso tempo e nossa atenção quando a internet e as redes sociais são desenhadas para nos esquecermos deles? Já pensou em criar uma rotina digital em que você aparece em primeiro lugar?</p>



<p>Há tarefas básicas para ter uma rotina digital mais positiva. Acordar e não olhar o celular deveria ser o básico. Caso contrário, já começamos o dia com um bombardeio de informações &#8211; e corremos o risco de achar que perdemos alguma coisa enquanto estávamos fazendo algo tão essencial como ter uma boa noite de sono. ⠀⠀⠀</p>



<p>Antes de dormir, aliás, também vale experimentar um tempo sem telas. Que tal começar a desligar uma hora antes de deitar? Vale, também, deixar o celular carregando em outro cômodo, pra não correr o risco de acordar de madrugada e dar aquela olhadinha.</p>



<p>No resto do dia, será que vale mesmo ficar com o email aberto, ou é mais eficiente checá-lo menos vezes e responder tudo de uma vez? Sobre notificações, que tal desabilitar todas (ou a maioria delas) e passar a checar os conteúdos no seu tempo, e não no tempo do outro? ⠀⠀⠀</p>



<p>Cada um vai desenhando a rotina digital que mais faz sentido, tendo em vista que essas atitudes são paliativos. O que precisamos fazer mesmo é entender que um modelo baseado na nossa atenção está fadado a nos deixar esgotados e nos achando insuficiente.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Decida quanto tempo você gostaria de passar online e limite o tempo</strong></h4>



<p>A decisão de quanto tempo gostaríamos de passar online muitas vezes não é nossa. Muitas profissões têm demandado uma disponibilidade quase integral para o trabalho. Nossas relações pessoais às vezes acabam caindo no mesmo ritmo, e não responder uma mensagem com agilidade já se torna motivo de preocupação.</p>



<p>&nbsp;Para conseguir ter um pouco mais de controle sobre essas tendências, é preciso atenção e consciência. Afinal, <a href="https://www.instagram.com/explore/tags/temhorapratudo/">#temhorapratudo</a>.&nbsp;</p>



<p>Pra começar: você já olhou nas configurações do celular, em algum app como o Moment ou aqui no Instagram quanto tempo passa online? Se já fez isso, se assustou-se com o resultado? Bem-vindo ao clube.</p>



<p>&nbsp;Depois de entender a sua quantidade, você consegue imaginar qual é a porcentagem que está usando para o que é realmente importante ou necessário versus para o que é um uso automático e superficial?</p>



<p>Diante desses fatores, sabemos que limitar o tempo que passamos online é dizer para nós mesmo quem está no comando. Cal Newport, autor de &#8220;Digital minimalism&#8221;, defende que precisamos fazer a resistência da atenção. “Os minimalistas digitais obtêm uma satisfação significativa de seu compromisso geral de terem mais intenção sobre como se envolvem com as novas tecnologias.&#8221;⠀⠀</p>



<p>Nessa jornada para usar o tempo com mais consciência, tem quem delimite períodos específicos para navegar ou para responder mensagens no WhatsAapp, por exemplo. Para outras pessoas, o mais importante é ter pelo menos as primeiras horas da manhã e as últimas horas da noite, antes de dormir, longe das telas. Criar um limite de horário e um estilo de uso pode fazer muito bem pra você. Já experimentou?</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Qual a qualidade do conteúdo que você está consumindo?</strong></h4>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-medium is-resized"><img decoding="async" src="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-07-3-240x300.png" alt="" class="wp-image-1230" width="282" height="354" srcset="https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-07-3-240x300.png 240w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-07-3-819x1024.png 819w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-07-3-768x960.png 768w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-07-3-600x750.png 600w, https://www.ainternetqueagentequer.com/wp-content/uploads/2020/06/dia-07-3.png 1080w" sizes="(max-width: 282px) 100vw, 282px" /></figure></div>



<p>Para além da quantidade de tempo que passamos online, é fundamental pensarmos na qualidade do que consumimos. O digital faz parte das nossas vidas intensamente. Passamos muitas horas na internet e nas redes sociais &#8211; e claro que isso tem impacto na nossa saúde mental, nas nossas relações, na nossa vida em sociedade. ⠀⠀⠀</p>



<p>Como é seu feed? É diverso, plural, te inspira? Ou te deixa com angústia, com sensação de que poderia fazer mais, até meio paralisado? Quando você sai das redes, qual é a sensação que fica?</p>



<p>Clay Johnson, autor de &#8220;A dieta da informação&#8221;, defende que precisamos aprender a nos nutrir digitalmente. Ele faz um paralelo entre comida e informação. Do mesmo jeito que gostamos de comer algo rápido e prático, abrimos um portal de notícias e clicamos em uma tragédia, uma polêmica. No fim do dia estamos saciados? Ou estufados, sentindo indigestão? Da mesma forma que buscamos uma alimentação saudável e mais equilibrada, precisamos fazer isso no ambiente virtual também.</p>



<p>“Esse é o maior problema de primeiro mundo que existe. ‘Minha caixa de emails está lotada’, ou ‘Não consigo lidar com todas as atualizações de status e tweets’ são enunciados comuns da elite digital. Apesar de reclamarmos sempre disso, a verdade é que a informação não está exigindo que você a consuma. Ela não pode. A informação não é mais autônoma e não tem a habilidade de forçar você a fazer qualquer coisa, desde que você esteja ciente de como ela o afeta”, afirma Johanson.</p>



<p>Para viver no Brasil, precisamos intercalar notícia com&nbsp; meme, sabemos. Precisamos lembrar, também, que sempre vai existir mais informação do que damos conta de absorver. É bom dar tempo pra digerir. E aprender a fazer pausas no caminho, pois são elas que nos deixam saciados e nos permitem fazer conexões, associações e descobertas.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Acordos de tempo</strong></h4>



<p>A mais valiosa das nossas moedas parece ser a mais fácil de desperdiçar: nosso tempo. Quem começa a pensar sobre como está usando o seu logo vai encontrar um impasse. Torna-se necessário criar novos acordos sobre tempo e disponibilidade, tanto no trabalho quanto nas relações pessoais. Se não pensamos sobre nosso tempo, respondemos a estímulos externos a todo tempo. Interrompemos o trabalho para acompanhar um meme no grupo dos amigos, perdemos a concentração em uma tarefa importante para atender a demandas menos importantes que surgem no meio do caminho e por aí vai.</p>



<p>O que muitas vezes não nos damos conta é que o preço de cada interrupção é alto. Um estudo da Universidade da Califórnia em Irvine mostrou que, após ser interrompido em uma tarefa, demora-se em média 23 minutos e 15 segundos para voltar para onde você estava. Outros estudos mostram que sua eficiência cai em média 40% e que nossa memória de longo prazo e criatividade também sofrem nesse processo.</p>



<p><strong>O que podemos fazer diante desse contexto?</strong></p>



<p>Acreditamos que o primeiro passo pode ser conversar sobre isso &#8211; com os amigos, com a família, no trabalho. Na sequência, começar a criar novos acordos com suas principais fontes de interrupção.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Respeite o tempo do outro&nbsp;</strong></h4>



<p>Não é porque estamos online que precisamos estar disponíveis o tempo todo. Precisamos, urgentemente, falar &#8211; em casa, no trabalho e com os amigos &#8211; sobre como o digital impulsiona vivermos em um mar de falsas urgências. Tudo é para ontem. Mandou um email e não teve resposta imediata? Cobra no WhatsApp. Em meio a excessos, esquecemos que a nossa urgência pode não ser a urgência do outro. E mais: quando tudo é urgente, o que é de fato perde a sua força. Precisamos reaprender a separar o que é urgente do que é importante.</p>



<p>“Comunicação assíncrona” é o termo que descreve o funcionamento do WhatsApp. Você fala algo, e a resposta pode vir ou imediatamente ou no tempo da outra pessoa. Não é como no telefone, que seu interlocutor precisa responder na hora. O problema surge quando tratamos a ferramenta como instantânea. Queremos para agora uma resposta que, muitas vezes, não é tão urgente assim. Nos apoiamos no imediatismo e, muitas vezes, deixamos de lado a organização.</p>



<p>Estamos acelerados e correndo e cansados. Chegamos ao fim do dia sem forças. Só para recomeçar no dia seguinte. Imagina que impactante seria fazermos um combinado coletivo de respeitar não só o nosso tempo, mas também o tempo do outro? Online e offline? Antes de &#8220;mandar um áudio porque é mais fácil&#8221; (spoiler: só é mais fácil pra quem manda), vamos lembrar que do outro lado também tem alguém tentando lidar melhor com essa vida acelerada? E que, se a gente respeitar o tempo e o espaço do outro e ele fizer isso conosco, a chance é que todos nós passemos a respirar melhor?</p>



<p>Vale a reflexão: O que você pode fazer (ou deixar de fazer) para contribuir para uma cultura de interações menos aceleradas e mais organizadas?</p>
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